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	Comentários sobre: O dia em que descobriram que Beyoncé é negra e capitalista	</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>
		Por: Mirna Biosse		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/o-dia-em-que-descobriram-que-beyonce-e-negra-e-capitalista/#comment-8795</link>

		<dc:creator><![CDATA[Mirna Biosse]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 Nov 2016 08:31:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Wow! Grande resposta!!!! Minha salva de palmas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Wow! Grande resposta!!!! Minha salva de palmas.</p>
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		<title>
		Por: Katucha Bento		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/o-dia-em-que-descobriram-que-beyonce-e-negra-e-capitalista/#comment-8271</link>

		<dc:creator><![CDATA[Katucha Bento]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Mar 2016 12:13:51 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://blogueirasnegras.org/o-dia-em-que-descobriram-que-beyonce-e-negra-e-capitalista/#comment-8210&quot;&gt;Beatriz Coelho&lt;/a&gt;.

Beatriz, obrigada pelo comentário sincero e aberto. 
Eu vou te responder em pontos procurando cobrir as coisas que você diz na tentativa de fazer esse diálogo funcionar.
1) Você já começa o texto falando dos seus privilégios e se descreve como mulher &quot;simétrica&quot;, sugere que é magra, classe média, faz terapia com uma negra (como se isso fosse um grande feito. Parece que quando se descobrem profissionais negrxs é um salto na cadeira, uma libertação da possibilidade de se ser racista). Se você coloca tudo isso junto é porque, de certa forma, aceita a normativa e o padrão de se ver &quot;simétrica&quot;. Essa perspectiva já mostra que você aceita essa auto descrição, mesmo sabendo que é isso que estigmatiza, inferioriza, marginaliza e criminaliza quem não é assim: a assimétrica, a pobre, aquela que quando faz terapia é normalmente oferecido pelo SUS por algum trauma grave -porque não se fala da saúde mental da população negra, a gorda, a negra. Cuidado com essas armadilhas que seus privilégios podem deixar você cair e não enxergar que você reproduz tudo aquilo que a gente luta contra.

2) Teu incomodo sobre o fato de que brancxs precisam aprender a ficar quietos em momento de protagonismo negro vem justamente do fato de que os espaços de privilégio te impedem de aceitar que nem tudo é feito para brancxs. E explico: tudo o que está na biblioteca, as músicas que são consideradas &quot;de qualidade&quot;, os programas de televisão, as propagandas de produtos E os produtos, enfim, o que conhecemos no mundo ocidental já é feito para pessoas brancas como você. Brancos protagonizam em todo o cenário social, político, artístico (me refiro à indústria midiática).
Portanto, na luta contra o racismo em que os negros estão denunciando seus sofrimentos (o que você bem disse que não entende muito porque nunca sentiu ou sentirá) é preciso entender que é a hora de nós (negrxs) sermos ouvidos. E ponto final. A história sempre está contada através da narrativa do branco e isso precisa ser criticado e &quot;abolido&quot;!!! Fato: tem lugar pra todo mundo, mas espaços de negritude ficam encurralados num canto pra ser mais fácil de ser abatido pela polícia (metáfora sobre todos os espaços de negritude sendo constantemente criticados em debates controversos). Incomoda que estamos tomando as ruas e o cenário. Essa é a intenção.
 
3) Sobre suas leituras e interesse sobre a população não branca, sobretudo a negra (coloco assim porque também me refiro à população indígena da A.L., muçulmana, oriental).
Eu (e muitxs colegas negrxs) não escrevo pensando na população branca que vai ler. Não produzo pra população branca. Não dedicarei a minha carreira para isso, sinceramente. Escrevo pensando nas garotas das comunidades não brancas (sobretudo as negras). O teu papel é procurar aprender a escutar narrativas diferentes da que você está acostumada e procurar se educar sobre esse tema.
Minhas sugestões: TODOS os artigos publicados neste blog te ajudarão a pensar sobre isso. Já que você é privilegiada de escola particular, assumo que possa ler em inglês ou espanhol. Gayatri Spivak (Can the Subaltern Speak?), Frantz Fanon (The Wretched of The Earth), Angela Davis (qualquer livro dela, essa mulher é demais).

4) Somos mais fortes? Não é bem assim… Não podemos nem mostrar nossas fragilidades já que somos massacrados todos os dias. E aí volto ao primeiro ponto sobre as armadilhas do privilégio não te permitirem enxergar os estereótipos -mesmo que positivos- da população negra.

5) Sobre tudo isso, não entenda que queremos excluir pessoas brancas do debate ou da luta. Mas  explicar que há espaços de protagonismo negro em que vocês precisam respeitar. Nossos espaços para brilhar, sofrer e protestar. O papel dxs brancxs é apoiar, não tomar o megafone de nossas mãos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://blogueirasnegras.org/o-dia-em-que-descobriram-que-beyonce-e-negra-e-capitalista/#comment-8210">Beatriz Coelho</a>.</p>
<p>Beatriz, obrigada pelo comentário sincero e aberto.<br />
Eu vou te responder em pontos procurando cobrir as coisas que você diz na tentativa de fazer esse diálogo funcionar.<br />
1) Você já começa o texto falando dos seus privilégios e se descreve como mulher &#8220;simétrica&#8221;, sugere que é magra, classe média, faz terapia com uma negra (como se isso fosse um grande feito. Parece que quando se descobrem profissionais negrxs é um salto na cadeira, uma libertação da possibilidade de se ser racista). Se você coloca tudo isso junto é porque, de certa forma, aceita a normativa e o padrão de se ver &#8220;simétrica&#8221;. Essa perspectiva já mostra que você aceita essa auto descrição, mesmo sabendo que é isso que estigmatiza, inferioriza, marginaliza e criminaliza quem não é assim: a assimétrica, a pobre, aquela que quando faz terapia é normalmente oferecido pelo SUS por algum trauma grave -porque não se fala da saúde mental da população negra, a gorda, a negra. Cuidado com essas armadilhas que seus privilégios podem deixar você cair e não enxergar que você reproduz tudo aquilo que a gente luta contra.</p>
<p>2) Teu incomodo sobre o fato de que brancxs precisam aprender a ficar quietos em momento de protagonismo negro vem justamente do fato de que os espaços de privilégio te impedem de aceitar que nem tudo é feito para brancxs. E explico: tudo o que está na biblioteca, as músicas que são consideradas &#8220;de qualidade&#8221;, os programas de televisão, as propagandas de produtos E os produtos, enfim, o que conhecemos no mundo ocidental já é feito para pessoas brancas como você. Brancos protagonizam em todo o cenário social, político, artístico (me refiro à indústria midiática).<br />
Portanto, na luta contra o racismo em que os negros estão denunciando seus sofrimentos (o que você bem disse que não entende muito porque nunca sentiu ou sentirá) é preciso entender que é a hora de nós (negrxs) sermos ouvidos. E ponto final. A história sempre está contada através da narrativa do branco e isso precisa ser criticado e &#8220;abolido&#8221;!!! Fato: tem lugar pra todo mundo, mas espaços de negritude ficam encurralados num canto pra ser mais fácil de ser abatido pela polícia (metáfora sobre todos os espaços de negritude sendo constantemente criticados em debates controversos). Incomoda que estamos tomando as ruas e o cenário. Essa é a intenção.</p>
<p>3) Sobre suas leituras e interesse sobre a população não branca, sobretudo a negra (coloco assim porque também me refiro à população indígena da A.L., muçulmana, oriental).<br />
Eu (e muitxs colegas negrxs) não escrevo pensando na população branca que vai ler. Não produzo pra população branca. Não dedicarei a minha carreira para isso, sinceramente. Escrevo pensando nas garotas das comunidades não brancas (sobretudo as negras). O teu papel é procurar aprender a escutar narrativas diferentes da que você está acostumada e procurar se educar sobre esse tema.<br />
Minhas sugestões: TODOS os artigos publicados neste blog te ajudarão a pensar sobre isso. Já que você é privilegiada de escola particular, assumo que possa ler em inglês ou espanhol. Gayatri Spivak (Can the Subaltern Speak?), Frantz Fanon (The Wretched of The Earth), Angela Davis (qualquer livro dela, essa mulher é demais).</p>
<p>4) Somos mais fortes? Não é bem assim… Não podemos nem mostrar nossas fragilidades já que somos massacrados todos os dias. E aí volto ao primeiro ponto sobre as armadilhas do privilégio não te permitirem enxergar os estereótipos -mesmo que positivos- da população negra.</p>
<p>5) Sobre tudo isso, não entenda que queremos excluir pessoas brancas do debate ou da luta. Mas  explicar que há espaços de protagonismo negro em que vocês precisam respeitar. Nossos espaços para brilhar, sofrer e protestar. O papel dxs brancxs é apoiar, não tomar o megafone de nossas mãos.</p>
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		<title>
		Por: Katucha Bento		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/o-dia-em-que-descobriram-que-beyonce-e-negra-e-capitalista/#comment-8270</link>

		<dc:creator><![CDATA[Katucha Bento]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Mar 2016 11:16:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://blogueirasnegras.org/o-dia-em-que-descobriram-que-beyonce-e-negra-e-capitalista/#comment-8211&quot;&gt;Gabriel&lt;/a&gt;.

Obrigada pelo seu comentário, Gabriel. Eu discordo que o samba seja uma cultura historicamente racista e machista e acredito que essa é uma visão ocidental que aprendemos a ter sobre manifestações que vem de continentes ditos &quot;primitivos&quot;. Mas esse talvez seria um debate para outro artigo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://blogueirasnegras.org/o-dia-em-que-descobriram-que-beyonce-e-negra-e-capitalista/#comment-8211">Gabriel</a>.</p>
<p>Obrigada pelo seu comentário, Gabriel. Eu discordo que o samba seja uma cultura historicamente racista e machista e acredito que essa é uma visão ocidental que aprendemos a ter sobre manifestações que vem de continentes ditos &#8220;primitivos&#8221;. Mas esse talvez seria um debate para outro artigo.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Katucha Bento		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/o-dia-em-que-descobriram-que-beyonce-e-negra-e-capitalista/#comment-8269</link>

		<dc:creator><![CDATA[Katucha Bento]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Mar 2016 10:46:46 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://blogueirasnegras.org/o-dia-em-que-descobriram-que-beyonce-e-negra-e-capitalista/#comment-8246&quot;&gt;Adriana Alves&lt;/a&gt;.

Obrigada pelo comentário, Adriana. Só um cuidado: a Beyoncé não colocou seu império a risco para fazer essa apresentação. Ao parecer &quot;corajosa&quot;, ela ganha a mídia, o marketing e os contratos que ela quer e precisa para sua carreira.
Mas sem dúvida, ela traz um elemento importante sobre agência da mulher negra!
Um abraço!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://blogueirasnegras.org/o-dia-em-que-descobriram-que-beyonce-e-negra-e-capitalista/#comment-8246">Adriana Alves</a>.</p>
<p>Obrigada pelo comentário, Adriana. Só um cuidado: a Beyoncé não colocou seu império a risco para fazer essa apresentação. Ao parecer &#8220;corajosa&#8221;, ela ganha a mídia, o marketing e os contratos que ela quer e precisa para sua carreira.<br />
Mas sem dúvida, ela traz um elemento importante sobre agência da mulher negra!<br />
Um abraço!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Rebecca		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/o-dia-em-que-descobriram-que-beyonce-e-negra-e-capitalista/#comment-8267</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rebecca]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 02 Mar 2016 19:58:35 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Olá! Gostei muito do seu texto, muito bem escrito e que aponta coisas muito importantes. Por que não traduzir para o inglês para que tenha um alcance maior, principalmente no que se refere a Bell hooks? :) só uma sugestão!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá! Gostei muito do seu texto, muito bem escrito e que aponta coisas muito importantes. Por que não traduzir para o inglês para que tenha um alcance maior, principalmente no que se refere a Bell hooks? 🙂 só uma sugestão!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Adriana Alves		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/o-dia-em-que-descobriram-que-beyonce-e-negra-e-capitalista/#comment-8246</link>

		<dc:creator><![CDATA[Adriana Alves]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Feb 2016 23:15:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Olha sou feminista e confesso que a Beyoncé sempre me incomodou. Mas vê-la dando voadora no peito da nação inteira foi emocionante, de arrepiar. É preciso muita coragem. A discussão por lá está anos luz à frente da nossa. Não imagino nenhuma das poucas celebridades negras brasileiras protagonizando um ato tão emblemático como vi naquele super bowl...
Certamente vou passar o clipe pra minha filha que ainda não nasceu: o dia em que quadris hipersexualizados falaram a um país inteiro...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olha sou feminista e confesso que a Beyoncé sempre me incomodou. Mas vê-la dando voadora no peito da nação inteira foi emocionante, de arrepiar. É preciso muita coragem. A discussão por lá está anos luz à frente da nossa. Não imagino nenhuma das poucas celebridades negras brasileiras protagonizando um ato tão emblemático como vi naquele super bowl&#8230;<br />
Certamente vou passar o clipe pra minha filha que ainda não nasceu: o dia em que quadris hipersexualizados falaram a um país inteiro&#8230;</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Nery Neto		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/o-dia-em-que-descobriram-que-beyonce-e-negra-e-capitalista/#comment-8243</link>

		<dc:creator><![CDATA[Nery Neto]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Feb 2016 13:20:13 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Concordei do início ao fim, ótimo texto!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Concordei do início ao fim, ótimo texto!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Deloise		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/o-dia-em-que-descobriram-que-beyonce-e-negra-e-capitalista/#comment-8242</link>

		<dc:creator><![CDATA[Deloise]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Feb 2016 12:20:22 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Katucha,seu texto é maravilhoso. Representa, com uma construção muito elegante e madura, exatamente o que eu sinto com essa avalanche de discussões provocadas pelo posicionamento da Bey.  Obrigada por ele!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Katucha,seu texto é maravilhoso. Representa, com uma construção muito elegante e madura, exatamente o que eu sinto com essa avalanche de discussões provocadas pelo posicionamento da Bey.  Obrigada por ele!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Thiane Neves Barros		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/o-dia-em-que-descobriram-que-beyonce-e-negra-e-capitalista/#comment-8217</link>

		<dc:creator><![CDATA[Thiane Neves Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Feb 2016 01:15:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://blogueirasnegras.org/o-dia-em-que-descobriram-que-beyonce-e-negra-e-capitalista/#comment-8205&quot;&gt;Amanda&lt;/a&gt;.

Amanda, correção feita. Obrigada!!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://blogueirasnegras.org/o-dia-em-que-descobriram-que-beyonce-e-negra-e-capitalista/#comment-8205">Amanda</a>.</p>
<p>Amanda, correção feita. Obrigada!!!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Gabriel		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/o-dia-em-que-descobriram-que-beyonce-e-negra-e-capitalista/#comment-8211</link>

		<dc:creator><![CDATA[Gabriel]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 20 Feb 2016 17:21:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Achei muito interessante como vc discorre sobre a contradição entre o discurso de liberdade racial ou sexual e o capitalismo.
Os clipes e apresentações da Beyoncè frequentemente levantam o debate da hipersexualização x empoderamento, e acho esse tema interessante.
O jogo de opressores x oprimidos acontece em situações de tantas naturezas diferentes, que é praticamente impossível não cair em contradições quando se aborda o assunto. É o que rola com a Beyoncè nesse último vídeo e em tantos outros.
Senti falta, no penúltimo parágrafo, de uma atenção para a enorme contradição que é ter o samba como formador de identidade da mulher negra; sendo o samba reflexo de uma cultura historicamente machista e racista.
Abraço!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Achei muito interessante como vc discorre sobre a contradição entre o discurso de liberdade racial ou sexual e o capitalismo.<br />
Os clipes e apresentações da Beyoncè frequentemente levantam o debate da hipersexualização x empoderamento, e acho esse tema interessante.<br />
O jogo de opressores x oprimidos acontece em situações de tantas naturezas diferentes, que é praticamente impossível não cair em contradições quando se aborda o assunto. É o que rola com a Beyoncè nesse último vídeo e em tantos outros.<br />
Senti falta, no penúltimo parágrafo, de uma atenção para a enorme contradição que é ter o samba como formador de identidade da mulher negra; sendo o samba reflexo de uma cultura historicamente machista e racista.<br />
Abraço!</p>
]]></content:encoded>
		
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