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	Comentários sobre: A negra e gorda no mercado de trabalho	</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>
		Por: Denise A. Tobias		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/a-negra-e-gorda-no-mercado-de-trabalho/#comment-6268</link>

		<dc:creator><![CDATA[Denise A. Tobias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2015 02:09:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gostei muito, muito de seu post. 
Você me fez refletir.  
Continue escrevendo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei muito, muito de seu post.<br />
Você me fez refletir.<br />
Continue escrevendo.</p>
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		<title>
		Por: Rose Oliveira		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/a-negra-e-gorda-no-mercado-de-trabalho/#comment-5673</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rose Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Jan 2015 14:00:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Há poucos dias atras combinei um churrasco com a turma da faculdade e ao comentar meu cargo na atual empresa que trabalho fui ironizada, &quot;sou excecutiva de negócios&quot;. Fiquei bem irritada mas, resolvi que não iria responder, agora pensando bem acredito que esse meu Ex colega pensou exatamente o quão é impossível uma mulher como eu, negra e gorda exercer tal cargo, talvez essa visão de negras apenas em cargos menores ainda seja geral, talvez a sociedade até prefira assim, talvez o racismo parta de pessoas tão próximas que nos pegue ainda desprevenidas, não quero ser uma exceção, quero ser julgada pela minha capacidade e não pela minha cor, peso ou classe social.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Há poucos dias atras combinei um churrasco com a turma da faculdade e ao comentar meu cargo na atual empresa que trabalho fui ironizada, &#8220;sou excecutiva de negócios&#8221;. Fiquei bem irritada mas, resolvi que não iria responder, agora pensando bem acredito que esse meu Ex colega pensou exatamente o quão é impossível uma mulher como eu, negra e gorda exercer tal cargo, talvez essa visão de negras apenas em cargos menores ainda seja geral, talvez a sociedade até prefira assim, talvez o racismo parta de pessoas tão próximas que nos pegue ainda desprevenidas, não quero ser uma exceção, quero ser julgada pela minha capacidade e não pela minha cor, peso ou classe social.</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Jorge Kawasaki		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/a-negra-e-gorda-no-mercado-de-trabalho/#comment-5531</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jorge Kawasaki]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Dec 2014 15:26:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://blogueirasnegras.org/a-negra-e-gorda-no-mercado-de-trabalho/#comment-5506&quot;&gt;Neusa Maria Pereira&lt;/a&gt;.

Sou publicitário e concordo com vc. A mídia impõe imagens &quot;vendedoras&quot;. Veja na entrevista que Joel Zito fez com o Walter Avancini, sobre a novela Gabriela (A Negação do Brasil - Joel Zito Araújo - Brasil, 2000).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://blogueirasnegras.org/a-negra-e-gorda-no-mercado-de-trabalho/#comment-5506">Neusa Maria Pereira</a>.</p>
<p>Sou publicitário e concordo com vc. A mídia impõe imagens &#8220;vendedoras&#8221;. Veja na entrevista que Joel Zito fez com o Walter Avancini, sobre a novela Gabriela (A Negação do Brasil &#8211; Joel Zito Araújo &#8211; Brasil, 2000).</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Ana Poty		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/a-negra-e-gorda-no-mercado-de-trabalho/#comment-5511</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ana Poty]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Dec 2014 13:25:34 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito bem. Interessante seu texto e  e uma situaçao real pra nos mesmo para as negras magras. Sou gestora publica constato a competitividade e preconceito no meio profissional.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito bem. Interessante seu texto e  e uma situaçao real pra nos mesmo para as negras magras. Sou gestora publica constato a competitividade e preconceito no meio profissional.</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: nivea		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/a-negra-e-gorda-no-mercado-de-trabalho/#comment-5507</link>

		<dc:creator><![CDATA[nivea]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Dec 2014 12:06:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito legal]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito legal</p>
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		<title>
		Por: Neusa Maria Pereira		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/a-negra-e-gorda-no-mercado-de-trabalho/#comment-5506</link>

		<dc:creator><![CDATA[Neusa Maria Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Dec 2014 22:45:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Admiro seu otimismo, mas  a bem de minha verdade digo que as coisas não são tão simples assim. Também sou formada em Comunicação, na área de jornalismo. Em minha opinião, Comunicação é uma área profissional muito racista. Acredito mesmo que você tenha sorte por conseguir tirar o racismo de &quot;.boa&quot;. Comunicação significa vender ideias, passar credibilidade, ter biotipo de acordo com a padrão racial tradicionalmente aceito, portanto branco.  A classe dominante credita que negros e negras não possuem pertencimento de nenhum dos itens citados. Há quase quarenta anos, uso cabelo natural. Adotei-o num momento em que não era &quot;modinha&quot; e sim  tomada de consciência com a própria identidade.Foi difícil de ir contra minha própria família que não acreditava que eu conseguisse alguma coisa com minha aparência, receosa com as represálias que pudesse sofrer por conta de minha atitude. Com muito esforço e dedicação trabalhei em vários veículos de comunicação. Mas sempre sendo a única ou uma das únicas nas redações de maioria branca. Isolamento que nos deixa vulneráreis, impotentes frente o racismo não declarado. Os racistas não nos querem juntos, porque sabem o que isto representa,.
O jornalismo escrito e televisivo são áreas difíceis para os negros, principalmente para a mulher negra. Estas áreas, ainda pertencem a pessoas vindas da classe média alta. Incomoda-me a quantidade de brancos existentes na televisão brasileira, num  país onde  50% da população é negra. Para os executivos da tv comercial ou pública não somos padrão de beleza nem passamos credibilidade. Num país no qual a televisão é o maior centro de informação e formação de pessoas, a  televisão cumpre o nefasto papel de manter no imaginário coletivo a ideia de que os brancos têm mais direitos por serem brancos, por isto, os de outras raça têm de embranquecer na mente e no físico se querem um pedacinho de igualdade. Esta filosofia de exclusão do negro e da mulher negra da televisão passa para todos os setores da vida brasileira. Enquanto não lutarmos para uma democratização dos meios de comunicação, uma nova maneira  de pensar a sociedade será sempre um sonho a conquistar. E a falsa integração do negro que assistimos agora, será apenas uma moda passageira..]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Admiro seu otimismo, mas  a bem de minha verdade digo que as coisas não são tão simples assim. Também sou formada em Comunicação, na área de jornalismo. Em minha opinião, Comunicação é uma área profissional muito racista. Acredito mesmo que você tenha sorte por conseguir tirar o racismo de &#8220;.boa&#8221;. Comunicação significa vender ideias, passar credibilidade, ter biotipo de acordo com a padrão racial tradicionalmente aceito, portanto branco.  A classe dominante credita que negros e negras não possuem pertencimento de nenhum dos itens citados. Há quase quarenta anos, uso cabelo natural. Adotei-o num momento em que não era &#8220;modinha&#8221; e sim  tomada de consciência com a própria identidade.Foi difícil de ir contra minha própria família que não acreditava que eu conseguisse alguma coisa com minha aparência, receosa com as represálias que pudesse sofrer por conta de minha atitude. Com muito esforço e dedicação trabalhei em vários veículos de comunicação. Mas sempre sendo a única ou uma das únicas nas redações de maioria branca. Isolamento que nos deixa vulneráreis, impotentes frente o racismo não declarado. Os racistas não nos querem juntos, porque sabem o que isto representa,.<br />
O jornalismo escrito e televisivo são áreas difíceis para os negros, principalmente para a mulher negra. Estas áreas, ainda pertencem a pessoas vindas da classe média alta. Incomoda-me a quantidade de brancos existentes na televisão brasileira, num  país onde  50% da população é negra. Para os executivos da tv comercial ou pública não somos padrão de beleza nem passamos credibilidade. Num país no qual a televisão é o maior centro de informação e formação de pessoas, a  televisão cumpre o nefasto papel de manter no imaginário coletivo a ideia de que os brancos têm mais direitos por serem brancos, por isto, os de outras raça têm de embranquecer na mente e no físico se querem um pedacinho de igualdade. Esta filosofia de exclusão do negro e da mulher negra da televisão passa para todos os setores da vida brasileira. Enquanto não lutarmos para uma democratização dos meios de comunicação, uma nova maneira  de pensar a sociedade será sempre um sonho a conquistar. E a falsa integração do negro que assistimos agora, será apenas uma moda passageira..</p>
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