Resistência

Negro gaúcho. Memória farroupilha ou lanceira?

O escravo gaúcho, no campo, normalmente se dividia em dois grupos: o da charqueada e o campeiro. A lida de um escravo campeiro, em geral, não era tão ”penosa” como nas charqueadas, visto que se trabalhava a cavalo e entre poucas pessoas. Essa função era vista como perigosa pois a estes cativos eram entregues instrumentos de trabalho e andavam a cavalo sem nenhuma vigilância. Isso reforça o mito de que a escravidão no RS tenha sido mais branda, pois nas charqueadas e nas fazendas cafeicultoras e açucareiras, não se encontrava escravos com tais níveis de “liberdade”, no entanto não há um consenso entre os historiadores a respeito da participação do escravo na atividade pastoril.
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Racismo nos espaços feministas brancos

O Feminismo Branco deve evoluir e integrar-se às sociedades multiculturais, se estiver genuinamente preocupado com a libertação de todas as mulheres. Com exceção de algumas pessoas atentas individualmente, muitas feministas brancas, que encontrei no Reino Unido, veem a misoginia como a única forma de opressão que exige erradicação para que as mulheres sejam livres. Eu gostaria que isso fosse verdade.
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Sound of da Police – O som da polícia

After 400 years, I’ve got no choices! 400 anos mais tarde eu não tenho escolha! My grandfather had to deal with the cops Meu avô tinha ade lidar com policiais My great-grandfather dealt with the cops Meu bisavô tinha de lidar com policiais And then my great, great, great, great… when it’s gonna stop?! O meu tataravô … quando isso vai acabar?