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	Comentários sobre: O lugar da negritude e o racismo na Psicologia	</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>
		Por: Gilson Rego		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/o-lugar-da-negritude-e-o-racismo-na-psicologia/#comment-8817</link>

		<dc:creator><![CDATA[Gilson Rego]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 31 Jan 2017 20:39:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Alguém conhece profissional negra(o), com formação em análise bioenergética?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Alguém conhece profissional negra(o), com formação em análise bioenergética?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Elaine Paulino		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/o-lugar-da-negritude-e-o-racismo-na-psicologia/#comment-8626</link>

		<dc:creator><![CDATA[Elaine Paulino]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 May 2016 22:19:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Jarid
Interessante seu ponto de vista. 
De fato mesas de debates devem ser levantadas para tais questões que você expôs.
Faz pouco tempo que comecei a estudar psicanálise, de fato há uma predominância branca. Entendo que nós como negros devemos ocupar Espaços, inclusive para darmos suportes uns aos outros. 
Estudo no Fórum Lacaniano que além de oferecer bolsa tem um valor bem camarada, e, tem mais as psicanálise é um curso livre, no entanto uma graduação se faz necessária para acompanhar os estudos. São difíceis, mas não impossível. 
Quando falamos na formação do Sujeito, toda cultura e história contribuem e não de alguma forma, mas o que se passa com o sujeito é responsabilidade dele. Responsabilidade não é culpa, mas tomar as rédeas da própria vida depois do ocorrido. Hà coisas que não mudam da noite para o dia, não será da noite para o dia que se extingue racismo e preconceito. Independente do andamento dessas mudanças como é que o sujeito se posiciona? Ex. o sujeito que sofre um preconceito x, se afeta por tal situação e então decide se tornar um ativista, isto é a responsabilidade. Isso que é convocado na clínica. O mesmo aconteceu na história. Alguns negros que saíram de suas terras e foram escravizados aqui no Brasil ou vieram escravos, ao se tornarem responsável pelos seus respectivos &quot;Si Mesmo&quot; formaram quilombos e assim se tornaram responsáveis. 
Não posso falar do lugar da psicologia, mas do pouco que conheço sobre psicanálise. A história que está sendo contada no divã não é o X da questão, mas sim o que não tem funcionado na vida do sujeito e que está provavelmente perdido na história que ele conta. Essa é a razão de ser levado em contas os xistes, os sonhos, os atos falhos. Esse trazem mais informações do que as narrativas. 
O sujeito existe antes de nascer. Os pais jogam uma demanda seja por ser esperado ou não, seja pelo nome, pelas expectativas que colocam em cima dele. Claro que o momento social, a sociedade a cultura também produz significantes que influenciarão a constituição do sujeito, mas há muito além disso.
Enfim, esse tema que você trouxe é muito complexo e dou essa pequena opinião sem a pretensão de verdades absolutas, mas um outro ponto de vista para reflexões.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Jarid<br />
Interessante seu ponto de vista.<br />
De fato mesas de debates devem ser levantadas para tais questões que você expôs.<br />
Faz pouco tempo que comecei a estudar psicanálise, de fato há uma predominância branca. Entendo que nós como negros devemos ocupar Espaços, inclusive para darmos suportes uns aos outros.<br />
Estudo no Fórum Lacaniano que além de oferecer bolsa tem um valor bem camarada, e, tem mais as psicanálise é um curso livre, no entanto uma graduação se faz necessária para acompanhar os estudos. São difíceis, mas não impossível.<br />
Quando falamos na formação do Sujeito, toda cultura e história contribuem e não de alguma forma, mas o que se passa com o sujeito é responsabilidade dele. Responsabilidade não é culpa, mas tomar as rédeas da própria vida depois do ocorrido. Hà coisas que não mudam da noite para o dia, não será da noite para o dia que se extingue racismo e preconceito. Independente do andamento dessas mudanças como é que o sujeito se posiciona? Ex. o sujeito que sofre um preconceito x, se afeta por tal situação e então decide se tornar um ativista, isto é a responsabilidade. Isso que é convocado na clínica. O mesmo aconteceu na história. Alguns negros que saíram de suas terras e foram escravizados aqui no Brasil ou vieram escravos, ao se tornarem responsável pelos seus respectivos &#8220;Si Mesmo&#8221; formaram quilombos e assim se tornaram responsáveis.<br />
Não posso falar do lugar da psicologia, mas do pouco que conheço sobre psicanálise. A história que está sendo contada no divã não é o X da questão, mas sim o que não tem funcionado na vida do sujeito e que está provavelmente perdido na história que ele conta. Essa é a razão de ser levado em contas os xistes, os sonhos, os atos falhos. Esse trazem mais informações do que as narrativas.<br />
O sujeito existe antes de nascer. Os pais jogam uma demanda seja por ser esperado ou não, seja pelo nome, pelas expectativas que colocam em cima dele. Claro que o momento social, a sociedade a cultura também produz significantes que influenciarão a constituição do sujeito, mas há muito além disso.<br />
Enfim, esse tema que você trouxe é muito complexo e dou essa pequena opinião sem a pretensão de verdades absolutas, mas um outro ponto de vista para reflexões.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Maria Lúcia da Silva		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/o-lugar-da-negritude-e-o-racismo-na-psicologia/#comment-8615</link>

		<dc:creator><![CDATA[Maria Lúcia da Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 May 2016 13:01:55 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[É sempre muito bom ler seus artigos,  Jarid. Alimento pra alma e pra nossa atuação. Parabéns!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>É sempre muito bom ler seus artigos,  Jarid. Alimento pra alma e pra nossa atuação. Parabéns!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: gilson		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/o-lugar-da-negritude-e-o-racismo-na-psicologia/#comment-4405</link>

		<dc:creator><![CDATA[gilson]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jul 2014 14:33:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Jarid

Seu texto traz um forte conteúdo e está tão bem trabalhado, que emociona algumas pessoas levando-as a oferecer algumas contribuições.



As abordagens psicoterápicas como biossíntese, análise bioenergética, psicanálise, sistêmica entre outras; equivocadamente chamadas pelas universidades  e conselhos de psicologia como &quot;terapias alternativas&quot;, desenvolvem um trabalho de excelente qualidade. 

1.A formação destes futuros psicoterapêutas se dá através de  escolas , chamadas de sociedades, compostas por diversos profissionais  ,inclusive psicólogos.

Tem toda a parte teórica começando pela psicanálise , se desdobrando em direção às correntes da psicologia, neurologia, psicobiologia  entre outras.

Ao longo do curso  é exigido que a aluna(o) esteja  em processo de psicoterapia, portanto, trabalhando suas questões, também junto ao seu terapeuta particular.(Evitando que no futuro se torne um &quot;profissional&quot;, cujo atendimento aconteça na base do achismo e olhômetro).

As turmas são pequenas, em média de 14 ou 15 pessoas para proporcionar um ambiente saudável . 

Após 4 ou 5 anos de curso, costumam ter em média 2 anos de estágio obrigatório sob supervisão.

Geralmente uma das exigências acerca da escolaridade é ter ou estar cursando uma graduação em qualquer área.O que facilitar o ingresso de pessoas negras. Porém, uma das dificuldades é a não aceitação do fiés, em alguns casos. Mesmo assim pode se discutir a possibilidade de bolsas.

1.Muitos destes cursos adotam em suas abordagens saberes africanos, como é o caso da análise bioenergética a qual se trata de um saber psicanalítico,mas que também  admite e trabalha  com a corporiedade, sensações e sentimentos. Talvez uma abordagem bem aconselhável para as pessoas negras.

2.A ênfase desta não se reside em &quot;aceitar sofrimento&quot; nem &quot;se aceitar&quot; e sim trazer a tona o que está por trás daquele sofrimento depois dilui-lo ou ressignificá-lo. Inclusive alguns profissionais desta abordagem costumam sugerir aos clientes a buscarem capoeira, dança afro ou de salão e demais exercícios de inserção em grupo, como elemento de colaboração junto ao acompanhamento.A depender da necessidade de cada cliente.
 
Por último 

3.Vários estados brasileiros possui sociedades das abordagens citadas acima. No caso da análise bioenergética, são 4 escolas em  São Paulo, 2 no Rio de Janeiro. Tem também em pernambuco, estados do sul, enfim em quase todo o Brasil.

Não se pode esquecer que, em um país, no qual a medicina eurocêntrica chamava a homeopatia de medicina alternativa, afirmando que esta servia apenas para curar tosse de criança; e os diversos segmentos propagavam ser aqui o paraíso da democracia racial, vale questiona também  o termo &quot;terapias alternativas&quot;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Jarid</p>
<p>Seu texto traz um forte conteúdo e está tão bem trabalhado, que emociona algumas pessoas levando-as a oferecer algumas contribuições.</p>
<p>As abordagens psicoterápicas como biossíntese, análise bioenergética, psicanálise, sistêmica entre outras; equivocadamente chamadas pelas universidades  e conselhos de psicologia como &#8220;terapias alternativas&#8221;, desenvolvem um trabalho de excelente qualidade. </p>
<p>1.A formação destes futuros psicoterapêutas se dá através de  escolas , chamadas de sociedades, compostas por diversos profissionais  ,inclusive psicólogos.</p>
<p>Tem toda a parte teórica começando pela psicanálise , se desdobrando em direção às correntes da psicologia, neurologia, psicobiologia  entre outras.</p>
<p>Ao longo do curso  é exigido que a aluna(o) esteja  em processo de psicoterapia, portanto, trabalhando suas questões, também junto ao seu terapeuta particular.(Evitando que no futuro se torne um &#8220;profissional&#8221;, cujo atendimento aconteça na base do achismo e olhômetro).</p>
<p>As turmas são pequenas, em média de 14 ou 15 pessoas para proporcionar um ambiente saudável . </p>
<p>Após 4 ou 5 anos de curso, costumam ter em média 2 anos de estágio obrigatório sob supervisão.</p>
<p>Geralmente uma das exigências acerca da escolaridade é ter ou estar cursando uma graduação em qualquer área.O que facilitar o ingresso de pessoas negras. Porém, uma das dificuldades é a não aceitação do fiés, em alguns casos. Mesmo assim pode se discutir a possibilidade de bolsas.</p>
<p>1.Muitos destes cursos adotam em suas abordagens saberes africanos, como é o caso da análise bioenergética a qual se trata de um saber psicanalítico,mas que também  admite e trabalha  com a corporiedade, sensações e sentimentos. Talvez uma abordagem bem aconselhável para as pessoas negras.</p>
<p>2.A ênfase desta não se reside em &#8220;aceitar sofrimento&#8221; nem &#8220;se aceitar&#8221; e sim trazer a tona o que está por trás daquele sofrimento depois dilui-lo ou ressignificá-lo. Inclusive alguns profissionais desta abordagem costumam sugerir aos clientes a buscarem capoeira, dança afro ou de salão e demais exercícios de inserção em grupo, como elemento de colaboração junto ao acompanhamento.A depender da necessidade de cada cliente.</p>
<p>Por último </p>
<p>3.Vários estados brasileiros possui sociedades das abordagens citadas acima. No caso da análise bioenergética, são 4 escolas em  São Paulo, 2 no Rio de Janeiro. Tem também em pernambuco, estados do sul, enfim em quase todo o Brasil.</p>
<p>Não se pode esquecer que, em um país, no qual a medicina eurocêntrica chamava a homeopatia de medicina alternativa, afirmando que esta servia apenas para curar tosse de criança; e os diversos segmentos propagavam ser aqui o paraíso da democracia racial, vale questiona também  o termo &#8220;terapias alternativas&#8221;.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Nadja		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/o-lugar-da-negritude-e-o-racismo-na-psicologia/#comment-2686</link>

		<dc:creator><![CDATA[Nadja]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 Dec 2013 00:36:32 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Muito boa sua reflexão e mostra o quanto a psicologia precisa avançar, no entanto, vejo como uma recém formada, que a prática psicológica vem mudando com os anos sim e que atualmente o meio acadêmico tem tratado dessas questões, voltando a prática para a psicologia social e comunitária. E digo que abrangendo mais as questões de desigualdade econômica colocando as pessoas protagonistas da reforma política. Suponho que o que esteja faltando é a integração das áreas de conhecimento como a pedagogia e o direito, a fim de unir as práticas em prol da mudança. Embora ela esteja em paços curtos, posso afirmar que está andando de encontro com o que desejamos. Abraços!!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Muito boa sua reflexão e mostra o quanto a psicologia precisa avançar, no entanto, vejo como uma recém formada, que a prática psicológica vem mudando com os anos sim e que atualmente o meio acadêmico tem tratado dessas questões, voltando a prática para a psicologia social e comunitária. E digo que abrangendo mais as questões de desigualdade econômica colocando as pessoas protagonistas da reforma política. Suponho que o que esteja faltando é a integração das áreas de conhecimento como a pedagogia e o direito, a fim de unir as práticas em prol da mudança. Embora ela esteja em paços curtos, posso afirmar que está andando de encontro com o que desejamos. Abraços!!!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Bruna		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/o-lugar-da-negritude-e-o-racismo-na-psicologia/#comment-2533</link>

		<dc:creator><![CDATA[Bruna]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Dec 2013 12:27:52 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Jarid, leio teus textos sempre e fico muito feliz em ter uma colega de profissão tão lúcida quanto tu. Infelizmente isso não pode ser dito a grande maioria. Estou indo para o último ano de faculdade, e tenho colegas de sala que não sabem nem definir o que é feminismo, muito menos são contextualizados com a realidade das minorias do nosso país, de maneira geral., Isso me entristece profundamente, e, percebo que nem em sala de aula essas discussões são incentivadas. Temos muito o que construir, e neste ponto, sou esperançosa, pois cada profissional pode fazer um pouco, me inspiro em ti para lutar por isso todos os dias!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Jarid, leio teus textos sempre e fico muito feliz em ter uma colega de profissão tão lúcida quanto tu. Infelizmente isso não pode ser dito a grande maioria. Estou indo para o último ano de faculdade, e tenho colegas de sala que não sabem nem definir o que é feminismo, muito menos são contextualizados com a realidade das minorias do nosso país, de maneira geral., Isso me entristece profundamente, e, percebo que nem em sala de aula essas discussões são incentivadas. Temos muito o que construir, e neste ponto, sou esperançosa, pois cada profissional pode fazer um pouco, me inspiro em ti para lutar por isso todos os dias!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Jarid Arraes		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/o-lugar-da-negritude-e-o-racismo-na-psicologia/#comment-2525</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jarid Arraes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Dec 2013 18:53:05 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://blogueirasnegras.org/o-lugar-da-negritude-e-o-racismo-na-psicologia/#comment-2442&quot;&gt;Maria Lúcia da Silva&lt;/a&gt;.

Olá, Maria Lucia, fico muito grata pelo teu comentário e por tua luta junto ao Conselho para que possamos avançar efetivamente.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://blogueirasnegras.org/o-lugar-da-negritude-e-o-racismo-na-psicologia/#comment-2442">Maria Lúcia da Silva</a>.</p>
<p>Olá, Maria Lucia, fico muito grata pelo teu comentário e por tua luta junto ao Conselho para que possamos avançar efetivamente.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Jarid Arraes		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/o-lugar-da-negritude-e-o-racismo-na-psicologia/#comment-2524</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jarid Arraes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Dec 2013 18:51:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://blogueirasnegras.org/o-lugar-da-negritude-e-o-racismo-na-psicologia/#comment-2249&quot;&gt;Amana&lt;/a&gt;.

Muito obrigada pelo comentário, Amana, ter você aqui é uma honra.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://blogueirasnegras.org/o-lugar-da-negritude-e-o-racismo-na-psicologia/#comment-2249">Amana</a>.</p>
<p>Muito obrigada pelo comentário, Amana, ter você aqui é uma honra.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Jarid Arraes		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/o-lugar-da-negritude-e-o-racismo-na-psicologia/#comment-2523</link>

		<dc:creator><![CDATA[Jarid Arraes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Dec 2013 18:50:39 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://blogueirasnegras.org/o-lugar-da-negritude-e-o-racismo-na-psicologia/#comment-2439&quot;&gt;Vinicius&lt;/a&gt;.

Agradeço muito pelo seu comentário, Vinicius, e fico feliz por ver iniciativas como a de vocês na Bahia. Infelizmente não podemos afirmar o mesmo sobre todos os outros regionais, principalmente quando falamos de atitudes para além das salas com ar condicionado.

Muito grata por sua mensagem.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://blogueirasnegras.org/o-lugar-da-negritude-e-o-racismo-na-psicologia/#comment-2439">Vinicius</a>.</p>
<p>Agradeço muito pelo seu comentário, Vinicius, e fico feliz por ver iniciativas como a de vocês na Bahia. Infelizmente não podemos afirmar o mesmo sobre todos os outros regionais, principalmente quando falamos de atitudes para além das salas com ar condicionado.</p>
<p>Muito grata por sua mensagem.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Cynthia Ciarallo		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/o-lugar-da-negritude-e-o-racismo-na-psicologia/#comment-2506</link>

		<dc:creator><![CDATA[Cynthia Ciarallo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Dec 2013 03:12:55 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blogueirasnegras.org/?p=3365#comment-2506</guid>

					<description><![CDATA[Sim, a Psicologia, em geral, tem estado alheia ao sofrimento gerado pelo racismo. Sim, as produções de subjetividade nos distintos espaços sociais ainda ancoram no homem branco, comprometendo experiências identitárias para afirmação da diversidade como locus de saúde. 
Convidamos os internautas para conhecer nosso hotsite do Conselho Regional de Psicologia do DF: Questões etnicorraciais: o que a psicologia tem a ver com isso? 
Valeu!
http://etnorraciais.crp-01.org.br/]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sim, a Psicologia, em geral, tem estado alheia ao sofrimento gerado pelo racismo. Sim, as produções de subjetividade nos distintos espaços sociais ainda ancoram no homem branco, comprometendo experiências identitárias para afirmação da diversidade como locus de saúde.<br />
Convidamos os internautas para conhecer nosso hotsite do Conselho Regional de Psicologia do DF: Questões etnicorraciais: o que a psicologia tem a ver com isso?<br />
Valeu!<br />
<a href="http://etnorraciais.crp-01.org.br/" rel="nofollow ugc">http://etnorraciais.crp-01.org.br/</a></p>
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