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	<title>Julho das Pretas Archives - Blogueiras Negras</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>O desfazer da trama e a celebração da Mulher Negra Latino-Americana e Caribenha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Isabelle Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 28 Jul 2024 17:51:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ancestralidade]]></category>
		<category><![CDATA[Julho das Pretas]]></category>
		<category><![CDATA[Julho das pretas]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Imagem: Aline Bispo / Torto Arado (Adaptada) Há cerca de quatro anos, venho transformando o dia 25 de julho em uma data de destaque e reflexão sobre minha existência. Essa data entrou na minha vida como a voz de minhas ancestrais encantadas, que sussurravam e, às vezes, bradavam: “desfaça a trama imposta a nós, celebre &#8230;</p>
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		<title>Transformei meu sofrimento corporativo em contribuição social</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gisele Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jul 2024 17:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Empreendedorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Julho das Pretas]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Julho das pretas]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres Negras Empreendedoras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Imagem: Helida Costa Sou uma mulher negra e, como muitos brasileiros, tenho minha ascendência marcada pela miscigenação e a história construída através de atravessamentos de barreiras sistêmicas e episódios de violência. Minha criação foi na periferia da Zona Sul de São Paulo, no distrito de Jardim São Francisco, no bairro Guarapiranga, onde, apesar do ambiente violento, tive &#8230;</p>
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		<title>A lógica de plantation na pós-graduação no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Okúm Omobirin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 27 Jul 2024 01:34:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Julho das Pretas]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo Acadêmico]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[Pós-graduação]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo acadêmico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Imagem: Helida Costa No corpo docente da pós-graduação no Brasil falta letramento racial dos professores, principalmente os brancos, para lidar com as pesquisas sobre e feitas por pessoas negras. As produções de pesquisadores e intelectuais negros têm sido bastante difundidas, mas a escolha de lê-los e usá-los devidamente não tem ocorrido. Cada dia se depara &#8230;</p>
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		<title>Com qual teórica eu vou?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luane Bento]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jul 2024 20:49:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Julho das Pretas]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo Acadêmico]]></category>
		<category><![CDATA[Tokenismo Acadêmico]]></category>
		<category><![CDATA[Julho das pretas]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo acadêmico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Imagem: Helida Costa Sempre que possível procuro produzir um trabalho científico em diálogo com&#160; teóricas e teóricos negros. Certamente esta ação é mais centrada na conversa com teóricas femininas pretas/negras. Como escrevo a partir das vivências negras coletivas, das perspectivas estéticas criadas em e por nosso grupo, e, sobretudo, que são inevitavelmente atravessadas pelo racismo &#8230;</p>
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		<title>A néscia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aline Djokic]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jul 2024 20:25:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Julho das Pretas]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[25 de julho]]></category>
		<category><![CDATA[Industria da Informação]]></category>
		<category><![CDATA[Julho das pretas]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Imagem: MarVin / Divulgação Achegue-se. E obrigada por ler esse texto. Mas cuidado, talvez você não goste do que está prestes a ler. Porque hoje eu decidi falar de mim e da minha relação com muites de vocês. Mas não quero falar para você. Não quero explanar algo complicado de maneira bem simples para você &#8230;</p>
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		<title>Meses de saudades</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lays Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jul 2024 16:49:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ancestralidade]]></category>
		<category><![CDATA[Julho das Pretas]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Julho das pretas]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[nordeste]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante esses quase três anos morando longe do Nordeste, a dor e a alegria da saudade fazem questão de vir me visitar todos os dias. Morei em diversos estados do Nordeste. Em 7 de 9, para ser mais exata. Longe de ser turismo, era a velha e tão conhecida corrida contra a fome. Em busca &#8230;</p>
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