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	Comentários sobre: Ser preto tá na moda?	</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>
		Por: danielmachadolopesfox		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/ser-preto-ta-na-moda/#comment-7051</link>

		<dc:creator><![CDATA[danielmachadolopesfox]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Aug 2015 05:09:40 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://blogueirasnegras.org/ser-preto-ta-na-moda/#comment-5671&quot;&gt;Rodrigo Zebra&lt;/a&gt;.

Falou tudo!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://blogueirasnegras.org/ser-preto-ta-na-moda/#comment-5671">Rodrigo Zebra</a>.</p>
<p>Falou tudo!</p>
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		<title>
		Por: Odaléia Fonseca		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/ser-preto-ta-na-moda/#comment-7048</link>

		<dc:creator><![CDATA[Odaléia Fonseca]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Aug 2015 21:27:45 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Olá Mara, achei esse texto interessantíssimo, eu não entendia sobre apropriação da cultura antes dele. Fiz um texto no meu blog sobre o assunto e citei seu texto como referencia, espero que não seja um problema, se quiser dar uma olhada meu blog se chama Problemática Feminina e é do blogspot, o texto se chama &quot; A outra face do racismo&quot;. Abraços.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá Mara, achei esse texto interessantíssimo, eu não entendia sobre apropriação da cultura antes dele. Fiz um texto no meu blog sobre o assunto e citei seu texto como referencia, espero que não seja um problema, se quiser dar uma olhada meu blog se chama Problemática Feminina e é do blogspot, o texto se chama &#8221; A outra face do racismo&#8221;. Abraços.</p>
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		<title>
		Por: Rayane Rodrigues		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/ser-preto-ta-na-moda/#comment-6937</link>

		<dc:creator><![CDATA[Rayane Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jul 2015 21:31:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Oi, estive pensando sobre o assunto por isso dei uma pesquisada e encontrei esse texto. Tenho algumas perguntas: Quando uma pessoa pode ser considerada negra ou branca? Por exemplo uma pessoa com muitos descendentes brancos e negros (avós e bisavós) dos dois lados da família e o pai pardo, que nasce com a pele clara é branca? E como um músico branco poderia compor em estilos nascidos da cultura negra sem fazer apropriação cultural? Algum dia negros e brancos serão capazes de compartilhar suas culturas de uma maneira harmônica ou é melhor ficar cada um na sua?
Peço desculpas por qualquer asneira que eu tenha dito e obrigada pela compreensão :P]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, estive pensando sobre o assunto por isso dei uma pesquisada e encontrei esse texto. Tenho algumas perguntas: Quando uma pessoa pode ser considerada negra ou branca? Por exemplo uma pessoa com muitos descendentes brancos e negros (avós e bisavós) dos dois lados da família e o pai pardo, que nasce com a pele clara é branca? E como um músico branco poderia compor em estilos nascidos da cultura negra sem fazer apropriação cultural? Algum dia negros e brancos serão capazes de compartilhar suas culturas de uma maneira harmônica ou é melhor ficar cada um na sua?<br />
Peço desculpas por qualquer asneira que eu tenha dito e obrigada pela compreensão 😛</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Mara Gomes		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/ser-preto-ta-na-moda/#comment-6912</link>

		<dc:creator><![CDATA[Mara Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2015 17:39:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://blogueirasnegras.org/ser-preto-ta-na-moda/#comment-6908&quot;&gt;Gabi&lt;/a&gt;.

Oi Gabi, primeiramente tenho uma profunda admiração por professores parabéns pelo teu trabalho. E não, não acho que tu esteja te apropriando porque, pelo o que tu conta, em nenhum momento tu mostra a cultura como se ela fosse tua e o mais importante nessa relação é isso: se colocar no lugar de privilegiado e não tomar como seu algo que não é. Óbvio que seria bom se fosse um professor negro fazendo essas problematizações e apresentando esses fatos, tanto pra facilitar a representação deles na imagem do professor quanto pro empoderamento dessas crianças que ta em formação, mas não acho que seja ruim, na falta de um profissional negro, que tu faça esse trabalho. É extremamente necessário, mas sempre toma o cuidado de não impor as coisas, deixa eles também descobrirem e trazerem coisas pra sala de aula, como elementos da cultura deles que não estão necessariamente nos livros, coisas do dia-a-dia do que é ser uma criança negra, tanto para problematizar quanto para valorizar a vivência deles. Abraços!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://blogueirasnegras.org/ser-preto-ta-na-moda/#comment-6908">Gabi</a>.</p>
<p>Oi Gabi, primeiramente tenho uma profunda admiração por professores parabéns pelo teu trabalho. E não, não acho que tu esteja te apropriando porque, pelo o que tu conta, em nenhum momento tu mostra a cultura como se ela fosse tua e o mais importante nessa relação é isso: se colocar no lugar de privilegiado e não tomar como seu algo que não é. Óbvio que seria bom se fosse um professor negro fazendo essas problematizações e apresentando esses fatos, tanto pra facilitar a representação deles na imagem do professor quanto pro empoderamento dessas crianças que ta em formação, mas não acho que seja ruim, na falta de um profissional negro, que tu faça esse trabalho. É extremamente necessário, mas sempre toma o cuidado de não impor as coisas, deixa eles também descobrirem e trazerem coisas pra sala de aula, como elementos da cultura deles que não estão necessariamente nos livros, coisas do dia-a-dia do que é ser uma criança negra, tanto para problematizar quanto para valorizar a vivência deles. Abraços!</p>
]]></content:encoded>
		
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		<item>
		<title>
		Por: Gabi		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/ser-preto-ta-na-moda/#comment-6908</link>

		<dc:creator><![CDATA[Gabi]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2015 04:08:42 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Olá, Mara. Nem sei se vai me responder, depois de tanto tempo, mas se alguém puder me explicar. Sou do movimento feminista, interseccional, por isso venho há tempos desconstruindo conceitos e percebendo meus privilégios como branca. Já li bastante sobre apropriação cultural, mas as vezes me sinto me apropriando sim, devido ao meu grande interesse pela cultura negra. Mas enfim, sou professora de ensino infantil e fundamental 1, tenho muitos alunos negros na escola pública... Eu sempre me questionei quanto à algo que falo bastante com eles.... Sempre (algo recorrente, não apenas em datas especiais como o dia da consciência negra) leio histórias com protagonistas negros, contos africanos, falo sobre grandes personalidades, inventores, artistas e etc negros, ensino cirandas, brincadeiras culturalmente negras ... Tudo isso com o objetivo de introduzi-los em sua própria cultura (isso soa tão estranho e errado) que eu vejo que eles não conhecem, pra que se sintam representados, pra que valorizem suas raízes... falo sobre racismo, falo diretamente sobre como isso tudo é valioso e foi tudo produzido por eles. 
Aí é que eu me sinto estranha fazendo isso. Será esse meu lugar? Será eu, apesar de professora, a pessoa que pode chegar pra eles e dizer &quot;ó... isso aqui é sua cultura, olha que lindo, valorize!&quot;.
Help.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Olá, Mara. Nem sei se vai me responder, depois de tanto tempo, mas se alguém puder me explicar. Sou do movimento feminista, interseccional, por isso venho há tempos desconstruindo conceitos e percebendo meus privilégios como branca. Já li bastante sobre apropriação cultural, mas as vezes me sinto me apropriando sim, devido ao meu grande interesse pela cultura negra. Mas enfim, sou professora de ensino infantil e fundamental 1, tenho muitos alunos negros na escola pública&#8230; Eu sempre me questionei quanto à algo que falo bastante com eles&#8230;. Sempre (algo recorrente, não apenas em datas especiais como o dia da consciência negra) leio histórias com protagonistas negros, contos africanos, falo sobre grandes personalidades, inventores, artistas e etc negros, ensino cirandas, brincadeiras culturalmente negras &#8230; Tudo isso com o objetivo de introduzi-los em sua própria cultura (isso soa tão estranho e errado) que eu vejo que eles não conhecem, pra que se sintam representados, pra que valorizem suas raízes&#8230; falo sobre racismo, falo diretamente sobre como isso tudo é valioso e foi tudo produzido por eles.<br />
Aí é que eu me sinto estranha fazendo isso. Será esse meu lugar? Será eu, apesar de professora, a pessoa que pode chegar pra eles e dizer &#8220;ó&#8230; isso aqui é sua cultura, olha que lindo, valorize!&#8221;.<br />
Help.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Edson Fernando		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/ser-preto-ta-na-moda/#comment-6734</link>

		<dc:creator><![CDATA[Edson Fernando]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jun 2015 01:55:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://blogueirasnegras.org/ser-preto-ta-na-moda/#comment-6226&quot;&gt;Bruna&lt;/a&gt;.

Sim. É possível.
E a primeira coisa é perceber esse processo histórico de embranquecimento (elitização) da cultura Afro.
Não é simplesmente só curtir, é carregar consigo o valor que a cultura negra tem. Deve valorizar a cultura do negro sendo o negro protagonista da mesma.
Saber que o Dread e o turbante que está no seu cabelo é uma característica da cultura negra. Saber que a capoeira era (é), no mínimo, uma forma de resistência do negro. Entre outras práticas.
E acima de tudo Bruna, querer, sentir e passar as dores do racismo como a população negra passam diariamente, entender a atitude preconceituosa de ser visto como potencial suspeito de tudo.
O último paragrafo da Mara Gomes está identificando muito bem as questões que devem ser partilhadas também, e não somente a nossa cultura como uma coisa legal.
&quot;Precisamos acima de tudo perceber que o racismo continua impregnado dentro desses movimentos que dizem que “o preto está na moda”. Só porque a classe média branca gosta do que o negro produz não quer dizer que ela gosta de conviver com o negro nos seus espaços diários, que ela não pratique racismo todo o dia com seu porteiro, com sua empregada. A questão pontual é essa: porque o negro não está na moda quando o assunto é o extermínio da juventude negra? Por que não está na moda quando as nossas estatísticas de desemprego, população carcerária, população de rua, subempregos é mais alta?&quot;
Enfim, em resumo, queremos que entendam a nossa LUTA!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://blogueirasnegras.org/ser-preto-ta-na-moda/#comment-6226">Bruna</a>.</p>
<p>Sim. É possível.<br />
E a primeira coisa é perceber esse processo histórico de embranquecimento (elitização) da cultura Afro.<br />
Não é simplesmente só curtir, é carregar consigo o valor que a cultura negra tem. Deve valorizar a cultura do negro sendo o negro protagonista da mesma.<br />
Saber que o Dread e o turbante que está no seu cabelo é uma característica da cultura negra. Saber que a capoeira era (é), no mínimo, uma forma de resistência do negro. Entre outras práticas.<br />
E acima de tudo Bruna, querer, sentir e passar as dores do racismo como a população negra passam diariamente, entender a atitude preconceituosa de ser visto como potencial suspeito de tudo.<br />
O último paragrafo da Mara Gomes está identificando muito bem as questões que devem ser partilhadas também, e não somente a nossa cultura como uma coisa legal.<br />
&#8220;Precisamos acima de tudo perceber que o racismo continua impregnado dentro desses movimentos que dizem que “o preto está na moda”. Só porque a classe média branca gosta do que o negro produz não quer dizer que ela gosta de conviver com o negro nos seus espaços diários, que ela não pratique racismo todo o dia com seu porteiro, com sua empregada. A questão pontual é essa: porque o negro não está na moda quando o assunto é o extermínio da juventude negra? Por que não está na moda quando as nossas estatísticas de desemprego, população carcerária, população de rua, subempregos é mais alta?&#8221;<br />
Enfim, em resumo, queremos que entendam a nossa LUTA!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Bruna		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/ser-preto-ta-na-moda/#comment-6226</link>

		<dc:creator><![CDATA[Bruna]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2015 12:28:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[De que modo a gente que é branco pode fazer para curtir a cultura negra sem ser agente de apropriação cultural? Por exemplo, é possível usar dread sem que isso seja apropriação cultural?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>De que modo a gente que é branco pode fazer para curtir a cultura negra sem ser agente de apropriação cultural? Por exemplo, é possível usar dread sem que isso seja apropriação cultural?</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Lu Tomé		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/ser-preto-ta-na-moda/#comment-6045</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lu Tomé]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Mar 2015 14:14:44 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://blogueirasnegras.org/ser-preto-ta-na-moda/#comment-5759&quot;&gt;Ricardo&lt;/a&gt;.

Olá Rodrigo, há alguns equívocos na sua colocação. O primeiro esta nesta ideia de integração: os exemplos citados pela autora não são eventos musicais integradores: são eventos canibais e folcrorizantes. Basta ir a um deles e perguntar ao público: &quot;e no dia da consciência negra, você foi a qual protesto? E na marcha contra a intolerância religiosa, onde você estava? Quantas estatísticas sobre racismo você denuncia e divulga?  Ou veio aqui só vestir turbante e gritar Epa Hei Iansã,  totalmente bêbado, banalizando as tradições culturais e religiosas  negras sem saber sequer o que significa?&quot;. Faça o teste. E, segundo: o termo &quot;redoma imaculada&quot; teria que pressupor uma cultura que seja hegemônica amplamente resguardada. Não parece exatamente a situação da cultura negra, não é mesmo?  Não se pode negar  à cultura negra o direito ao resgate e a se defender de depredações irreversíveis. O que  é bem diferente de purismo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://blogueirasnegras.org/ser-preto-ta-na-moda/#comment-5759">Ricardo</a>.</p>
<p>Olá Rodrigo, há alguns equívocos na sua colocação. O primeiro esta nesta ideia de integração: os exemplos citados pela autora não são eventos musicais integradores: são eventos canibais e folcrorizantes. Basta ir a um deles e perguntar ao público: &#8220;e no dia da consciência negra, você foi a qual protesto? E na marcha contra a intolerância religiosa, onde você estava? Quantas estatísticas sobre racismo você denuncia e divulga?  Ou veio aqui só vestir turbante e gritar Epa Hei Iansã,  totalmente bêbado, banalizando as tradições culturais e religiosas  negras sem saber sequer o que significa?&#8221;. Faça o teste. E, segundo: o termo &#8220;redoma imaculada&#8221; teria que pressupor uma cultura que seja hegemônica amplamente resguardada. Não parece exatamente a situação da cultura negra, não é mesmo?  Não se pode negar  à cultura negra o direito ao resgate e a se defender de depredações irreversíveis. O que  é bem diferente de purismo.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Ana Luiza		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/ser-preto-ta-na-moda/#comment-5783</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ana Luiza]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 31 Jan 2015 23:34:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Gostei muito desse texto, pois eu já me questionei sobre a apropriação cultural de diversos setores, mas apenas depois de ler isso eu compreendi que isso realmente (e infelizmente) existe. Sou parda, mas neta e bisneta de negros e logo me considero negra, e defendo a cultura da classe. Tenho o cabelo cacheado, uso turbantes de vez em quando... Aliás utilizo minha aparência como um ato político. No entanto quando vamos falar de apropriação, normalmente os brancos (se possível até os negros) negam que isso existe tornando mais difícil essa desconstrução. É preciso ter cautela e muuuita análise. Mas parabéns pelo texto e pela observação!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Gostei muito desse texto, pois eu já me questionei sobre a apropriação cultural de diversos setores, mas apenas depois de ler isso eu compreendi que isso realmente (e infelizmente) existe. Sou parda, mas neta e bisneta de negros e logo me considero negra, e defendo a cultura da classe. Tenho o cabelo cacheado, uso turbantes de vez em quando&#8230; Aliás utilizo minha aparência como um ato político. No entanto quando vamos falar de apropriação, normalmente os brancos (se possível até os negros) negam que isso existe tornando mais difícil essa desconstrução. É preciso ter cautela e muuuita análise. Mas parabéns pelo texto e pela observação!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Nana		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/ser-preto-ta-na-moda/#comment-5778</link>

		<dc:creator><![CDATA[Nana]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Jan 2015 21:39:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[PS,esse texto abaixo não é meu, eu vi em algum coment do face, o que vcs acham meninas?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>PS,esse texto abaixo não é meu, eu vi em algum coment do face, o que vcs acham meninas?</p>
]]></content:encoded>
		
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