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	<title>Juliana Sankofa, Author at Blogueiras Negras</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>Diversidade corporal: a necessidade de romper com estereótipos e com opiniões não solicitadas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Sankofa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2026 18:19:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Corpo]]></category>
		<category><![CDATA[Gordofobia]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Padrões de Beleza]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As opressões envolvem um olhar sobre corporeidades, tanto no que tange o racial, quanto ao tamanho, “beleza”, performatividade de gênero, mobilidade, etc. O corpo é o elemento visível das identidades e é ele que é alvo das leituras sociais, isto é, interpretações que mobilizam referências ideológicas que foram consolidadas ao longo do tempo em nossa &#8230;</p>
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		<title>E quando falhamos enquanto comunidade?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Sankofa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Dec 2024 13:55:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Escrita]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Comunidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Imagem: Sandir Costa Dentre muitos dos assuntos que eu aprendi com hooks ao ler a obra “Tudo sobre o amor”(2021), e que virou uma chavinha na minha cabeça, foi a questão de comunidade e o senso que deveria prover dela quando construímos qualquer coisa coletivamente, inclusive lutas sociais. A hooks (2021), ao falar de comunidades, &#8230;</p>
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		<title>Meu uso da raiva: a escrita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Sankofa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Nov 2023 16:50:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Escrita]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[Raiva]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por causa da pandemia, eu comecei a fazer terapia. Durante o meu processo de “cura”, eu compreendi que a raiz do problema era mais antiga do que eu imaginava. Nós, aqueles(as) que estamos sempre no fronte, temos uma dificuldade em aprender a olhar para dentro de nós e autoconhecermos sobre os sentimentos, as dores ainda &#8230;</p>
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		<title>Contra o apartheid da voz, a minha palavra sorrir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Sankofa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Oct 2023 16:37:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Escrita]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo Acadêmico]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo acadêmico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ilustração: Wellington Silva &#124; Adaptação da obra &#8216;Monumento à voz de Anastácia (2019)&#8217; por Yhuri Cruz Se a minha voz incomoda, eu estou muito feliz. Quando falo incomodo, não pelo fato de fazer ofensas pessoais, mas por causar o desconforto de tensionar o status de “revolucionário” ou “desconstruidão” que algumas pessoas brancas sustentam discursivamente em &#8230;</p>
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		<title>Quem nos abraça quando choramos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Sankofa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Jul 2023 18:48:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cuidado]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo Acadêmico]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo acadêmico]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde mental]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todo mundo fala o quanto eu sou forte, mas isso foi, por muito tempo, um empecilho para que muitos me acolhessem nos momentos de dor. Então, vivi muito tempo sem conseguir chorar, mesmo em um estado de agonia extrema. Recentemente, diante do racismo acadêmico, fui surpreendida por mim mesma. Primeiro, consegui compartilhar com outras pessoas &#8230;</p>
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		<title>Para alguns gorda, para outros negra: por favor, olhem-me inteira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Sankofa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 May 2023 19:44:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Gordofobia]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A gordofobia não tem sido um debate da coletividade negra ativista, até mesmo quando se fala em interseccionalidade, pouco espaço se dá para essa questão. Os debates entorno disso estão sobre o controle discursivo da branquitude, aliás, o que não está? E, como é de costume, os discursos se centram em homogeneizar a experiência da &#8230;</p>
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		<title>“EU TÔ CALMA, PROFESSORA”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Sankofa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Apr 2023 17:55:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo Acadêmico]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[Negritude]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo acadêmico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde que eu comecei a estabelecer relações acadêmicas com a branquitude, observo um discurso me exigindo calma quando eu já estou calma. Sempre é diante de um questionamento que eu faço sobre condutas que reiteram racismo ou condutas que exigiram de mim uma resposta humana diante de uma rotulação pré-concebida por crenças de quem eu &#8230;</p>
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		<title>O tokenismo acadêmico: corpo preto não é crachá de branco desconstruído</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Sankofa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Mar 2023 17:01:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Racismo Acadêmico]]></category>
		<category><![CDATA[Tokenismo Acadêmico]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo acadêmico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O tokenismo é uma prática em que uma pessoa ou grupo é selecionado com base em sua identidade, geralmente minoritária, para dar a impressão de diversidade ou inclusão, sem que haja um comprometimento real com a equidade ou mudanças significativas. Em outras palavras, é quando uma pessoa ou grupo é escolhido apenas para preencher uma &#8230;</p>
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		<title>Meu silêncio custa tão caro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Sankofa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 26 Feb 2023 16:14:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há situações em que as pessoas tentam me convencer que o silêncio é a melhor opção para que eu seja aceita. Isso não é porque o que eu falo não possui coerência em relação ao contexto que surge, mas sim devido ao fato do que eu falar romper com a lógica naturalizada pelas tantas hierarquias &#8230;</p>
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		<title>Nós sempre votaremos em branco?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Sankofa]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 01 Oct 2022 17:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Entre um branco escroto e um branco com um histórico de maior abertura para as demandas das minorias sociais, com certeza, eu opto pelo segundo. No entanto, observando os discursos e imagens a favor do branco de bandeira vermelha, eu vejo como o populismo branco segue uma lógica assimilativa dos nossos discursos só que com &#8230;</p>
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