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	<title>Violência Archives - Blogueiras Negras</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>Contra violência obstétrica e o estupro! Pela vida das mulheres!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rafaela Albergaria]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Jul 2022 17:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
		<category><![CDATA[Estupro]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ontem, recebemos com revolta a notícia do caso de estupro que ocorreu no Hospital da Mulher Heloneida Studart, em São João de Meriti na Baixada Fluminense. Após a mobilização de mulheres profissionais de enfermagem do hospital, o médico anestesista Giovani Quintella Bezerra foi preso em flagrante ao estuprar uma gestante enquanto ela passava pela cirurgia &#8230;</p>
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		<title>Joguei do alto do terceiro andar, quebrei a cara e me livrei do resto dessa vida¹</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Heloisa Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Sep 2021 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Violência]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[FENATRAD]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho Doméstico]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A trabalhadora doméstica Raiane Ribeiro da Silva, 25 anos, mulher negra jovem que sofreu agressão e foi mantida em cárcere privado em um bairro nobre da cidade de Salvador, precisou pular do terceiro andar do prédio onde trabalhava para se livrar das agressões de uma patroa. Não dá para descrever o sofrimento físico e emocional &#8230;</p>
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		<title>A quem interessa manter mulheres negras como subalternas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Liliane Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 Jul 2021 16:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
		<category><![CDATA[Decolonialidade]]></category>
		<category><![CDATA[Subalternidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por mais que tentemos sempre contar em séculos por quanto tempo se manteve o regime de escravidão no Brasil, nunca conseguiremos dizer com exatidão a quanto tempo as mulheres negras vêm sendo mantidas em lugares de subalternidade por aqui, pois mesmo com a “abolição da escravidão” em 1888 com todas as ressalvas que a data &#8230;</p>
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		<title>Jamais aprendemos a morrer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Santiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jun 2021 16:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
		<category><![CDATA[Genocídio]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>[aviso de gatilho: dor, morte, genocídio] . . . . . A morte De quatro em quatro dias, Iku vinha à cidade de Ilê-Ifé munida de um cajado e matava indiscriminadamente as pessoas. Nem mesmo os Orixás podiam com Iku. Um cidadão prometeu salvar as pessoas. Para tal, confeccionou uma roupa feita com várias tiras &#8230;</p>
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		<title>Meu queloide dói, mas não sangra mais: memórias de violação sexual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Kathyuscia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2020 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Violência]]></category>
		<category><![CDATA[Estupro]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
		<category><![CDATA[mulher negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aviso de gatilho &#8211; Violência psicológica e sexual . . . Lesão traumática é a definição aurélia de queloide. Trago comigo marcas de violações sexuais que acompanharam as minhas três fases de desenvolvimento humano. Das memórias conscientes que trago da infância, foram três abusos sexuais cometidos por figuras masculinas que assumiram – na ausência dos &#8230;</p>
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		<title>O trabalho (de parto) do Racismo</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/o-trabalho-de-parto-do-racismo/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Emanuelle Goes]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Aug 2018 16:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[Parto]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[violência obstétrica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Dána-Ain Davis, Ph.D. em Antropologia, City University of New York Traduzido por Eliza Williamson, M.A. em Antropologia, Rice University &#160; Texto original em inglês &#8211; Originalmente publicado em População Negra e Saúde &#160; &#160; Uma noite no início de 2018, uma doula amiga minha, Josie, que é branca, me enviou uma foto de uma mulher Negra &#8230;</p>
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		<title>De Luiza Mahin à Mônica Cunha: Feliz dia das Mães para quem?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carol Bispo]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 14 May 2018 16:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Urbanidade]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
		<category><![CDATA[Dia das mães]]></category>
		<category><![CDATA[Genocídio]]></category>
		<category><![CDATA[Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[Mães]]></category>
		<category><![CDATA[Mães de maio]]></category>
		<category><![CDATA[Meninos negros]]></category>
		<category><![CDATA[violência policial]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eu iniciei  esse pequeno texto quatro vezes e em todas elas eu só conseguia pensar “cárcere ou cemitério”, pois é esse o sentimento de todas as mães pretas de filhos pretos. Não importa o quanto a sociedade queira pregar sobre ( o mito ) da democracia racial, vivemos num mundo onde a mãe preta precisa &#8230;</p>
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		<title>Maria Aparecida: a morte não mais encabula</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thaina Matos]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2018 16:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Violência]]></category>
		<category><![CDATA[Chacina do Cabula]]></category>
		<category><![CDATA[Genocídio]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[salvador]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O texto é uma crônica criada a partir da notícia do caso do Cabula que completa 3 anos &#160; Às cinco horas da manhã Maria Aparecida pôs o café para coar enquanto acordava os seus filhos. Acordou os dois mais novos e começou a observar o corpo do mais velho em sono profundo. Marcos estava &#8230;</p>
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		<title>&#8220;Bodosa&#8221;, &#8220;brabona&#8221;,&#8221;foda&#8221;: todo mundo tem algo a dizer sobre as mulheres negras, ninguém tem tempo para ouvi-las</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/engajamento-afetivo-anti-escuta-dos-homens-negros-e-o-silencio-insubimisso-das-mulheres-negras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Winnie Bueno]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Feb 2018 16:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
		<category><![CDATA[Afetividade]]></category>
		<category><![CDATA[feminicídio]]></category>
		<category><![CDATA[Homens negros]]></category>
		<category><![CDATA[relações]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bodosa&#8221;, &#8220;brabona&#8221;,&#8221;foda&#8221;: todo mundo tem algo a dizer sobre as mulheres negras, ninguém tem tempo para ouvir o que elas têm a dizer sobre si mesmas. Eu já escrevi esse texto. Quem acompanha meus escritos vai lembrar de todas/ as vezes que eu escrevi coisas semelhantes. Ainda assim, dado um misto de acontecimentos e sentimentos &#8230;</p>
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		<title>Mc​ ​chapecoense​ ​agride​ ​companheira​ ​e​ ​seu​ ​&#8217;Coletivo​ ​Selva&#8217; produz​ ​Clip​ ​Misógino</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cena Feminina]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Dec 2017 15:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Violência]]></category>
		<category><![CDATA[Hip Hop]]></category>
		<category><![CDATA[Misoginia]]></category>
		<category><![CDATA[Sexismo]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>TW (aviso de gatilho).: Esse texto contém relatos e vídeos misóginos. Se você está sensível, indicamos não ler/ver agora. . . . Depois de ser acusado de agressão e dano patrimonial, o mc mano ET e seu coletivo Selva fizeram uso do hiphop para atuar contra a luta feminista. O clip “Diss pra feminista”, publicado &#8230;</p>
<p>The post <a href="https://blogueirasnegras.org/mc%e2%80%8b-%e2%80%8bchapecoense%e2%80%8b-%e2%80%8bagride%e2%80%8b-%e2%80%8bcompanheira%e2%80%8b-%e2%80%8be%e2%80%8b-%e2%80%8bseu%e2%80%8b-%e2%80%8bcoletivo%e2%80%8b-%e2%80%8bselva-produz%e2%80%8b/">Mc​ ​chapecoense​ ​agride​ ​companheira​ ​e​ ​seu​ ​&#8217;Coletivo​ ​Selva&#8217; produz​ ​Clip​ ​Misógino</a> appeared first on <a href="https://blogueirasnegras.org">Blogueiras Negras</a>.</p>
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