<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	
	>
<channel>
	<title>
	Comentários sobre: A escala da dor	</title>
	<atom:link href="https://blogueirasnegras.org/a-cor-da-dor/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://blogueirasnegras.org/a-cor-da-dor/</link>
	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
	<lastBuildDate>Fri, 26 Aug 2016 17:57:00 +0000</lastBuildDate>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
	<item>
		<title>
		Por: Luiz Phelip Silvestre Regis		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/a-cor-da-dor/#comment-8778</link>

		<dc:creator><![CDATA[Luiz Phelip Silvestre Regis]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Aug 2016 17:57:00 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogueirasnegras.org/?p=7732#comment-8778</guid>

					<description><![CDATA[Parabéns por tudo que faz e por tudo que vai fazer Aíla. Sempre soube um dia alguém iria desmistificar essa bolha ideológica que oprime a todos e nós estabelece um padrão para tudo,tentando apagar os traços do nosso povo. Tenho muito orgulho de ter estudado com você e agora saber que chegou ao topo

 quebrando todos os paradigmas que dessa sociedade que se acha politicamente correta e que se suas atitudes não machucam ninguém.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns por tudo que faz e por tudo que vai fazer Aíla. Sempre soube um dia alguém iria desmistificar essa bolha ideológica que oprime a todos e nós estabelece um padrão para tudo,tentando apagar os traços do nosso povo. Tenho muito orgulho de ter estudado com você e agora saber que chegou ao topo</p>
<p> quebrando todos os paradigmas que dessa sociedade que se acha politicamente correta e que se suas atitudes não machucam ninguém.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Diana Góis		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/a-cor-da-dor/#comment-8249</link>

		<dc:creator><![CDATA[Diana Góis]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2016 20:40:11 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogueirasnegras.org/?p=7732#comment-8249</guid>

					<description><![CDATA[Eu sou muito misturada. Tenho sangue de indígenas em ambas partes , europeu em ambas partes e negro parte da mãe. Qndo criança parecia muito uma índia, cabelo liso etc. Na minha adolescência o cabelo cacheou um pouco o q me fez ficar louca de alegria. Hj me encontro em uma crise de identidade , quero me afirmar negra, mas o mundo exterior não aceita. Não  sou branca tb , disso nunca tive dúvida. Tenho muito identificação com o povo negro, mas me sinto perdida pois n quero tomar espaço de ninguém , de quem realmente sofre preconceito . Tenho consciência de que nao  sofro preconceito q uma Pessoa de pele Mais escura sofre . Já li vários artigos para tentar me encontrar , mas até agora n achei nada convincente. Parece q a melhor definição é mestiça , mas acho q ser mestiço é meio q ser sem identidade.. Eu já comprei maquiagem muito escura por exemplo por querer acreditar q
Esse é o Meu tom de pele, parece q tudo q faço tá errado. Acho q a &quot;one drop rule &quot; dos EUA é tão Mais prática e une Mais o povo negro, sem essa de não é
Negro pq é Mais claro. No Brasil parace q o q define quem é negro é o tom da pele, o q exclui muitos negros.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu sou muito misturada. Tenho sangue de indígenas em ambas partes , europeu em ambas partes e negro parte da mãe. Qndo criança parecia muito uma índia, cabelo liso etc. Na minha adolescência o cabelo cacheou um pouco o q me fez ficar louca de alegria. Hj me encontro em uma crise de identidade , quero me afirmar negra, mas o mundo exterior não aceita. Não  sou branca tb , disso nunca tive dúvida. Tenho muito identificação com o povo negro, mas me sinto perdida pois n quero tomar espaço de ninguém , de quem realmente sofre preconceito . Tenho consciência de que nao  sofro preconceito q uma Pessoa de pele Mais escura sofre . Já li vários artigos para tentar me encontrar , mas até agora n achei nada convincente. Parece q a melhor definição é mestiça , mas acho q ser mestiço é meio q ser sem identidade.. Eu já comprei maquiagem muito escura por exemplo por querer acreditar q<br />
Esse é o Meu tom de pele, parece q tudo q faço tá errado. Acho q a &#8220;one drop rule &#8221; dos EUA é tão Mais prática e une Mais o povo negro, sem essa de não é<br />
Negro pq é Mais claro. No Brasil parace q o q define quem é negro é o tom da pele, o q exclui muitos negros.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Aíla Oliveira		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/a-cor-da-dor/#comment-6085</link>

		<dc:creator><![CDATA[Aíla Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Mar 2015 02:32:29 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogueirasnegras.org/?p=7732#comment-6085</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://blogueirasnegras.org/a-cor-da-dor/#comment-6070&quot;&gt;Liana&lt;/a&gt;.

(!!!!) Não deixe de se aprimorar o máximo que puder no seu processo de auto-conhecimento, Liana! É importantíssimo saber de onde viemos, quem somos e pra onde vamos. Evoluir e trazer isso pra outras pessoas, pra suas filhas... deve estar sendo indescritível.  &#060;3]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://blogueirasnegras.org/a-cor-da-dor/#comment-6070">Liana</a>.</p>
<p>(!!!!) Não deixe de se aprimorar o máximo que puder no seu processo de auto-conhecimento, Liana! É importantíssimo saber de onde viemos, quem somos e pra onde vamos. Evoluir e trazer isso pra outras pessoas, pra suas filhas&#8230; deve estar sendo indescritível.  &lt;3</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Aíla Oliveira		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/a-cor-da-dor/#comment-6084</link>

		<dc:creator><![CDATA[Aíla Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Mar 2015 02:22:46 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogueirasnegras.org/?p=7732#comment-6084</guid>

					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://blogueirasnegras.org/a-cor-da-dor/#comment-6075&quot;&gt;Alako&lt;/a&gt;.

Que linda...
Independente do que digam, somos todas negras e maravilhosas.
Se autoafirmar negra numa sociedade que tenta nos embranquecer a todo custo é, de fato, um processo político. Vamos juntas. &#060;3]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://blogueirasnegras.org/a-cor-da-dor/#comment-6075">Alako</a>.</p>
<p>Que linda&#8230;<br />
Independente do que digam, somos todas negras e maravilhosas.<br />
Se autoafirmar negra numa sociedade que tenta nos embranquecer a todo custo é, de fato, um processo político. Vamos juntas. &lt;3</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Alako		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/a-cor-da-dor/#comment-6075</link>

		<dc:creator><![CDATA[Alako]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Mar 2015 16:29:39 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogueirasnegras.org/?p=7732#comment-6075</guid>

					<description><![CDATA[Genial e lindo!
Eu nunca consegui me senti confortável com a minha cor. Sempre achei que envergonhava a minha familia por ter nascido mais clara (como não conheci meu pai, que foi assassinado qnd eu tinha 3 anos, eu me enfiei em uma busca obstinada em honrar a memória dele em tudo q eu fazia)
Qnd me chamavam de &quot;parda&quot; era como um chute. Qnd me chamavam d &quot;mais clarinha&quot; era um  tapa. Mas eu nao entendia quem era,, ate um dia que minha Ya me reconheceu como negra. &quot;Negra eu?&quot; mas eu nao era &quot;parda&quot;?
Naquela noite eu posso dizer que finalmente eu estava completa]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Genial e lindo!<br />
Eu nunca consegui me senti confortável com a minha cor. Sempre achei que envergonhava a minha familia por ter nascido mais clara (como não conheci meu pai, que foi assassinado qnd eu tinha 3 anos, eu me enfiei em uma busca obstinada em honrar a memória dele em tudo q eu fazia)<br />
Qnd me chamavam de &#8220;parda&#8221; era como um chute. Qnd me chamavam d &#8220;mais clarinha&#8221; era um  tapa. Mas eu nao entendia quem era,, ate um dia que minha Ya me reconheceu como negra. &#8220;Negra eu?&#8221; mas eu nao era &#8220;parda&#8221;?<br />
Naquela noite eu posso dizer que finalmente eu estava completa</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: L.		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/a-cor-da-dor/#comment-6071</link>

		<dc:creator><![CDATA[L.]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2015 18:04:40 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogueirasnegras.org/?p=7732#comment-6071</guid>

					<description><![CDATA[Olá, eu tenho 14 anos e desde sempre fui tida como &quot;mulata&quot;, &quot;morena&quot; e &quot;parda&quot; (termo que consta em meus documentos). Tenho quase o mesmo tom de pele de minha mãe (também sempre tida como &quot;morena&quot;), porém, como meu pai é branco, meu tom é um pouco mais claro, porém eu claramente não sou tão branca quanto meu pai. Minha família por parte de mãe é toda descendentes de indios e alguns traços ainda são bem presentes em meu rosto. Há algum tempo atrás, comecei a ler sobre feminismo, e a maioria dos textos sobre negras, deixa bem claro que os termos morena, mulata, parda, etc, são termos racistas, mas eu não sei se eu posso me considerar negra ou branca e isso me confunde MUITO, e gostaria de saber o que posso fazer para tentar me &quot;encontrar&quot;?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, eu tenho 14 anos e desde sempre fui tida como &#8220;mulata&#8221;, &#8220;morena&#8221; e &#8220;parda&#8221; (termo que consta em meus documentos). Tenho quase o mesmo tom de pele de minha mãe (também sempre tida como &#8220;morena&#8221;), porém, como meu pai é branco, meu tom é um pouco mais claro, porém eu claramente não sou tão branca quanto meu pai. Minha família por parte de mãe é toda descendentes de indios e alguns traços ainda são bem presentes em meu rosto. Há algum tempo atrás, comecei a ler sobre feminismo, e a maioria dos textos sobre negras, deixa bem claro que os termos morena, mulata, parda, etc, são termos racistas, mas eu não sei se eu posso me considerar negra ou branca e isso me confunde MUITO, e gostaria de saber o que posso fazer para tentar me &#8220;encontrar&#8221;?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Liana		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/a-cor-da-dor/#comment-6070</link>

		<dc:creator><![CDATA[Liana]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2015 16:35:25 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogueirasnegras.org/?p=7732#comment-6070</guid>

					<description><![CDATA[Essa postagem me fez voltar à minha infância e entender muitos problemas que enfrento hoje, na fase adulta, porque sou filha de negro e minhas irmãs são bem mais escuras que eu, então sempre fui tachada de branca e acho que no fundo eu achava mesmo que era. Sofria discriminação das minhas irmãs porque eu era a única branca, e sonhava em ser negra, ter o cabelo mais crespo, a cor mais escura. 

Mas ao mesmo tempo não tive que conviver com toda a discriminação social que minhas irmãs conviveram desde sempre, e que hoje combato com toda a minha força. Eu vivia num meio termo sem definição, e acho que a indefinição me fez sofrer demais, porque eu não encaixava em nada, não era branca porque não tinha a pele branquinha e os olhos claros, mas também não conseguia me ver negra, então eu não sabia quem eu era. Até pouco tempo atrás eu vivi nessa lacuna de identidade. Não era branca nem preta, era parda.

Tive filhas negras, e uma mais clara, que temia que passasse pela confusão que passei por causa dessa indefinição.

Mas só agora, a pouco tempo atrás, e com mutia alegria, entendi que também sou negra. Ler os posts do blogueiras negras me ajudou ainda mais nesse processo.

Hoje eu luto com mais força, não só por elas, mas por mim, pelas minhas filhas, para que ninguém seja objeto de preconceito e para que todos saibam exatamente quem são e se orgulhem disso.

Obrigada por me ajudarem a enxergar e a entender!!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa postagem me fez voltar à minha infância e entender muitos problemas que enfrento hoje, na fase adulta, porque sou filha de negro e minhas irmãs são bem mais escuras que eu, então sempre fui tachada de branca e acho que no fundo eu achava mesmo que era. Sofria discriminação das minhas irmãs porque eu era a única branca, e sonhava em ser negra, ter o cabelo mais crespo, a cor mais escura. </p>
<p>Mas ao mesmo tempo não tive que conviver com toda a discriminação social que minhas irmãs conviveram desde sempre, e que hoje combato com toda a minha força. Eu vivia num meio termo sem definição, e acho que a indefinição me fez sofrer demais, porque eu não encaixava em nada, não era branca porque não tinha a pele branquinha e os olhos claros, mas também não conseguia me ver negra, então eu não sabia quem eu era. Até pouco tempo atrás eu vivi nessa lacuna de identidade. Não era branca nem preta, era parda.</p>
<p>Tive filhas negras, e uma mais clara, que temia que passasse pela confusão que passei por causa dessa indefinição.</p>
<p>Mas só agora, a pouco tempo atrás, e com mutia alegria, entendi que também sou negra. Ler os posts do blogueiras negras me ajudou ainda mais nesse processo.</p>
<p>Hoje eu luto com mais força, não só por elas, mas por mim, pelas minhas filhas, para que ninguém seja objeto de preconceito e para que todos saibam exatamente quem são e se orgulhem disso.</p>
<p>Obrigada por me ajudarem a enxergar e a entender!!!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
	</channel>
</rss>
