Cristiane carregava na cara preta de 11, 12, 13 anos de idade todo o peso do racismo arraigado da nossa cultura. E ela, no seu início de adolescência, encarava de frente, de cabeça erguida e peitava mesmo, quem fosse! E gritava e xingava mesmo. Eu a vi chorar uma vez, foi bem pior. A gozação triplicou com as lágrimas da menina sentada no chão segurando os cabelos.