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	<title>Maternidade Archives - Blogueiras Negras</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>Mainhas Acadêmicas: enquanto corpas de potência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Jun 2025 19:37:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo Acadêmico]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade Negra]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em Pensamento Feminista Negro, Patricia Hill Collins nos ensina algo interessante eeu, particularmente, concordo, que para algumas mulheres “a maternidade promove crescimento pessoal, eleva o status nas comunidades negras e serve de catalisador para o ativismo social” (Collins, p.296, 2019). Enquanto mulher negra, ouso complementar dizendoque a Maternagem nos ajuda a (re)elaborar rotas e sonhos. &#8230;</p>
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		<title>Maternidade Negra: uma questão de amor e resistência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriana Rosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 May 2019 16:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Mães]]></category>
		<category><![CDATA[mulher negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Minha maternidade inicia muito antes do nascimento da minha filha. Nos tornamos mães muito antes da gestação ser concretizada em exames laboratoriais, consultas com obstetra ou até no parto, podemos ser mães inclusive de crianças que registralmente não somos mãe. Vivenciei com as minhas irmãs a maternagem de 4 sobrinhos. Sou a filha caçula de &#8230;</p>
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		<title>Como o Parto Natural virou Inacessível aos Pobres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Blogueiras Negras]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 May 2018 16:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Parto]]></category>
		<category><![CDATA[Parto humanizado]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Texto originalmente publicado em População Negra e Saúde Por: Rosalynn Vega, PhD (antropóloga) Traduzido por: Eliza Williamson, MA (antropóloga) &#8211;  Artigo original  &#160; Enquanto as classes média e alta do México estão descobrindo as maravilhas do nascimento natural, as parteiras indígenas tradicionais estão sendo ativamente desencorajadas a fornecer os mesmos serviços às classes mais baixas. Pilar* &#8230;</p>
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		<title>Mães também são mulheres. Às vezes é preciso dizer o óbvio.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maria Fernanda Dias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Sep 2016 15:48:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Engravidou porque quis. Quem pariu Mateus que o embale. Quinze anos já está no terceiro filho, é uma sem vergonha! Ser mãe velha é um absurdo! Essa daí é mãe mas quer trabalhar, estudar, ir para as festinhas no final de semana; pensasse nisso antes de fazer. Na hora de revirar os olhinhos não reclamou. &#8230;</p>
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