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	<title>Tai Sousa, Author at Blogueiras Negras</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>Uma rede cheia de “nós”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tai Sousa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Jan 2021 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Negritude]]></category>
		<category><![CDATA[Carta aberta]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura negra]]></category>
		<category><![CDATA[sucesso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dizer-me escritora ainda me assusta. No entanto, não é de hoje que escrevo algumas coisinhas, pequenos trechos soltos, palavras que (re)significam algo poético dentro de mim. E no meio dessa profusão de páginas de word e blocos de notas, há princípios de peças de teatro, releituras, diálogos cênicos, cenas e um tanto de outras coisas &#8230;</p>
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		<title>O monstro à meia-luz</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tai Sousa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Aug 2020 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Resistência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todo aspirante à escrita literária, e aqui eu me incluo, tem medo de uma certa figura obscura, de “intelecto especial”, que habita o imaginário toda vez que iniciamos um texto: o escritor. Acreditamos que ele surge do nada, se tranca em um quarto com luz precária, liga o seu computador e produz, numa única noite, &#8230;</p>
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		<title>Quando ainda há esperança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tai Sousa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jan 2019 15:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[2019]]></category>
		<category><![CDATA[Academia]]></category>
		<category><![CDATA[Cenário]]></category>
		<category><![CDATA[Conceição Evaristo]]></category>
		<category><![CDATA[Educação antiracista]]></category>
		<category><![CDATA[Educadores]]></category>
		<category><![CDATA[Esperança]]></category>
		<category><![CDATA[Preta e acadêmica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diante das resoluções de ano novo e do medo instaurado pelo “novo” cenário nacional, senti pousar em meus ombros, assim como nos de outras tantas mulheres negras do meu convívio, uma sensação de intranquilidade e desesperança. Os dias vindouros pareciam mais nublados do que nunca e o futuro se fazia cheio de reservas e imagens &#8230;</p>
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		<title>A potência literária da escrita de mulheres negras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tai Sousa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Nov 2018 15:00:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Autoras]]></category>
		<category><![CDATA[Autoria]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura negra]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura negrobrasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como a escrita afrofeminina na disputa do campo simbólicoprovoca um combate aos discursos elitistas sobre literatura O ainda recente episódio da candidatura de Conceição Evaristo à cadeira na ABL e sua consequente negação, mesmo com o intenso apoio popular, diz muito pouco sobre a escrita literária da  mineira, mas diz bastante sobre a literatura brasileira, &#8230;</p>
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