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	Comentários sobre: Mulher negra e universitária	</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
	<lastBuildDate>Thu, 10 Mar 2016 00:18:53 +0000</lastBuildDate>
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		<title>
		Por: euuu		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/mulher-negra-universitaria/#comment-8297</link>

		<dc:creator><![CDATA[euuu]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Mar 2016 00:18:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Na minha sala a maioria é da cor parda (claros) ou brancos, há uma negra da cor parda mais escura, e eu sou a única de cor PRETA.
Eu confesso que minha autoestima não está das melhores, não sei se estou vendo coisa que não devo, mas me sinto excluída. Tá um inferno.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na minha sala a maioria é da cor parda (claros) ou brancos, há uma negra da cor parda mais escura, e eu sou a única de cor PRETA.<br />
Eu confesso que minha autoestima não está das melhores, não sei se estou vendo coisa que não devo, mas me sinto excluída. Tá um inferno.</p>
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		<title>
		Por: Andréia Borges De Oliveira Stertz		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/mulher-negra-universitaria/#comment-3546</link>

		<dc:creator><![CDATA[Andréia Borges De Oliveira Stertz]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Feb 2014 14:20:28 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Incrível o seu texto, verdadeiro e emocionante. A situação do ensino do Brasil é muito complicada mesmo, sobre comentários preconceituosos em meio acadêmico, penso que essa é umas das respostas do porque nossa sociedade ainda é tão misógina, racista, homofóbica, etc. Tais preconceitos e crenças absurdas ainda são alimentadas dentro das famílias, dentro das universidades, ainda é reproduzida diante dos próprios oprimidos que se regozijam com o deboche que é feito deles próprios. Fraqueza de uns, força de outros. Há quem resista bravamente e essa força de vontade em mudar essa realidade de discriminação e violência serve de exemplo para as mudanças sociais que se fazem imperiosamente necessárias. A luta da mulher negra é dobrada, pois além do machismo nosso de cada dia, ainda enfrenta o racismo, que tem o único intuito de humilhar e segregar de forma covarde e irracional um ser humano em função da cor da sua pele. Mas a vitória da mulher negra deve ser comemorada em dobro também. Minhas felicitações a todas as negras que lutam e rompem, a duras penas, as barreiras da opressão, do preconceito, da violência e hoje buscam um futuro melhor para si, seus filhos e consequentemente para toda a sociedade.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Incrível o seu texto, verdadeiro e emocionante. A situação do ensino do Brasil é muito complicada mesmo, sobre comentários preconceituosos em meio acadêmico, penso que essa é umas das respostas do porque nossa sociedade ainda é tão misógina, racista, homofóbica, etc. Tais preconceitos e crenças absurdas ainda são alimentadas dentro das famílias, dentro das universidades, ainda é reproduzida diante dos próprios oprimidos que se regozijam com o deboche que é feito deles próprios. Fraqueza de uns, força de outros. Há quem resista bravamente e essa força de vontade em mudar essa realidade de discriminação e violência serve de exemplo para as mudanças sociais que se fazem imperiosamente necessárias. A luta da mulher negra é dobrada, pois além do machismo nosso de cada dia, ainda enfrenta o racismo, que tem o único intuito de humilhar e segregar de forma covarde e irracional um ser humano em função da cor da sua pele. Mas a vitória da mulher negra deve ser comemorada em dobro também. Minhas felicitações a todas as negras que lutam e rompem, a duras penas, as barreiras da opressão, do preconceito, da violência e hoje buscam um futuro melhor para si, seus filhos e consequentemente para toda a sociedade.</p>
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		<title>
		Por: Eliane		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/mulher-negra-universitaria/#comment-1586</link>

		<dc:creator><![CDATA[Eliane]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Sep 2013 15:19:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Comigo foi até o contrário. Sou de classe média, negra, sempre estudei a minha vida toda em escola particular, a minha construção social  e rede de relacionamentos foi sempre no meio de pessoas brancas.Na maioria das vezes eu era a exceção da sala por ser a unica negra. Minha mãe sempre chamou a atenção da escola para q eu não sofresse qualquer tipo de discriminação. Mesmo com alguns projetos na escola sobre identidade negra, era difícil, ao mesmo tempo q não me aceitava, procurava me invisibilizar já q não tinha os padrões mesmo. Ao passar em no curso federal de Ciências Sociais passei por um processo de construção da minha identidade como mulher e NEGRA acima de tudo, a conhecer minhas raízes, não ter vergonha de admitir q gosto da cultura afro tanto no gosto musical quanto estético, a me sentir linda sendo negra e consciente politicamente dos significados desta auto-afirmação. Outro aspecto interessante foi a convivência com outras pessoas da minha cor além do meu âmbito familiar, acreditem se quiser mas eu estranhei no início! A minha vida toda sempre fui a exceção à regra e de repente estava em um ambiente com pessoas da minha cor também (claro que não passavam nem da metade do numero total de estudantes). Mas a formação em Ciências Sociais além de me proporcionar um diploma foi um divisor de àguas muito importante na minha vida.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Comigo foi até o contrário. Sou de classe média, negra, sempre estudei a minha vida toda em escola particular, a minha construção social  e rede de relacionamentos foi sempre no meio de pessoas brancas.Na maioria das vezes eu era a exceção da sala por ser a unica negra. Minha mãe sempre chamou a atenção da escola para q eu não sofresse qualquer tipo de discriminação. Mesmo com alguns projetos na escola sobre identidade negra, era difícil, ao mesmo tempo q não me aceitava, procurava me invisibilizar já q não tinha os padrões mesmo. Ao passar em no curso federal de Ciências Sociais passei por um processo de construção da minha identidade como mulher e NEGRA acima de tudo, a conhecer minhas raízes, não ter vergonha de admitir q gosto da cultura afro tanto no gosto musical quanto estético, a me sentir linda sendo negra e consciente politicamente dos significados desta auto-afirmação. Outro aspecto interessante foi a convivência com outras pessoas da minha cor além do meu âmbito familiar, acreditem se quiser mas eu estranhei no início! A minha vida toda sempre fui a exceção à regra e de repente estava em um ambiente com pessoas da minha cor também (claro que não passavam nem da metade do numero total de estudantes). Mas a formação em Ciências Sociais além de me proporcionar um diploma foi um divisor de àguas muito importante na minha vida.</p>
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		<title>
		Por: luiza		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/mulher-negra-universitaria/#comment-761</link>

		<dc:creator><![CDATA[luiza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jun 2013 19:44:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[É muito triste ver como nas universidades existe uma extensão desses mesmos preconceitos que eu vivencio diariamente no ambiente hostil das salas de aula.A educação deveria ser o exercício da reflexão e não esse alienante copia e cola que transforma nossos jovens em insensíveis,volúveis,e facilmente manipulados pelo pensamento dominante.
 Parabéns,você escreve muito bem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É muito triste ver como nas universidades existe uma extensão desses mesmos preconceitos que eu vivencio diariamente no ambiente hostil das salas de aula.A educação deveria ser o exercício da reflexão e não esse alienante copia e cola que transforma nossos jovens em insensíveis,volúveis,e facilmente manipulados pelo pensamento dominante.<br />
 Parabéns,você escreve muito bem.</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Flávia Saraiva		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/mulher-negra-universitaria/#comment-760</link>

		<dc:creator><![CDATA[Flávia Saraiva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jun 2013 19:17:19 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Eu adorei seu texto, ele me disse coisas maravilhosas que são objetos de reflexão em relação ao nosso meio social. Sou estudante de História, negra e bolsista numa faculdade particular aqui no Rio de Janeiro. Na universidade onde estudo tem várias pessoas negras entre alunos da minha turma e tenho apenas um professor negro, mas não me lembro de ter visto outro. Há algum tempo atrás ainda no ensino médio ouvi de uma amiga que falou, acredito que por pura ignorância, que o “negro tem preconceito com ele mesmo”, por causa de sua postura, ela havia citado até um tio como exemplo, que seria preconceituoso caso a filha arrumasse um namorado negro, detalhe: o pai da moça é negro, por isso sei que essa minha amiga não teve maldade a dizer isso. Porém isso me incomodou, mas na época por ignorância não tive palavras para debater. Hoje na universidade conheci uma pessoa militante da causa negra que era da minha turma, conversando com ele me interessei a pesquisar e interagir nesse meio que fala sobre o racismo. O racismo que muitas pessoas torcem o nariz e dizem ser uma utopia, que nós sabemos que não é, e sim uma realidade que muitos fingem não existir, mas que está presente em todos os lugares e na mente da população ainda acorrentada com as correntes de outrora que prendiam nossos ancestrais, só que desta vez as correntes acorrentam a mente e vendam os olhos, de quem não quer enxergar a realidade. Em uma dessas minhas pesquisas que citei anteriormente encontrei esse blog e outros veículos de informações sobre o racismo pela internet, isso me ajudou muito a identificar e poder falar sobre isso. 
Certa vez num curso que faço a professora disse que o racismo não existe, eu disse que existe sim. E que somos nós quem muitas vezes não percebemos. O assunto se encerrou.  Hoje na sala quando estávamos falando sobre o que cada um gostaria de melhorar no mundo, eu disse ser: A intolerância, a falta de respeito contra as pessoas e suas escolhas. A professora perguntou ser o preconceito. Eu disse que sim. Uma colega de turma, antes que eu pudesse me explicar, disse que eu já havia tocado neste assunto antes e que seria eu quem estivesse incomodada com a minha cor. Creio eu que ela deve ter se lembrando do primeiro dia de aula. Eu desta vez pude rebater dizendo que não falava do preconceito racial, mas do preconceito de classe, religião, sexo e escolha, mesmo sabendo que o preconceito racial existe. Porém esses eram os meus principais tópicos, pois todos já haviam falado em melhorar a saúde, educação, segurança, entre outros, por isso eu citei aquelas palavras, pois só além do respeito e tolerância é que podemos melhorar esses aspectos, pois todos nós temos algum preconceito dentro de nós e não precisa ser racial, pois o preconceito de classe é que cega à maioria da população brasileira com suas ideologias implantadas nas escolas públicas, nas mídias de TV aberta que faz as pessoas aceitarem e se conformarem com toda a esmola dada pelo governo, entre outras coisas que disse o que acabou ser tornando um discurso por parte minha. Ela não esperava a minha resposta e disse não ter entendido. A professora gostou do meu discurso e acrescentou pormenores que não vejo necessidade de citar, até mesmo pelo assunto ser outro.
Me senti orgulhosa de mim mesma, a debater desta forma.  Até me chamaram do contra quando disse que não ia falar sobre saúde, educação e tec... No que na verdade mesmo sem querer acabei dizendo pela ideia que compartilhei com meus colegas de turma, mas uma coisa é fato; acho melhor ser do contra do que ter ideias iguais as da maioria das pessoas, pois isso é ser a famosa “Maria vai com as outras”, e se privar da velha e própria opinião formada que pode ser reformulada. 
As blogueiras negras têm sido um incentivo muito grande para mim. Estou orgulhosa por minhas escolhas, minha cor, e por conseguir formar opinião própria e mostrar para algumas pessoas que o preconceito existe de um jeito ou de outro e que negá-lo é ser tão racista quanto às pessoas que o praticam, mesmo que inconscientemente.  
Um beijo enorme.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Eu adorei seu texto, ele me disse coisas maravilhosas que são objetos de reflexão em relação ao nosso meio social. Sou estudante de História, negra e bolsista numa faculdade particular aqui no Rio de Janeiro. Na universidade onde estudo tem várias pessoas negras entre alunos da minha turma e tenho apenas um professor negro, mas não me lembro de ter visto outro. Há algum tempo atrás ainda no ensino médio ouvi de uma amiga que falou, acredito que por pura ignorância, que o “negro tem preconceito com ele mesmo”, por causa de sua postura, ela havia citado até um tio como exemplo, que seria preconceituoso caso a filha arrumasse um namorado negro, detalhe: o pai da moça é negro, por isso sei que essa minha amiga não teve maldade a dizer isso. Porém isso me incomodou, mas na época por ignorância não tive palavras para debater. Hoje na universidade conheci uma pessoa militante da causa negra que era da minha turma, conversando com ele me interessei a pesquisar e interagir nesse meio que fala sobre o racismo. O racismo que muitas pessoas torcem o nariz e dizem ser uma utopia, que nós sabemos que não é, e sim uma realidade que muitos fingem não existir, mas que está presente em todos os lugares e na mente da população ainda acorrentada com as correntes de outrora que prendiam nossos ancestrais, só que desta vez as correntes acorrentam a mente e vendam os olhos, de quem não quer enxergar a realidade. Em uma dessas minhas pesquisas que citei anteriormente encontrei esse blog e outros veículos de informações sobre o racismo pela internet, isso me ajudou muito a identificar e poder falar sobre isso.<br />
Certa vez num curso que faço a professora disse que o racismo não existe, eu disse que existe sim. E que somos nós quem muitas vezes não percebemos. O assunto se encerrou.  Hoje na sala quando estávamos falando sobre o que cada um gostaria de melhorar no mundo, eu disse ser: A intolerância, a falta de respeito contra as pessoas e suas escolhas. A professora perguntou ser o preconceito. Eu disse que sim. Uma colega de turma, antes que eu pudesse me explicar, disse que eu já havia tocado neste assunto antes e que seria eu quem estivesse incomodada com a minha cor. Creio eu que ela deve ter se lembrando do primeiro dia de aula. Eu desta vez pude rebater dizendo que não falava do preconceito racial, mas do preconceito de classe, religião, sexo e escolha, mesmo sabendo que o preconceito racial existe. Porém esses eram os meus principais tópicos, pois todos já haviam falado em melhorar a saúde, educação, segurança, entre outros, por isso eu citei aquelas palavras, pois só além do respeito e tolerância é que podemos melhorar esses aspectos, pois todos nós temos algum preconceito dentro de nós e não precisa ser racial, pois o preconceito de classe é que cega à maioria da população brasileira com suas ideologias implantadas nas escolas públicas, nas mídias de TV aberta que faz as pessoas aceitarem e se conformarem com toda a esmola dada pelo governo, entre outras coisas que disse o que acabou ser tornando um discurso por parte minha. Ela não esperava a minha resposta e disse não ter entendido. A professora gostou do meu discurso e acrescentou pormenores que não vejo necessidade de citar, até mesmo pelo assunto ser outro.<br />
Me senti orgulhosa de mim mesma, a debater desta forma.  Até me chamaram do contra quando disse que não ia falar sobre saúde, educação e tec&#8230; No que na verdade mesmo sem querer acabei dizendo pela ideia que compartilhei com meus colegas de turma, mas uma coisa é fato; acho melhor ser do contra do que ter ideias iguais as da maioria das pessoas, pois isso é ser a famosa “Maria vai com as outras”, e se privar da velha e própria opinião formada que pode ser reformulada.<br />
As blogueiras negras têm sido um incentivo muito grande para mim. Estou orgulhosa por minhas escolhas, minha cor, e por conseguir formar opinião própria e mostrar para algumas pessoas que o preconceito existe de um jeito ou de outro e que negá-lo é ser tão racista quanto às pessoas que o praticam, mesmo que inconscientemente.<br />
Um beijo enorme.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Silvia Vieira		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/mulher-negra-universitaria/#comment-759</link>

		<dc:creator><![CDATA[Silvia Vieira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jun 2013 16:21:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Parabéns Luma pelo texto!! Desnecessário dizer que assim como você e demais depoimentos,me identifiquei com sua história e luta.Também sou estudante de uma universidade Federal,entrei pelo sistema de cotas e rendimentos,no entanto, é visível a discriminação e escassez na representação de alunos negros nos Campus.Em minha sala(História),sou a única:mulher e negra,para não falar dos poucos negros que existem e não tem militância,engajamento e mesmo assumem sua etnia,por ausência de coragem ou para não terem que andar na &quot;contra mão&quot;...mas sou a favor de um espaço como esse para expressar, debater e encontrar propostas para reverter essa triste realidade,parafraseando-a:&quot;O importante é procurar estar atento aos processos que estão ocorrendo dentro dessa sociedade, não só em relação ao negro, ou em relação à mulher. Você tem que estar atento a esse processo global e atuar no interior dele para poder efetivamente desenvolver estratégias de luta.&quot;PARABÉNS NOVAMENTE E SEMPRE!!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Parabéns Luma pelo texto!! Desnecessário dizer que assim como você e demais depoimentos,me identifiquei com sua história e luta.Também sou estudante de uma universidade Federal,entrei pelo sistema de cotas e rendimentos,no entanto, é visível a discriminação e escassez na representação de alunos negros nos Campus.Em minha sala(História),sou a única:mulher e negra,para não falar dos poucos negros que existem e não tem militância,engajamento e mesmo assumem sua etnia,por ausência de coragem ou para não terem que andar na &#8220;contra mão&#8221;&#8230;mas sou a favor de um espaço como esse para expressar, debater e encontrar propostas para reverter essa triste realidade,parafraseando-a:&#8221;O importante é procurar estar atento aos processos que estão ocorrendo dentro dessa sociedade, não só em relação ao negro, ou em relação à mulher. Você tem que estar atento a esse processo global e atuar no interior dele para poder efetivamente desenvolver estratégias de luta.&#8221;PARABÉNS NOVAMENTE E SEMPRE!!!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Emmely		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/mulher-negra-universitaria/#comment-758</link>

		<dc:creator><![CDATA[Emmely]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jun 2013 03:08:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[bom concordo com muita coisa que você escreveu, pq também sou negra e estudo numa faculdade pública onde 95% das pessoas são brancas e de alta classe social. Me lembro que no meu primeiro dia de aula estava perdida, sabia nem onde era minha sala, eu era apenas uma menina  no meio daquela gente que me olhava torto, por não estar dentro dos &#039;padrões&#039; aceitos. Hoje com mais de um ano de faculdade, tenho 18, vejo que eu consegui ignorar a forma como as vezes me olhavam, e a não me importar com o que elas pensam. sempre estudei em escola pública e passei no vestibular de primeira com 17 anos de idade, e hoje vejo várias pessoas na minha turma que são de alta classe, olhos claros que não tem um alto desemprenho. Porque eu seu o que estudei para estar na melhor universidade de meu curso do estado, e não vai ser olhares tortos, curso elitistas que vai me fazer desistir de tudo que eu quero para mim. Muito bom seu texto !]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>bom concordo com muita coisa que você escreveu, pq também sou negra e estudo numa faculdade pública onde 95% das pessoas são brancas e de alta classe social. Me lembro que no meu primeiro dia de aula estava perdida, sabia nem onde era minha sala, eu era apenas uma menina  no meio daquela gente que me olhava torto, por não estar dentro dos &#8216;padrões&#8217; aceitos. Hoje com mais de um ano de faculdade, tenho 18, vejo que eu consegui ignorar a forma como as vezes me olhavam, e a não me importar com o que elas pensam. sempre estudei em escola pública e passei no vestibular de primeira com 17 anos de idade, e hoje vejo várias pessoas na minha turma que são de alta classe, olhos claros que não tem um alto desemprenho. Porque eu seu o que estudei para estar na melhor universidade de meu curso do estado, e não vai ser olhares tortos, curso elitistas que vai me fazer desistir de tudo que eu quero para mim. Muito bom seu texto !</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Emilia Bretan		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/mulher-negra-universitaria/#comment-757</link>

		<dc:creator><![CDATA[Emilia Bretan]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 12 Jun 2013 02:02:38 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[se eu fosse sua professora, te orientaria sem pestanejar. não sei onde vc está estudando, mas se eu puder de alguma forma ajudar, entre em contato. não entendo profundamente desses temas mas tenho interesse em compartilhar da sua busca por esse saber. e também conheço professores de letras de universidades públicas (USP-UNICAMP) e outros pesquisadores que com certeza se disporiam a trocar ideias com vc. sou professora do Mackenzie-Campinas mas moro em SP. estou à disposição!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>se eu fosse sua professora, te orientaria sem pestanejar. não sei onde vc está estudando, mas se eu puder de alguma forma ajudar, entre em contato. não entendo profundamente desses temas mas tenho interesse em compartilhar da sua busca por esse saber. e também conheço professores de letras de universidades públicas (USP-UNICAMP) e outros pesquisadores que com certeza se disporiam a trocar ideias com vc. sou professora do Mackenzie-Campinas mas moro em SP. estou à disposição!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: THACYANA		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/mulher-negra-universitaria/#comment-756</link>

		<dc:creator><![CDATA[THACYANA]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jun 2013 23:58:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Me identifico com sua história de vida, de classe de etnia, também estudei em escola pública e passaram-se mais de quatro anos pra eu conseguir adentrar na Universidade Pública, não queria particulares, queria aquilo que me era de Direito... Histórias assim nos movem na luta...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Me identifico com sua história de vida, de classe de etnia, também estudei em escola pública e passaram-se mais de quatro anos pra eu conseguir adentrar na Universidade Pública, não queria particulares, queria aquilo que me era de Direito&#8230; Histórias assim nos movem na luta&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Virgínia		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/mulher-negra-universitaria/#comment-755</link>

		<dc:creator><![CDATA[Virgínia]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Jun 2013 19:29:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Olá, Luma, gostei bastante do seu texto. Além de me identificar, pois sou mais uma negra estudante de Letras, mas com bolsa do Prouni em faculdade particular (a federal mais perto da minha cidade, Divinópolis, é em Belo Horizonte, e eu não pude nem ir fazer a segunda etapa do vestibular lá...) Também fiz cursinho comunitário.
Já acompanho o blog há algum tempo e sempre acho muito interessante, mas achei que esse seria o post para comentar. Eu não entrei por cotas. Optei, no ENEM, por participar apenas das cotas para estudantes de escola pública/baixa renda. Sempre achei que entrar na faculdade por ser negra tiraria meu mérito, afinal isso não tem nada a ver com a minha nota. É com toda a humildade que eu coloco meu ponto de vista aqui, e gostaria que vocês me esclarecessem como acham que as cotas são benéficas. A maioria das pessoas (brancas) que eu sempre ouvi serem a favor de cotas o falam meio que por &quot;medo&quot; de discriminar, entende? Ou negros que nunca pensaram muito no assunto. As pessoas não buscam saber mais sobre isso. E eu, que queria entender mais, até hoje não me convenci. Não encontro a lógica por trás disso. Eu sou pobre e estudei em escola pública: isso me coloca em desvantagem na hora do vestibular. Mas ser negra? É claro que existe o racismo velado de cada dia, mas acho que aumentando puramente o número de negros nas universidades isso não vai acabar. Bom, é basicamente isso que eu penso.
Gostaria que vocês me esclarecessem, pois quase sempre concordo com as colocações expostas aqui no blog e realmente acho que são as ideias que mudam o mundo. Estou sendo racista ao não concordar com as cotas? Há algum ponto que eu não esteja levando em consideração?
Obrigada. ^-^]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, Luma, gostei bastante do seu texto. Além de me identificar, pois sou mais uma negra estudante de Letras, mas com bolsa do Prouni em faculdade particular (a federal mais perto da minha cidade, Divinópolis, é em Belo Horizonte, e eu não pude nem ir fazer a segunda etapa do vestibular lá&#8230;) Também fiz cursinho comunitário.<br />
Já acompanho o blog há algum tempo e sempre acho muito interessante, mas achei que esse seria o post para comentar. Eu não entrei por cotas. Optei, no ENEM, por participar apenas das cotas para estudantes de escola pública/baixa renda. Sempre achei que entrar na faculdade por ser negra tiraria meu mérito, afinal isso não tem nada a ver com a minha nota. É com toda a humildade que eu coloco meu ponto de vista aqui, e gostaria que vocês me esclarecessem como acham que as cotas são benéficas. A maioria das pessoas (brancas) que eu sempre ouvi serem a favor de cotas o falam meio que por &#8220;medo&#8221; de discriminar, entende? Ou negros que nunca pensaram muito no assunto. As pessoas não buscam saber mais sobre isso. E eu, que queria entender mais, até hoje não me convenci. Não encontro a lógica por trás disso. Eu sou pobre e estudei em escola pública: isso me coloca em desvantagem na hora do vestibular. Mas ser negra? É claro que existe o racismo velado de cada dia, mas acho que aumentando puramente o número de negros nas universidades isso não vai acabar. Bom, é basicamente isso que eu penso.<br />
Gostaria que vocês me esclarecessem, pois quase sempre concordo com as colocações expostas aqui no blog e realmente acho que são as ideias que mudam o mundo. Estou sendo racista ao não concordar com as cotas? Há algum ponto que eu não esteja levando em consideração?<br />
Obrigada. ^-^</p>
]]></content:encoded>
		
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