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	<title>Cultura Archives - Blogueiras Negras</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>Carnaval de Salvador 2026: Tabuleiro de damas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Santiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Feb 2026 15:40:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[Carnaval]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esse texto estava sendo ensaiado desde 2023, quando as presenças de amigos, familiares e depois, a minha própria presença no Carnaval de Salvador constatou delícias, delírios e decepções. Há alguns anos a maior festa popular do Brasil tem passado por processos dúbios de reapropriação, comercialização, ressurgimentos e inovações – para o bem ou para o &#8230;</p>
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		<title>A ancestralidade negra e indígena: a importância da coletividade, da preservação cultural e da luta contra a demonização das religiões de matriz africana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lays Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 May 2023 15:36:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ancestralidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Candomblé]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nossa comunidade precisa sempre lembrar da importância e da necessidade de cuidarmos uns dos outros. A nossa coletividade foi o ponto-chave fundamental para chegarmos até aqui como sociedade. O conceito de individualidade é uma criação recente, limitada, arcaica, ocidental e branca! Todos nós dependemos uns dos outros e devemos valorizar essa co-dependência e tornando vivo &#8230;</p>
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		<title>Dentro do mar há rios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vitória Vatroi]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Feb 2023 15:19:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artes Visuais]]></category>
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		<category><![CDATA[Tracunhaém]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É possível criar outros contornos para a memória? Assista o meu filme Deságue! Falar de arquivos e memórias para população negra é algo complexo, pois, muito nos foi tirado e o acesso à produção de imagens nos foi negado durante muito tempo, fruto de dinâmicas coloniais que se atualizam na contemporaneidade em seus diversos tentáculos. &#8230;</p>
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		<title>Feminismo negro e os 20 anos da Sambada de Coco do Guadalupe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dani Bastos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Jun 2018 16:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<category><![CDATA[Mãe Beth de Oxum]]></category>
		<category><![CDATA[Pernambuco]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No dia 02 de junho de 2018, foram celebrados os 20 anos ininterruptos da Sambada de Coco do Guadalupe &#8211; Olinda &#8211; PE, evento cultural gratuito, realizado todo primeiro sábado de cada mês, pelo Ponto de Cultura Coco de Umbigada, liderado por Mãe Beth de Oxum e pelo Mestre Quinho Caetés. Podemos pegar a trajetória &#8230;</p>
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		<title>“Trilhas de Poeira na Estrada”: Trajetórias Antropológicas e Apagamento de Zora Neale Hurston</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Vanessa Candida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 19 Mar 2018 16:00:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Antropologia]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Zora Neale Hurston (1891-1960) “gênia do sul”¹, foi aluna de Franz Boas &#8211; o pai da antropologia culturalista-, primeira antropóloga a pesquisar o negro e a religião vodu de uma perspectiva não racista nos EUA, mulher e negra. Como ainda pouco (ou nada) conhecemos, estudamos e discutimos sua obra no Brasil? Hurston, assim como inúmeras &#8230;</p>
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		<title>As mulheres negras no Congado de Uberlândia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Reveny Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Aug 2017 16:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“A vovó não gosta de folha de côco no terreiro Faz ‘alembrar’ o tempo do cativeiro &#8230;” Uberlândia é palco de uma tradição que existe a mais de 100 anos, o Congado. É uma tradição cultural afro brasileira que reúne práticas e rituais elaborados por negras e negros para relembrar o sofrimento e as lutas &#8230;</p>
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		<title>Não queremos falar sobre Joaquim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Pretas Drama]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 May 2017 16:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Joaquim]]></category>
		<category><![CDATA[Negritude]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>por Pretas Drama &#160; Quando o protagonismo não é dado, ele é tomado. É assim que a personagem Preta, vivida pela atriz luso-diaspórica Isabél Martins Zuaa Muntage se apresenta no filme Joaquim. Com o seu andar e olhar firmes, Preta anuncia à que veio em suas primeiras cenas: se não consegue juntar-se a mim na &#8230;</p>
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		<title>Mulheres negras e viagem: imigração, Mardi Gras e Estados Unidos na era Trump</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Luciana Brito]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Mar 2017 16:00:11 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Viajar traz várias possibilidades, inclusive a de se reinventar, tornar-se outra pessoa, ainda que temporariamente. Porém, se falamos do lugar de uma viajante negra, é impressionante como categorias de raça, classe, gênero, cruzam-se e derrubam nossas especificidades, tornamo-nos “a mesma coisa. Isso é resultado tanto do olhar do outro, que ignora nossas subjetividades, quanto da &#8230;</p>
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		<title>Taís Araújo e Camae levam todas nós, mulheres negras, ao Topo da Montanha!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thiane Neves Barros]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 04 Nov 2016 15:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Lázaro Ramos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esperei muito tempo pela oportunidade de ver O Topo da Montanha e a expectativa acumulada foi equivalente ao tempo e à distância geográfica: enorme. Quando a peça entrou em cartaz no Teatro FAAP em São Paulo, eu ainda morava em Belém. Acompanhei pela internet o impacto em algumas amigas minhas, mas parecia muito improvável que &#8230;</p>
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		<title>The Get Down: entretenimento, música e atitude política</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/the-get-down-entretenimento-musica-e-atitude-politica/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Mônica Santana]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Sep 2016 15:51:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Televisão]]></category>
		<category><![CDATA[Arte]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>(Para ler ouvindo “I’m a black man in a white world”, de Michael Kiwanuka) “Onde há ruínas, pode haver um tesouro” a frase grafitada nos vagões dos trens que ligam o Bronx a Manhattan parece ser a grande síntese da história apresentada pela série The Get Down, mais cara produção da história da Netflix e &#8230;</p>
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