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	<title>Colorismo Archives - Blogueiras Negras</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>Afinal, no Brasil existe colorismo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aline Djokic]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Nov 2020 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Colorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A resposta é bem simples: não. Pelo menos não como nos EUA. O colorismo, ou colorstruck, ou pigmentocracia é um tipo de racismo intrarracial, ou seja, entre sujeitos de um mesmo grupo racial nos EUA. Lá, a comunidade negra acredita que haja um negro ideal, um fenótipo específico para o afroamericano, e esse ideal não &#8230;</p>
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		<title>O colorismo e o privilégio que ninguém te deu</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriela Bacelar]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Jul 2020 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Colorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Identidade negra]]></category>
		<category><![CDATA[Negritude]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Provocada por registros recentes nas redes sociais acerca do colorismo, me senti convidada a compartilhar um pouco das reflexões que tenho desenvolvido no meu trabalho de Mestrado.&#160; Confesso que as declarações recentes da Dr. Sueli Carneiro sobre a necessidade de unirmos pretos e pardos na luta contra o racismo, foram o incentivo final para que &#8230;</p>
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		<title>Afrobeges ou o colorismo que refuta a lógica racista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Laila Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jan 2020 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negritude]]></category>
		<category><![CDATA[Afroconveniência]]></category>
		<category><![CDATA[Colorismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Morena, moreninha, cor de canela, marrom bombom, mulata, café com leite e tantas as variações e nomes que já foram inventados para encobrir e camuflar a negritude de mais de 50% da população brasileira. A ideia de “brasilidade” nos fez crer que todas essas categorias de “cor” eram elogiosas, motivos de orgulho da nossa mistura, &#8230;</p>
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		<title>Alinta Sara: do Caribe para o mundo!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Claudia Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 18 Jan 2019 15:00:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Alinta Sara]]></category>
		<category><![CDATA[Bokantaj]]></category>
		<category><![CDATA[Colorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Diaspora]]></category>
		<category><![CDATA[Ile de lá Réunion]]></category>
		<category><![CDATA[Sueide Kintê]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um encanto testemunhar estórias! Existem estórias, que a história desconhece. Que tremendas estórias (que grandes contadores de histórias não viabilizam), histórias e mais histórias de estórias não contadas, muito além disto, não exaltadas. Nossos e os não nossos, têm o direito de saber que muitos grandes nomes, estão a trabalhar e a fazer crescer conhecimentos &#8230;</p>
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		<title>Colorismo – sobre tonalidades e (in)visibilidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aline Djokic]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jul 2018 16:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Colorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Negritude]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há um pouco mais de três anos eu escrevi o primeiro texto sobre o colorismo e que pode ser lido aqui. Até aquele momento, segundo a minha pesquisa, não se usava esse termo para se referir à preferência de pessoas negras com traços mais próximos daqueles tidos como caucasianos. Isso, porém, não quer dizer que &#8230;</p>
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		<title>Deixando de se ver como “a clarinha”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carol Bispo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Mar 2018 16:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Colorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Até os 25 anos eu sempre ouvia que eu era branca do cabelo duro, a legitima sarará como diziam. Meu pai da mesma cor que a minha, o que chamávamos de pardo e minha mãe para mim sempre foi branca. Após as manifestações de 2013 e 2014, fui convidada a ingressar na comissão de Igualdade &#8230;</p>
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		<title>Cores e Valores: preconceito fenotípico, lugares sociais e de fala</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariana Santos de Assis]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 May 2016 16:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Colorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Genocídio]]></category>
		<category><![CDATA[Lugar de fala]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde a primeira vez que ouvi falar sobre colorismo senti uma rejeição imediata à ideia. Primeiramente tentei justificar minha atitude com o bom e sempre útil argumento de que isso separaria negros de diferentes pigmentações. De fato, alguns discursos mal fundamentados bem podem levar a isso, um desvio do foco na luta contra toda e &#8230;</p>
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		<title>Jout Jout, o desabafo de Caio, colorismo e o racismo “velado” no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ayana Odara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Feb 2016 15:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negritude]]></category>
		<category><![CDATA[Caio Jout Jout]]></category>
		<category><![CDATA[Colorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Privilégios]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Contextualizando, Jout Jout Prazer é uma jovem fluminense de 24 anos que ficou famosa por postar vídeos sobre diversos assuntos no youtube e bombar na rede após um vídeo sobre relacionamentos abusivos (Não tire o batom vermelho). Caio tem a mesma idade e é o namorado de Jout Jout que até então, por escolha, só &#8230;</p>
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		<title>A escala da dor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aila Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Mar 2015 16:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Colorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Cor]]></category>
		<category><![CDATA[Dor]]></category>
		<category><![CDATA[Embranquecimento]]></category>
		<category><![CDATA[Escalas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sobre Escalas, Colorismo e Padrões de Aceitação  Escalas possuem o desígnio de fragmentar sub-tópicos afim de uma comparação sobre especificidades presentes em cada um deles, estabelecendo assim, parâmetros. Criadores de tal ferramenta -nós, humanos- somos também dotados de sub-tópicos físicos e intelectuais com especificidades que incluem em sua junção tão complexa, graus diferentes de pigmentação &#8230;</p>
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		<title>Colorismo: quem decide?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Consuelo Neves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2015 14:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negritude]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Colorismo]]></category>
		<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O termo colorismo foi cunhado em 1982 pela escritora e ativista negra Alice Walker, autora de A Cor Púrpura. A forma como esta manifestação do racismo age é simples; somos avaliados socialmente pela nossa aparência e cor a todo tempo, nossa pele deve corresponder a um determinado status social, quanto mais a pele for clara, &#8230;</p>
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