Mulher negra e universitária

Hoje sou universitária, mas antes disso sou mulher negra! Apesar de muitas vezes fraquejar e querer desistir de tudo, uma força maior me faz persistir e querer revolucionar junto xs companheirxs, aquele espaço, assim como fazemos aqui fora, nas nossas lutas diárias. Afinal, nossa militância não está só em espaço X ou Y: ela está presente no cotidiano, quando não nos calamos, quando resistimos, batemos o pé e lutamos juntxs para ocupar os espaços. Quero um dia poder escrever sobre a universidade que se pintou de negro, favelado, gay, trabalhador, travesti, transexual, mulher...

Hoje é Dia de Parada, Para Quem?

Entendo que as Paradas, como protestos festivos, festas políticas ou f(r)estas, usando aqui termos de vários/as pensadores/as sobre esse evento, acertaram em suas estratégias de visibilidade massiva, porém precisam se precaver do risco de invisibilização interna a esse grupo político-identitário complexo, formado historicamente, invisibilidade que afeta, principalmente, Lésbicas, Bissexuais e a população Trans.