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	<title>Camila Marins, Author at Blogueiras Negras</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>Discurso de ódio à população LGBTQIA+ negra e a banalidade do mal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Camila Marins]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Apr 2023 15:41:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[LGBTQIAP+]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Marielle Franco]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Acabamos de sair de março, mês em que completaram-se cinco anos do assassinato político da vereadora Marielle Franco. Vivemos, no Brasil, uma transição do governo Bolsonaro para Lula, reconstruindo as ruínas que a extrema-direita deixou na política institucional, embora ainda esteja permeada na sociedade. Marielle Franco foi uma mulher negra, defensora dos direitos humanos, ativista &#8230;</p>
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		<title>O arroz presente na memória e ausente da cesta básica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Camila Marins]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Oct 2020 16:00:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Arroz]]></category>
		<category><![CDATA[Segurança alimentar]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como o alto preço do arroz aprofunda o racismo nutricional Eu nasci no interior de Minas Gerais, em uma cidade de pouco mais de 45.000 habitantes. De lá trago memórias de uma avó merendeira que abria as portas de casa e sustentava oito filhos cozinhando na escola e para fora. Ela vendia o “pão cheio”, &#8230;</p>
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		<title>“Sementes: mulheres pretas no poder”, um filme sobre as sobreviventes da política do ou/ou</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Camila Marins]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Sep 2020 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Marielle Franco]]></category>
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		<category><![CDATA[rio de janeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Porque era uma questão de ou/ou”, resumiu Beverly Smith, integrante do Combahee River, grupo de mulheres negras, lésbicas e feministas estadunidenses, no final da década de 1970. Nessa entrevista, Beverly fala sobre as precariedades a que as mulheres negras são submetidas. Muitas de nós, mulheres negras, nascemos e vivemos nessa política do “ou/ou”: ou trabalha &#8230;</p>
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