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	Comentários sobre: A mulher negra e o sexo frágil	</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>
		Por: blognegras		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[blognegras]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Aug 2013 05:02:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://blogueirasnegras.org/a-mulher-negra-e-o-sexo-fragil/#comment-1420&quot;&gt;Natália Muniz&lt;/a&gt;.

Olá Natália, todos os comentários foram importados automaticamente. Fiz uma busca e acredito que achei os seus. É que eles ainda não haviam sido moderados. Abraço e obrigada pela audiência.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://blogueirasnegras.org/a-mulher-negra-e-o-sexo-fragil/#comment-1420">Natália Muniz</a>.</p>
<p>Olá Natália, todos os comentários foram importados automaticamente. Fiz uma busca e acredito que achei os seus. É que eles ainda não haviam sido moderados. Abraço e obrigada pela audiência.</p>
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		<title>
		Por: Natália Muniz		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/a-mulher-negra-e-o-sexo-fragil/#comment-1420</link>

		<dc:creator><![CDATA[Natália Muniz]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 13 Aug 2013 03:37:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[puxa vida, tinha feito um comentário IMENSO no blog antigo nesse post, e tava aguardando ele ser moderado/respondido. :~ agora ele sumiu.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>puxa vida, tinha feito um comentário IMENSO no blog antigo nesse post, e tava aguardando ele ser moderado/respondido. :~ agora ele sumiu.</p>
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		<title>
		Por: Nat		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/a-mulher-negra-e-o-sexo-fragil/#comment-1375</link>

		<dc:creator><![CDATA[Nat]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Aug 2013 03:09:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Quando falo esses movimentos falo do feminismo negro e do transfeminismo, por exemplo. Só para esclarecer. 

Quanto a questão da minha negritude ou não ainda é um enigma para mim, que fui sempre chamada de branca. Mas por exemplo, minha mãe, que é uma negra de pele mais clara (cor de café com leite) foi sempre chamada de mulata. E eu, criança fui ensinada a dizer que minha mãe era uma mulata e meu pai branco. Hoje sei que minha mãe é negra, a vivência dela é de uma mulher negra e ela (hoje eu sei!) se identifica desse modo! Mais recentemente tenho reparado que ela nunca diz : &#039;eu, mulata&#039;, isso era o que falavam DELA, e sim &#039;eu, uma mulher negra.&#039;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando falo esses movimentos falo do feminismo negro e do transfeminismo, por exemplo. Só para esclarecer. </p>
<p>Quanto a questão da minha negritude ou não ainda é um enigma para mim, que fui sempre chamada de branca. Mas por exemplo, minha mãe, que é uma negra de pele mais clara (cor de café com leite) foi sempre chamada de mulata. E eu, criança fui ensinada a dizer que minha mãe era uma mulata e meu pai branco. Hoje sei que minha mãe é negra, a vivência dela é de uma mulher negra e ela (hoje eu sei!) se identifica desse modo! Mais recentemente tenho reparado que ela nunca diz : &#8216;eu, mulata&#8217;, isso era o que falavam DELA, e sim &#8216;eu, uma mulher negra.&#8217;</p>
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		<title>
		Por: Nat		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/a-mulher-negra-e-o-sexo-fragil/#comment-1374</link>

		<dc:creator><![CDATA[Nat]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Aug 2013 03:03:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Texto MUITO BOM! Eu, filha de mãe negra e pai branco nasci com cabelos crespos e cor clara. Nasci também com o nariz adunco idêntico ao do meu pai, o que faz com que eu nunca tenha me identificado ou sido identificada como negra. Embora tenha sofrido preconceitos que toda pessoa de cabelos crespos (principalmente MULHERES) conhece, na minha cabeça eu era branca e aquilo não era racismo, era uma &#039;implicação qualquer&#039;. Enfim. Hoje tenho 23 anos e sou feminista com muito orgulho. Feminista e engajada em questões relacionadas aos direitos humanos em geral, na &#039;luta&#039; contra o machismo, mas também o racismo, o classismo, a homofobia. Porém sem ser negra, pobre ou LGBT. Obviamente que eu continuo nessa luta e não preciso ser de uma minoria política para defender seus direitos, que são, essencialmente, direitos humanos... Mas embora  minimamente consciente da singularidade de cada uma dessas questões, eu era &#039;contra&#039; a sectarização dentro dos movimentos. Oras, eu pensava, por alto, que fazia mais sentido o feminismo abarcar cada vez mais todas as diferenças, do que a criação de sub-grupos de feministas negras, transfeministas, etc. Pensava: ah, isso irá segregar, o ideal é agregar. Mas tenho refletido muito sobre isso ultimamente, e este blog teve papel importante nisso. Pois os movimentos feministas (sim, pois vejo cada vez mais como o feminismo é PLURAL) em geral ainda são essencialmente voltados para as mulheres brancas e cis (e hétero!). Isso me fez refletir MUITO, e esse texto foi o arremate final para que eu me desse conta que sim, esses movimentos particulares são ESSENCIAIS atualmente para dar conta da singularidade dessas lutas múltiplas. Deixo aqui a minha admiração. Beijos, Nat]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Texto MUITO BOM! Eu, filha de mãe negra e pai branco nasci com cabelos crespos e cor clara. Nasci também com o nariz adunco idêntico ao do meu pai, o que faz com que eu nunca tenha me identificado ou sido identificada como negra. Embora tenha sofrido preconceitos que toda pessoa de cabelos crespos (principalmente MULHERES) conhece, na minha cabeça eu era branca e aquilo não era racismo, era uma &#8216;implicação qualquer&#8217;. Enfim. Hoje tenho 23 anos e sou feminista com muito orgulho. Feminista e engajada em questões relacionadas aos direitos humanos em geral, na &#8216;luta&#8217; contra o machismo, mas também o racismo, o classismo, a homofobia. Porém sem ser negra, pobre ou LGBT. Obviamente que eu continuo nessa luta e não preciso ser de uma minoria política para defender seus direitos, que são, essencialmente, direitos humanos&#8230; Mas embora  minimamente consciente da singularidade de cada uma dessas questões, eu era &#8216;contra&#8217; a sectarização dentro dos movimentos. Oras, eu pensava, por alto, que fazia mais sentido o feminismo abarcar cada vez mais todas as diferenças, do que a criação de sub-grupos de feministas negras, transfeministas, etc. Pensava: ah, isso irá segregar, o ideal é agregar. Mas tenho refletido muito sobre isso ultimamente, e este blog teve papel importante nisso. Pois os movimentos feministas (sim, pois vejo cada vez mais como o feminismo é PLURAL) em geral ainda são essencialmente voltados para as mulheres brancas e cis (e hétero!). Isso me fez refletir MUITO, e esse texto foi o arremate final para que eu me desse conta que sim, esses movimentos particulares são ESSENCIAIS atualmente para dar conta da singularidade dessas lutas múltiplas. Deixo aqui a minha admiração. Beijos, Nat</p>
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		<title>
		Por: letthyssia		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/a-mulher-negra-e-o-sexo-fragil/#comment-1373</link>

		<dc:creator><![CDATA[letthyssia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Aug 2013 00:30:21 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Por isso percebemos a necessidade de - cada vez mais - enegrecer o feminismo!

Brilhante texto!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por isso percebemos a necessidade de &#8211; cada vez mais &#8211; enegrecer o feminismo!</p>
<p>Brilhante texto!</p>
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		<item>
		<title>
		Por: @rodrigoluiz23		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/a-mulher-negra-e-o-sexo-fragil/#comment-1372</link>

		<dc:creator><![CDATA[@rodrigoluiz23]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 08 Aug 2013 00:51:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Republicou isso em &lt;a href=&quot;http://rodrigoluiz23.wordpress.com/2013/08/07/a-mulher-negra-e-o-sexo-fragil/&quot; rel=&quot;nofollow&quot;&gt;BLOG DO @rodrigoluiz23&lt;/a&gt;e comentado: 
eu poderia dar reblog em quase tudo que esse blog escreve, não seria à toa. faz você abrir os olhos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Republicou isso em <a href="http://rodrigoluiz23.wordpress.com/2013/08/07/a-mulher-negra-e-o-sexo-fragil/" rel="nofollow">BLOG DO @rodrigoluiz23</a>e comentado:<br />
eu poderia dar reblog em quase tudo que esse blog escreve, não seria à toa. faz você abrir os olhos.</p>
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			</item>
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		<title>
		Por: Bia Rosa		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/a-mulher-negra-e-o-sexo-fragil/#comment-1339</link>

		<dc:creator><![CDATA[Bia Rosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2013 21:48:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ótimo post em pleno século XXI ainda sofremos disso,as pessoas falam que o Brasil é um país miscigenado e sem preconceito racial mas só os negros sabem o que ainda existe e é mt grande.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ótimo post em pleno século XXI ainda sofremos disso,as pessoas falam que o Brasil é um país miscigenado e sem preconceito racial mas só os negros sabem o que ainda existe e é mt grande.</p>
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		<title>
		Por: Luiza		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/a-mulher-negra-e-o-sexo-fragil/#comment-1338</link>

		<dc:creator><![CDATA[Luiza]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2013 18:10:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Que maravilha de texto! Tudo que eu venho tentando explicar no coletivo e as meninas parecem não compreender totalmente!
Obrigada por compartilhar com a gente!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que maravilha de texto! Tudo que eu venho tentando explicar no coletivo e as meninas parecem não compreender totalmente!<br />
Obrigada por compartilhar com a gente!!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: Kátia Regina Gomes da Silva		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/a-mulher-negra-e-o-sexo-fragil/#comment-1337</link>

		<dc:creator><![CDATA[Kátia Regina Gomes da Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2013 02:10:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Execelente!!!!

Espero que tantas outras mulheres negras lutem a vida inteira,não por direitos matérias,mais por respeito e dignidade social como pessoa e mulher na sociedade.

Kátia Regina]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Execelente!!!!</p>
<p>Espero que tantas outras mulheres negras lutem a vida inteira,não por direitos matérias,mais por respeito e dignidade social como pessoa e mulher na sociedade.</p>
<p>Kátia Regina</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Milena Martins		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/a-mulher-negra-e-o-sexo-fragil/#comment-1336</link>

		<dc:creator><![CDATA[Milena Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Aug 2013 01:59:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Um texto contundente, direto e leal a realidade da sociedade brasileira! Parabéns por pelo deleite que foi a leitura de seu texto, vi a mim, minha mãe, tias, avó, todas em seu texto, que levou-me ao choro. Obrigada!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Um texto contundente, direto e leal a realidade da sociedade brasileira! Parabéns por pelo deleite que foi a leitura de seu texto, vi a mim, minha mãe, tias, avó, todas em seu texto, que levou-me ao choro. Obrigada!</p>
]]></content:encoded>
		
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