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	Comentários sobre: Uma carta de amor aberta para o meu filho: Sobre luto, amor e maternidade negra	</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>
		Por: Simoes Suely Alcantara		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Simoes Suely Alcantara]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Feb 2014 03:56:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Aparece filme que assistia qdo. Bem intenso,revoltante.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Aparece filme que assistia qdo. Bem intenso,revoltante.</p>
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		Por: Dalvacir		</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dalvacir]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Aug 2013 02:17:03 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Uma bela carta, carregada nas experiências de quem luta pela sobrevivência.
Também tive a experiência de criar um filho negro, sei o que significa ser melhor em tudo para ser visto como mediano entre os brancos...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Uma bela carta, carregada nas experiências de quem luta pela sobrevivência.<br />
Também tive a experiência de criar um filho negro, sei o que significa ser melhor em tudo para ser visto como mediano entre os brancos&#8230;</p>
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		<title>
		Por: Amanda		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/maternidade-negra/#comment-1262</link>

		<dc:creator><![CDATA[Amanda]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jul 2013 22:06:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nossa! Sempre senti algo parecido com o que foi descrito pela Christen Smith. Quando era mais nova achava que seria ótimo ser mãe algum dia. Mas ao passar dos anos fui percebendo o mundo que estava inserida. Sou negra, de classe média e rodeada de pessoas brancas por todos os lados. Fui crescendo ouvindo piadas machistas e racistas, comuns neste meio conservador que pertence a classe média. Fui vítima por diversas vezes do racismo velado e descarado, que faz parte do meu cotidiano como de qualquer outra pessoa negra.
Já adulta desisti de ser mãe por completo, justamente porque conheço o ambiente em que será criada essa criança. Comecei a ter a ideia de que eu seria um monstro de trazer alguém tão inocente à um mundo tão perverso. Meu marido também é negro e deseja muito ter um filho. Nunca contei a ele que o motivo da negação seria esse: medo do meu filho ser parado por um policial por estar com um bom carro (como aconteceu com meu irmão, inclusive na porta da casa dele); medo da milha filha não ter autoestima porque tem traços e cabelos diferentes das colegas de colégio e ser preterida (como já aconteceu comigo) por esse motivo... Enfim, motivos que parecem que fui vencida pelo domínio racial branco.
Tenho forças para quebrar barreiras, sair às ruas, ocupar espaços que antes não eram ocupados por negras; mas não tenho forças para ver tudo isso acontecendo com meus filhos. Me sinto co-autora dessa violência, jogando-os para os leões. A autora descreveu muito bem: &quot;Luto, amor e maternidade negra&quot;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nossa! Sempre senti algo parecido com o que foi descrito pela Christen Smith. Quando era mais nova achava que seria ótimo ser mãe algum dia. Mas ao passar dos anos fui percebendo o mundo que estava inserida. Sou negra, de classe média e rodeada de pessoas brancas por todos os lados. Fui crescendo ouvindo piadas machistas e racistas, comuns neste meio conservador que pertence a classe média. Fui vítima por diversas vezes do racismo velado e descarado, que faz parte do meu cotidiano como de qualquer outra pessoa negra.<br />
Já adulta desisti de ser mãe por completo, justamente porque conheço o ambiente em que será criada essa criança. Comecei a ter a ideia de que eu seria um monstro de trazer alguém tão inocente à um mundo tão perverso. Meu marido também é negro e deseja muito ter um filho. Nunca contei a ele que o motivo da negação seria esse: medo do meu filho ser parado por um policial por estar com um bom carro (como aconteceu com meu irmão, inclusive na porta da casa dele); medo da milha filha não ter autoestima porque tem traços e cabelos diferentes das colegas de colégio e ser preterida (como já aconteceu comigo) por esse motivo&#8230; Enfim, motivos que parecem que fui vencida pelo domínio racial branco.<br />
Tenho forças para quebrar barreiras, sair às ruas, ocupar espaços que antes não eram ocupados por negras; mas não tenho forças para ver tudo isso acontecendo com meus filhos. Me sinto co-autora dessa violência, jogando-os para os leões. A autora descreveu muito bem: &#8220;Luto, amor e maternidade negra&#8221;.</p>
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		<title>
		Por: Maria Luiza Junior		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/maternidade-negra/#comment-1261</link>

		<dc:creator><![CDATA[Maria Luiza Junior]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Jul 2013 04:18:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Tantas vezes eu procurei palavras para expressar a dor de meu cotidiano de mãe de três filhos negros e mais dois netos negros. As noites insones, as lágrimas que correm fáceis diante de qualquer alegria - o visceral terror de que outras mães de negros sentem é o meu, faz parte de mim tanto quanto fez parte de minha avó...Pateticamente sou grata por eles estarem vivos, por levantarem a cada bordoada, por serem guerreiros, por suportarem o rol insano de exigências que eu faço para que deem sinal de vida, e, sempre que possível não se coloquem em perigo. São  guerreiros que tem sabido recuar mais que avançar, embora a cada recuo morram um pouquinho. Obrigada a Christen Smith por suas palavras e as Blogueiras Negras por compartilhar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tantas vezes eu procurei palavras para expressar a dor de meu cotidiano de mãe de três filhos negros e mais dois netos negros. As noites insones, as lágrimas que correm fáceis diante de qualquer alegria &#8211; o visceral terror de que outras mães de negros sentem é o meu, faz parte de mim tanto quanto fez parte de minha avó&#8230;Pateticamente sou grata por eles estarem vivos, por levantarem a cada bordoada, por serem guerreiros, por suportarem o rol insano de exigências que eu faço para que deem sinal de vida, e, sempre que possível não se coloquem em perigo. São  guerreiros que tem sabido recuar mais que avançar, embora a cada recuo morram um pouquinho. Obrigada a Christen Smith por suas palavras e as Blogueiras Negras por compartilhar.</p>
]]></content:encoded>
		
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		<item>
		<title>
		Por: dila		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/maternidade-negra/#comment-1260</link>

		<dc:creator><![CDATA[dila]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jul 2013 04:16:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ler uma, duas, n veses esse belo texto, é revisitar a memoria e lembrar de amigos, alunos, conhecidos jovens e crianças negras mortos, por serem  &quot;suspeitos&quot;, por terem o defeito da cor. Nesse momento que escrevo minha tese, cada leitura é um momento de lembrar do que somos e do que foi reservado para nos mulheres e homen negros, lembrar da nossa luta diaria e sim Christien e Viviane, reviver o medo que tenho em relação ao futuro dos nossos  jovens negros. Ao deitar todos os dias suplico ao Deus que creio, que tome conta de cada um desses jovens no mundo. Negros do Brasil, moradores no Rio de Janeiro, na Bahia, Salvador, etc. E peço para que a nossas antepassadas esteja ao nosso redor nessa luta.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ler uma, duas, n veses esse belo texto, é revisitar a memoria e lembrar de amigos, alunos, conhecidos jovens e crianças negras mortos, por serem  &#8220;suspeitos&#8221;, por terem o defeito da cor. Nesse momento que escrevo minha tese, cada leitura é um momento de lembrar do que somos e do que foi reservado para nos mulheres e homen negros, lembrar da nossa luta diaria e sim Christien e Viviane, reviver o medo que tenho em relação ao futuro dos nossos  jovens negros. Ao deitar todos os dias suplico ao Deus que creio, que tome conta de cada um desses jovens no mundo. Negros do Brasil, moradores no Rio de Janeiro, na Bahia, Salvador, etc. E peço para que a nossas antepassadas esteja ao nosso redor nessa luta.</p>
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