A verdade é que nunca estivemos em silêncio. E para quem pergunta “quem são essas ‘nega’”? Respondo: somos a continuidade, a resistência, a sobrevivência e sempre estivemos aqui. Talvez agora com uma importante diferença: não estamos mais na condição de quem assiste a reprodução das “imagens controladoras”. Nos cansamos delas.