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Sound of da Police – O som da polícia

After 400 years, I’ve got no choices! 400 anos mais tarde eu não tenho escolha! My grandfather had to deal with the cops Meu avô tinha ade lidar com policiais My great-grandfather dealt with the cops Meu bisavô tinha de lidar com policiais And then my great, great, great, great… when it’s gonna stop?! O meu tataravô … quando isso vai acabar?
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Política e afetividade: a importância das relações de irmandade na sobrevivência das mulheres negras

Se é verdadeiro que nada fazemos sós, qual é o papel dos grupos e coletivos na manutenção da existência saudável e verdadeira de suas/seus componentes? Penso que, se é necessário que se pense e atue em grupo para a existência dos coletivos, é também função coletiva apoiar, dar suporte e encorajamento às diversas necessidades pessoais apresentadas pelas pessoas que constroem e compõem essa coletividade. Vou me ater especificamente à necessidade de apoio afetivo nas relações de construção política entre mulheres negras.
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A longa batalha de Cécile Kyenge contra as amarras do racismo

Pra quem não é negro eu posso tentar explicar o que se sente com o racismo de um modo mais fácil. Todos têm seus traumas, não é? Acredito que sim, mesmo que você nunca tenha parado pra pensar a respeito existe sempre alguma ferida que não gostamos de tocar, algum medo que sempre se esconde, ou aquele assunto do qual não gostamos de falar porque ficamos extremamente vulneráveis quando falamos.
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Tornar-se uma mulher negra: uma identidade em processo.

O mito da democracia racial, aliado ao ideal de branqueamento, remodelado, sustentado e difundido por aparelhos ideológicos como escola, família e mídia, que veiculam valores que reforçam uma suposta superioridade racial e cultural branca, torna um desafio o processo de afirmação de uma identidade negra em uma sociedade racista como o Brasil.
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Onde estão as bailarinas negras

O fato de nossas bailarinas não serem reconhecidas pelo grande público me faz pensar em Amarildo, cujo paradeiro é desconhecido após ter sido levado para averiguação pela PMERJ. Ele que denuncia o perigo histórico de sermos nada mais que um recurso barato, renovável, descartável para que a supremacia brasileira branca funcione perfeitamente bem. Desaparecemos concreta e imageticamente.
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Poéticas do gueto

Estamos escrevendo uma nova realidade para o povo preto. É absolutamente contagiante ver o orgulho nos olhos dos nossos irmãos se sentindo cada vez mais bonitos, admirando sua quebrada sem perder a consciência de que a luta pela dignidade e pela liberdade é todo dia. Se alguém ainda tem muita dificuldade para entender essa dinâmica, para acompanhar a diversidade criada pela criatividade de nosso povo, não se preocupem, para isso estamos nas suas universidades, para tentar explicar pra ver se vocês entendem e conseguem deixar de separar a luta, a politica, a militância da sensibilidade, da beleza, do lirismo.

Uma carta de amor aberta para o meu filho: Sobre luto, amor e maternidade negra

Eu, uma mãe negra de um menino negro, entendia e conhecia a dor que Sybrina Fulton (a mãe de Trayvon Martin) estava experienciando através de um intenso sentido de empatia diaspórica que atravessava/cruzava o tempo e o espaço. E eu estava petrificada pelo pensamento de perder você, ou ser mais uma mulher negra perdendo mais um filho negro. Novamente, outro assassinato de outra criança negra mal interpretado como um homicídio justificável me forçou a a confrontar o pânico secreto e tendencioso com relação ao gênero sobre maternidade negra que eu tinha carregado comigo desde que eu era uma criança.