Uma crônica sobre o passado

Meu pai me perguntou por que quando outro dia fui perseguida por um homem dentro da universidade, fiquei desesperada, por que não me impus, não ameacei, como tantas vezes faço em outras situações. Também não entendo o porquê. Sei é que só penso em fugir, me esconder, guiada pelo medo. Medo de que ao enfrentá-lo, ele me desse um tapa na bunda e saísse dando gargalhadas.