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	Comentários sobre: “Grávida, pobre e negra” &#8211; quando a violência e omissão obstétrica matam e parir vira uma questão de coragem	</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
	<lastBuildDate>Fri, 26 Sep 2014 03:18:33 +0000</lastBuildDate>
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		Por: Juliana Gonçalves		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Gonçalves]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Sep 2014 03:18:33 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Obrigada a todxs! Claro Fernanda, só lembre de seguir as regras de utilização do material postado aqui. As regras estão neste link http://blogueirasnegras.org/manual-de-parcerias/. Abraços!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Obrigada a todxs! Claro Fernanda, só lembre de seguir as regras de utilização do material postado aqui. As regras estão neste link <a href="http://blogueirasnegras.org/manual-de-parcerias/" rel="ugc">http://blogueirasnegras.org/manual-de-parcerias/</a>. Abraços!</p>
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		Por: Fernanda Sandes		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/gravida-pobre-e-negra-quando-a-violencia-e-omissao-obstetrica-matam-e-parir-vira-uma-questao-de-coragem/#comment-4478</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fernanda Sandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 26 Jul 2014 14:55:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Juliana,  belíssima escrita.  Gostaria de pedir sua autorização para publicar o seu texto no meu blog sobre obstétricia,  e fazer umas considerações sobre ele.  Sou enfermeira,  faço residência em obstétricia em uma maternidade da rede cegonha,  SUS. 
Te envio o link do meu blog também... 
Www.ihnasci.blogspot.com]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Juliana,  belíssima escrita.  Gostaria de pedir sua autorização para publicar o seu texto no meu blog sobre obstétricia,  e fazer umas considerações sobre ele.  Sou enfermeira,  faço residência em obstétricia em uma maternidade da rede cegonha,  SUS.<br />
Te envio o link do meu blog também&#8230;<br />
<a href="http://Www.ihnasci.blogspot.com" rel="nofollow ugc">http://Www.ihnasci.blogspot.com</a></p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Samira		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/gravida-pobre-e-negra-quando-a-violencia-e-omissao-obstetrica-matam-e-parir-vira-uma-questao-de-coragem/#comment-3961</link>

		<dc:creator><![CDATA[Samira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Apr 2014 01:09:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Olá, muito bom seu texto. 
Fábio são uma série de fatores envolvidos na morte de gestantes grávidas. Dentre eles, a questão socioeconômica e a que considero principal a inacessibilidade ao pré-natal, nos dados do SUS consta esta questão detalhada. Mulheres negras realizam menos consultas de pré-natal do que mulheres brancas, além de existirem doenças que afetam mais essas mulheres como a hipertensão. Enfim, se você se interessar dê uma olhada no material do SUS. Abraços.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, muito bom seu texto.<br />
Fábio são uma série de fatores envolvidos na morte de gestantes grávidas. Dentre eles, a questão socioeconômica e a que considero principal a inacessibilidade ao pré-natal, nos dados do SUS consta esta questão detalhada. Mulheres negras realizam menos consultas de pré-natal do que mulheres brancas, além de existirem doenças que afetam mais essas mulheres como a hipertensão. Enfim, se você se interessar dê uma olhada no material do SUS. Abraços.</p>
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		Por: fabio nogueira		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/gravida-pobre-e-negra-quando-a-violencia-e-omissao-obstetrica-matam-e-parir-vira-uma-questao-de-coragem/#comment-3955</link>

		<dc:creator><![CDATA[fabio nogueira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2014 20:08:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gente,desculpe pela minha ignorância,mas alguém poderia me dizer o que leva as mulheres negras gestantes serem as maiores vitimas de parto? O que alegam os médicos sobre essas mortes?

  Por favor,quero uma explicação.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gente,desculpe pela minha ignorância,mas alguém poderia me dizer o que leva as mulheres negras gestantes serem as maiores vitimas de parto? O que alegam os médicos sobre essas mortes?</p>
<p>  Por favor,quero uma explicação.</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Thaís		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/gravida-pobre-e-negra-quando-a-violencia-e-omissao-obstetrica-matam-e-parir-vira-uma-questao-de-coragem/#comment-3953</link>

		<dc:creator><![CDATA[Thaís]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Apr 2014 17:09:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Excelente texto!
Trabalhei em maternidade e sei como é a violência psicológica, verba e física a qual as mulheres são submetidas no momento de parir. A presença do acompanhante - garantida por lei desde 2005 - ainda não é permitida na maioria dos hospitais - muitos pais tem que recorrer à justiça - a mesma que obrigou Adelir a fazer a cesárea - para poder acompanhar o parto de suas parceiras (o que pode diminuir consideravelmente as chances de que esta sofra algum tipo de violência no pré, parto e pós-parto.
Acho importante ressaltar a importância da Rede Cegonha como estratégia para modificar esta realidade da atenção obstétrica brasileira. Apesar de ter apenas 3 anos, já pode se observar alguma influência no atendimento em alguns estabelecimentos do país. É um trabalho de formiguinha - a atenção obstétrica não vai mudar de um dia para o outro, até porque perpassa por posições medicalizadoras dos profissionais de saúde e da própria sociedade que ainda confunde parto normal e parto humanizado, por exemplo. Mas acho importante termos uma política nacional voltada para a diminuição da violência obstétrica, incentivando estabelecimentos e profissionais a adotarem a humanização do pré-natal, parto e nascimento como fundamento ideal da assistência obstétrica do país.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Excelente texto!<br />
Trabalhei em maternidade e sei como é a violência psicológica, verba e física a qual as mulheres são submetidas no momento de parir. A presença do acompanhante &#8211; garantida por lei desde 2005 &#8211; ainda não é permitida na maioria dos hospitais &#8211; muitos pais tem que recorrer à justiça &#8211; a mesma que obrigou Adelir a fazer a cesárea &#8211; para poder acompanhar o parto de suas parceiras (o que pode diminuir consideravelmente as chances de que esta sofra algum tipo de violência no pré, parto e pós-parto.<br />
Acho importante ressaltar a importância da Rede Cegonha como estratégia para modificar esta realidade da atenção obstétrica brasileira. Apesar de ter apenas 3 anos, já pode se observar alguma influência no atendimento em alguns estabelecimentos do país. É um trabalho de formiguinha &#8211; a atenção obstétrica não vai mudar de um dia para o outro, até porque perpassa por posições medicalizadoras dos profissionais de saúde e da própria sociedade que ainda confunde parto normal e parto humanizado, por exemplo. Mas acho importante termos uma política nacional voltada para a diminuição da violência obstétrica, incentivando estabelecimentos e profissionais a adotarem a humanização do pré-natal, parto e nascimento como fundamento ideal da assistência obstétrica do país.</p>
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