Resistência

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Racismo nos espaços feministas brancos

O Feminismo Branco deve evoluir e integrar-se às sociedades multiculturais, se estiver genuinamente preocupado com a libertação de todas as mulheres. Com exceção de algumas pessoas atentas individualmente, muitas feministas brancas, que encontrei no Reino Unido, veem a misoginia como a única forma de opressão que exige erradicação para que as mulheres sejam livres. Eu gostaria que isso fosse verdade.
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Sound of da Police – O som da polícia

After 400 years, I’ve got no choices! 400 anos mais tarde eu não tenho escolha! My grandfather had to deal with the cops Meu avô tinha ade lidar com policiais My great-grandfather dealt with the cops Meu bisavô tinha de lidar com policiais And then my great, great, great, great… when it’s gonna stop?! O meu tataravô … quando isso vai acabar?
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Política e afetividade: a importância das relações de irmandade na sobrevivência das mulheres negras

Se é verdadeiro que nada fazemos sós, qual é o papel dos grupos e coletivos na manutenção da existência saudável e verdadeira de suas/seus componentes? Penso que, se é necessário que se pense e atue em grupo para a existência dos coletivos, é também função coletiva apoiar, dar suporte e encorajamento às diversas necessidades pessoais apresentadas pelas pessoas que constroem e compõem essa coletividade. Vou me ater especificamente à necessidade de apoio afetivo nas relações de construção política entre mulheres negras.
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De Mucama a Doméstica, um breve relato da mulher negra contemporânea

Eu, mulher negra filha de uma mãe negra e trabalhadora doméstica me senti profundamente atingida por esse estereotipo profissional, mesmo não comprovando ele na prática. Dentro de onde cresci sempre fui coagida pelos meus pais a ter um futuro diferente do que eles tiveram, a estudar, ter um emprego que me fizesse feliz, dentre outras coisas que todos os pais desejam para os seus filhos. Mas mesmo assim, passando por escolas públicas precárias e um ensino ruim, sempre dentro de mim ficava aquele receio de um dia não conseguir o que eu sonhava e aceitar o destino que me era dado e colocado desde o meu nascimento aos meus pés.
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Convite à I Blogagem Coletiva 25 de julho, Dia da mulher afro-latina-americana e caribenha

Mulheres negras de todos os cantos do Brasil, no dia 25 de julho, próxima quinta-feira, comemoramos o Dia da Mulher Afro-Latino-Americana e Caribenha. Essa data foi criada em 1992, após o I Encontro de Mulheres Afro-Latino-Americanas e Afro-Caribenhas, em Santo Domingos, República Dominicana. Este dia, mais do que celebrar nossa existência, é um modo de lembrar e de consolidar a luta e a resistência histórica da mulher negra, que continua, majoritariamente, ocupando os espaços mais marginalizados na nossa sociedade racista e machista.