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	Comentários sobre: Isabel? Não, não me representa	</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>
		Por: Helena		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/isabel-nao-nao-me-representa/#comment-8151</link>

		<dc:creator><![CDATA[Helena]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 Feb 2016 22:48:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma observação: nem todos os brancos veem a Princesa Isabel como heroína ou consideram que ela &quot;apagou&quot; os horrores da escravidão.

Sou branca e sinto muita vergonha de saber ou de lembrar tantos horrores que as pessoas da minha cor cometeram.

Sei que nunca vou entender a dor das mulheres negras, afinal eu estou numa posição privilegiada no que concerne à raça.

Sempre tento deconstruir o racismo e não oprimir ninguém. Por isso adoro o blog e o sigo há muito tempo. 

Texto incrível, aliás!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma observação: nem todos os brancos veem a Princesa Isabel como heroína ou consideram que ela &#8220;apagou&#8221; os horrores da escravidão.</p>
<p>Sou branca e sinto muita vergonha de saber ou de lembrar tantos horrores que as pessoas da minha cor cometeram.</p>
<p>Sei que nunca vou entender a dor das mulheres negras, afinal eu estou numa posição privilegiada no que concerne à raça.</p>
<p>Sempre tento deconstruir o racismo e não oprimir ninguém. Por isso adoro o blog e o sigo há muito tempo. </p>
<p>Texto incrível, aliás!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: Des777		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/isabel-nao-nao-me-representa/#comment-7077</link>

		<dc:creator><![CDATA[Des777]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Aug 2015 18:28:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://blogueirasnegras.org/isabel-nao-nao-me-representa/#comment-6415&quot;&gt;Marcia&lt;/a&gt;.

Obrigado pelas indicações Márcia, já entraram na minha lista de leituras.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://blogueirasnegras.org/isabel-nao-nao-me-representa/#comment-6415">Marcia</a>.</p>
<p>Obrigado pelas indicações Márcia, já entraram na minha lista de leituras.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Lucas		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/isabel-nao-nao-me-representa/#comment-6664</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lucas]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2015 00:53:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Só uma pequena observação: a princesa era branca, mas não européia. D. Isabel nasceu no Rio de Janeiro em 1846 :)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Só uma pequena observação: a princesa era branca, mas não européia. D. Isabel nasceu no Rio de Janeiro em 1846 🙂</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Vanessa Moreira		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/isabel-nao-nao-me-representa/#comment-6626</link>

		<dc:creator><![CDATA[Vanessa Moreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2015 00:44:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[LINDO LINDO LINDO LINDO!!!! SEM PALAVRAS, PARABÉNS!!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>LINDO LINDO LINDO LINDO!!!! SEM PALAVRAS, PARABÉNS!!!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Larissa Veloso		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/isabel-nao-nao-me-representa/#comment-6452</link>

		<dc:creator><![CDATA[Larissa Veloso]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 17 May 2015 18:05:31 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Parabéns pelo texto, realmente muito bom. 
Estudei em uma escola meio &quot;diferente&quot;, que tinha essa ideia de contar a história completa das coisas pra gente. Por isso nunca vi a princesa Isabel como heroína. 
Mas senti falta de saber mais da história da África. A gente sabe nomes de reis, rainhas, cidades e datas europeus, porque não sabemos o mesmo da África? A história desse continente me foi contada como &quot;tinha um monte de tribo, aí os Europeus vieram, iniciaram um comércio, e depois colonizaram&quot;. O mesmo tipo de história que contam sobre os indígenas sul-americanos. Mas as coisas não são simplesmente assim. O que acontecia na África durante a época feudal? Como era o Brasil durante a idade da Grécia Antiga? Por que não aprendemos lendas africanas na escola, e só os &quot;contos de Grimm&quot;? Por que não aprendemos lendas indígenas? 
Desconfio que essas informações nos fazem muita falta. A todos, negras, negros, brancas e brancos (que dirá a mim, que nem sei direito de que cor que eu sou).]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns pelo texto, realmente muito bom.<br />
Estudei em uma escola meio &#8220;diferente&#8221;, que tinha essa ideia de contar a história completa das coisas pra gente. Por isso nunca vi a princesa Isabel como heroína.<br />
Mas senti falta de saber mais da história da África. A gente sabe nomes de reis, rainhas, cidades e datas europeus, porque não sabemos o mesmo da África? A história desse continente me foi contada como &#8220;tinha um monte de tribo, aí os Europeus vieram, iniciaram um comércio, e depois colonizaram&#8221;. O mesmo tipo de história que contam sobre os indígenas sul-americanos. Mas as coisas não são simplesmente assim. O que acontecia na África durante a época feudal? Como era o Brasil durante a idade da Grécia Antiga? Por que não aprendemos lendas africanas na escola, e só os &#8220;contos de Grimm&#8221;? Por que não aprendemos lendas indígenas?<br />
Desconfio que essas informações nos fazem muita falta. A todos, negras, negros, brancas e brancos (que dirá a mim, que nem sei direito de que cor que eu sou).</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Marcia		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/isabel-nao-nao-me-representa/#comment-6445</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 16 May 2015 18:32:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://blogueirasnegras.org/isabel-nao-nao-me-representa/#comment-6415&quot;&gt;Marcia&lt;/a&gt;.

Des777, O Império da Necessidade, de Greg Landin,  é um livro interessante sobre o cotidiano dos escravizados...  

Da sua fala, faltaria, na minha modesta opinião, dizer que a lei do sexagenário é introduzida somente nos anos finais do regime escravagista, numa tentativa desesperada de manter o regime de pé, mesmo quando este já não era necessário aos propósitos imperialistas mundo a fora. Argumentar que todos os escravos urbanos alcançavam seis décadas de vida, de certa forma, mais uma vez na minha modesta opinião, colabora ainda que involuntariamente, para a &quot;propaganda da escravidão branda&quot;, ainda que tal brandura estivesse localizada  em determinados setores econômicos onde foi aplicada este tipo de mão-de-obra.

Por outro lado, nem mesmo brancos livres alcançavam todos os sessenta anos de idade, visto que mesmo no final do século 19, a expectativa dos que aqui viviam não alcançava este patamar.
Em retribuição aos seus links, sugiro, Capitalismo e Escravidão, de Eric Willians. Obra ícone da investigação sobre a escravidão e seus legados, bem como sua  com questões capitais ( sem trocadilhos) que até hoje nos mata. Obra de 1944, reeditada recentemente, fonte provável de Lilia Schawarz.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://blogueirasnegras.org/isabel-nao-nao-me-representa/#comment-6415">Marcia</a>.</p>
<p>Des777, O Império da Necessidade, de Greg Landin,  é um livro interessante sobre o cotidiano dos escravizados&#8230;  </p>
<p>Da sua fala, faltaria, na minha modesta opinião, dizer que a lei do sexagenário é introduzida somente nos anos finais do regime escravagista, numa tentativa desesperada de manter o regime de pé, mesmo quando este já não era necessário aos propósitos imperialistas mundo a fora. Argumentar que todos os escravos urbanos alcançavam seis décadas de vida, de certa forma, mais uma vez na minha modesta opinião, colabora ainda que involuntariamente, para a &#8220;propaganda da escravidão branda&#8221;, ainda que tal brandura estivesse localizada  em determinados setores econômicos onde foi aplicada este tipo de mão-de-obra.</p>
<p>Por outro lado, nem mesmo brancos livres alcançavam todos os sessenta anos de idade, visto que mesmo no final do século 19, a expectativa dos que aqui viviam não alcançava este patamar.<br />
Em retribuição aos seus links, sugiro, Capitalismo e Escravidão, de Eric Willians. Obra ícone da investigação sobre a escravidão e seus legados, bem como sua  com questões capitais ( sem trocadilhos) que até hoje nos mata. Obra de 1944, reeditada recentemente, fonte provável de Lilia Schawarz.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Des777		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/isabel-nao-nao-me-representa/#comment-6437</link>

		<dc:creator><![CDATA[Des777]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2015 11:52:29 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://blogueirasnegras.org/isabel-nao-nao-me-representa/#comment-6415&quot;&gt;Marcia&lt;/a&gt;.

A vida de um escravo era reduzida devido a função que praticava, portanto essa data de expiração de 8 anos se aplicava às atividades que moiam gente, engenho de cana, mineração... Os escravos urbanos e da pecuária em funções de feitoria, além dos escravos domésticos, conseguiam atingir tal idade em que eram descartados. 
Essa página abaixo mostra um pouco dessas pessoas ao fim da escravidão retratadas pelos fotógrafos do império. O comentário é de Lilia Schwarcz uma historiadora e mostra bem essa questão do Império querer fazer propaganda da escravidão &quot;branda&quot; que acontecia por aqui, vergonha para a casa real na Europa, &quot;matriz&quot; do último país a ser forçado (economicamente) a abolir a escravidão.

http://www.blogdoims.com.br/ims/entre-cantos-e-chibatas-conversa-com-lilia-schwarcz

O Paiz –  Edição de 14 de maio de 1888
http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_02&#038;PagFis=13781

A Gazeta de Notícias –  Edição de 14 de maio de 1888
http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=178691_01&#038;PagFis=5322]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://blogueirasnegras.org/isabel-nao-nao-me-representa/#comment-6415">Marcia</a>.</p>
<p>A vida de um escravo era reduzida devido a função que praticava, portanto essa data de expiração de 8 anos se aplicava às atividades que moiam gente, engenho de cana, mineração&#8230; Os escravos urbanos e da pecuária em funções de feitoria, além dos escravos domésticos, conseguiam atingir tal idade em que eram descartados.<br />
Essa página abaixo mostra um pouco dessas pessoas ao fim da escravidão retratadas pelos fotógrafos do império. O comentário é de Lilia Schwarcz uma historiadora e mostra bem essa questão do Império querer fazer propaganda da escravidão &#8220;branda&#8221; que acontecia por aqui, vergonha para a casa real na Europa, &#8220;matriz&#8221; do último país a ser forçado (economicamente) a abolir a escravidão.</p>
<p><a href="http://www.blogdoims.com.br/ims/entre-cantos-e-chibatas-conversa-com-lilia-schwarcz" rel="nofollow ugc">http://www.blogdoims.com.br/ims/entre-cantos-e-chibatas-conversa-com-lilia-schwarcz</a></p>
<p>O Paiz –  Edição de 14 de maio de 1888<br />
<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_02&#038;PagFis=13781" rel="nofollow ugc">http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=103730_02&#038;PagFis=13781</a></p>
<p>A Gazeta de Notícias –  Edição de 14 de maio de 1888<br />
<a href="http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=178691_01&#038;PagFis=5322" rel="nofollow ugc">http://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=178691_01&#038;PagFis=5322</a></p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Marcia		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/isabel-nao-nao-me-representa/#comment-6415</link>

		<dc:creator><![CDATA[Marcia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2015 23:32:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Duas questões: a autora afirma em seu texto que 13 de maio é feriado? Graças aos deuses, não é... Não ha nada o  que celebrar em uma farça. Outra: Complementar que a lei do sexagenário, ou seja aquela que tornava livre um escravo ao completar 60 anos era apenas um faz de conta, uma vez que a a expectativa de vida de um escravizado era de apenas 8 anos...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Duas questões: a autora afirma em seu texto que 13 de maio é feriado? Graças aos deuses, não é&#8230; Não ha nada o  que celebrar em uma farça. Outra: Complementar que a lei do sexagenário, ou seja aquela que tornava livre um escravo ao completar 60 anos era apenas um faz de conta, uma vez que a a expectativa de vida de um escravizado era de apenas 8 anos&#8230;</p>
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