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	Comentários sobre: O “pente que me penteia” vêm de África: Histórias de identidade racial e afetividade	</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
	<lastBuildDate>Mon, 08 Jun 2015 20:25:14 +0000</lastBuildDate>
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		<title>
		Por: Luana Soares		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/o-pente-que-me-penteia-vem-de-africa-historias-de-identidade-racial-e-afetividade/#comment-6635</link>

		<dc:creator><![CDATA[Luana Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2015 20:25:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Tatiane e Dany.

Revisitei este artigo hoje.O mesmo foi escrito há mais de um ano, quanta coisa mudou de lá para cá. 
Quando o escrevi, o escrevi na perspectiva de pensar um pouco sobre a visão de que usar o cabelo crespo seja apenas um &quot;modismo&quot;. Também acho que todas nós devemos ter liberdade de usar o cabelo crespo, alisado, permanenteado, dreds, tranças, enfim, toda sorte de maneiras de arrumar o cabelo, desde que nos sintamos bem, desde que aquele cabelo não se torne martírio.
Mas, para que chegássemos a esta liberdade, muita lágrima foi derramada pelas mulheres que nos antecederam, muitos xingamentos e impropérios foram ouvidos pelas que optaram fazer uso do cabelo natural como uma ferramenta política de afirmação racial.
Em um pais que invisibiliza negros e negras, o uso do black power, ainda continua sendo ferramenta de auto-afirmação e mais, uma ferramenta de enfrentamento, já que é este tipo de cabelo o que é vitima de todas as &quot;piadas&quot; racistas e ataques, como o ultimo sofrido pelas alunas de Pernambuco que foram coagidas a usar chapinha por um empresa de formatura.
Veja bem, não quero com isso afirmar que as irmãs que usam o cabelo alisado sejam menos negras, menos &quot;afirmativas&quot;, menos empoderadas. Muito menos dizer como o cabelo ou o dedão do pé de alguém deve ser, risos. Longe disso.
Quero apenas ressaltar que o black power precisa continuar a ser Power e Fashion ao invés de ser apenas Fashion.E que nós, mulheres negras, precisamos ser livres, inclusive pra usar os nossos cabelos pra cima sem perguntas do tipo: Como vc lava? O que vc esconde? Pq vc não alisa? Pq não faz chapinha?.

Há braços de luta &#060;3]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tatiane e Dany.</p>
<p>Revisitei este artigo hoje.O mesmo foi escrito há mais de um ano, quanta coisa mudou de lá para cá.<br />
Quando o escrevi, o escrevi na perspectiva de pensar um pouco sobre a visão de que usar o cabelo crespo seja apenas um &#8220;modismo&#8221;. Também acho que todas nós devemos ter liberdade de usar o cabelo crespo, alisado, permanenteado, dreds, tranças, enfim, toda sorte de maneiras de arrumar o cabelo, desde que nos sintamos bem, desde que aquele cabelo não se torne martírio.<br />
Mas, para que chegássemos a esta liberdade, muita lágrima foi derramada pelas mulheres que nos antecederam, muitos xingamentos e impropérios foram ouvidos pelas que optaram fazer uso do cabelo natural como uma ferramenta política de afirmação racial.<br />
Em um pais que invisibiliza negros e negras, o uso do black power, ainda continua sendo ferramenta de auto-afirmação e mais, uma ferramenta de enfrentamento, já que é este tipo de cabelo o que é vitima de todas as &#8220;piadas&#8221; racistas e ataques, como o ultimo sofrido pelas alunas de Pernambuco que foram coagidas a usar chapinha por um empresa de formatura.<br />
Veja bem, não quero com isso afirmar que as irmãs que usam o cabelo alisado sejam menos negras, menos &#8220;afirmativas&#8221;, menos empoderadas. Muito menos dizer como o cabelo ou o dedão do pé de alguém deve ser, risos. Longe disso.<br />
Quero apenas ressaltar que o black power precisa continuar a ser Power e Fashion ao invés de ser apenas Fashion.E que nós, mulheres negras, precisamos ser livres, inclusive pra usar os nossos cabelos pra cima sem perguntas do tipo: Como vc lava? O que vc esconde? Pq vc não alisa? Pq não faz chapinha?.</p>
<p>Há braços de luta &lt;3</p>
]]></content:encoded>
		
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		<title>
		Por: Tatiane Sacramento		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/o-pente-que-me-penteia-vem-de-africa-historias-de-identidade-racial-e-afetividade/#comment-6068</link>

		<dc:creator><![CDATA[Tatiane Sacramento]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2015 14:47:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://blogueirasnegras.org/o-pente-que-me-penteia-vem-de-africa-historias-de-identidade-racial-e-afetividade/#comment-3869&quot;&gt;Dany&lt;/a&gt;.

Exatamente  isso que eu penso. Cabelo para mim é acessório, já o usei de várias formas: natural, tranças sintéticas, megahair, alisado, permanente, agora está natural novamente. Mas não desejo que o meu cabelo defina minha ancestralidade, minha identidade ética, minhas raízes... Todas as vezes que transformo meu visual, em especial o cabelo, fortaleço ainda mais a minha origem, me faz sempre consolidar quem eu sou e de onde eu vim. Uso meu cabelo como EU quero e não como querem que eu use. Quero ser livre para tomar minhas próprias decisões sobre meu corpo, dos fios do cabelo ao dedão do pé.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://blogueirasnegras.org/o-pente-que-me-penteia-vem-de-africa-historias-de-identidade-racial-e-afetividade/#comment-3869">Dany</a>.</p>
<p>Exatamente  isso que eu penso. Cabelo para mim é acessório, já o usei de várias formas: natural, tranças sintéticas, megahair, alisado, permanente, agora está natural novamente. Mas não desejo que o meu cabelo defina minha ancestralidade, minha identidade ética, minhas raízes&#8230; Todas as vezes que transformo meu visual, em especial o cabelo, fortaleço ainda mais a minha origem, me faz sempre consolidar quem eu sou e de onde eu vim. Uso meu cabelo como EU quero e não como querem que eu use. Quero ser livre para tomar minhas próprias decisões sobre meu corpo, dos fios do cabelo ao dedão do pé.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
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		<title>
		Por: Carla Akotirene		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/o-pente-que-me-penteia-vem-de-africa-historias-de-identidade-racial-e-afetividade/#comment-3881</link>

		<dc:creator><![CDATA[Carla Akotirene]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Apr 2014 03:06:50 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Identifiquei-me muito com o artigo. Tive muita resistência em aceitar meu cabelo natural. Aliás, ainda hoje, sinto que usar tranças e outros artifícios para ter cabelos nos ombros, ainda que com identidade afrocentrada, esconde uma vontade de que eles balancem. Posso estar enganada.  
Parabéns! 

Larguieo black!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Identifiquei-me muito com o artigo. Tive muita resistência em aceitar meu cabelo natural. Aliás, ainda hoje, sinto que usar tranças e outros artifícios para ter cabelos nos ombros, ainda que com identidade afrocentrada, esconde uma vontade de que eles balancem. Posso estar enganada.<br />
Parabéns! </p>
<p>Larguieo black!!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Elisangela Alberta de Souza		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/o-pente-que-me-penteia-vem-de-africa-historias-de-identidade-racial-e-afetividade/#comment-3870</link>

		<dc:creator><![CDATA[Elisangela Alberta de Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2014 12:08:09 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Lindo seu texto depoimento Luana. Ele conta a história de todos nós.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Lindo seu texto depoimento Luana. Ele conta a história de todos nós.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Dany		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/o-pente-que-me-penteia-vem-de-africa-historias-de-identidade-racial-e-afetividade/#comment-3869</link>

		<dc:creator><![CDATA[Dany]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2014 04:22:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Bom, eu acho que  devemos usar os cabelos da forma que acharmos melhor, não deve ser uma sensação de imposição, nem de um lado, nem do outro.Acho que a decisão de alisar os cabelos é somente questão de se sentir bem. Se gosta lisos, use, desde   que  seja o seu gosto, independente do que  tentem lhe impor; se gosta cacheados, use-os cacheados.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Bom, eu acho que  devemos usar os cabelos da forma que acharmos melhor, não deve ser uma sensação de imposição, nem de um lado, nem do outro.Acho que a decisão de alisar os cabelos é somente questão de se sentir bem. Se gosta lisos, use, desde   que  seja o seu gosto, independente do que  tentem lhe impor; se gosta cacheados, use-os cacheados.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Terezinha Juraci		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/o-pente-que-me-penteia-vem-de-africa-historias-de-identidade-racial-e-afetividade/#comment-3864</link>

		<dc:creator><![CDATA[Terezinha Juraci]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Apr 2014 02:15:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Maravilha de artigo, depoimento - lembrei de minha infancia e do meu cabelo trançado, pentedado pelaminha m~e e minhas tias.. Linda lembrançao me proporcionou. Grata...
Terezinha Juraci]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Maravilha de artigo, depoimento &#8211; lembrei de minha infancia e do meu cabelo trançado, pentedado pelaminha m~e e minhas tias.. Linda lembrançao me proporcionou. Grata&#8230;<br />
Terezinha Juraci</p>
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		<item>
		<title>
		Por: Paloma Santos (@pah88)		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/o-pente-que-me-penteia-vem-de-africa-historias-de-identidade-racial-e-afetividade/#comment-3861</link>

		<dc:creator><![CDATA[Paloma Santos (@pah88)]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Apr 2014 18:21:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Adoro ler esse blog, fiquei mai sensível e aberta à história da mulher negra. A cada texto uma nova inspiração, inclusive para deixar a chapinha de lado e assumir meus cachosI]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Adoro ler esse blog, fiquei mai sensível e aberta à história da mulher negra. A cada texto uma nova inspiração, inclusive para deixar a chapinha de lado e assumir meus cachosI</p>
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