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	<title>Escrita Archives - Blogueiras Negras</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>Meu uso da raiva: a escrita</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Sankofa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Nov 2023 16:50:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Escrita]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por causa da pandemia, eu comecei a fazer terapia. Durante o meu processo de “cura”, eu compreendi que a raiz do problema era mais antiga do que eu imaginava. Nós, aqueles(as) que estamos sempre no fronte, temos uma dificuldade em aprender a olhar para dentro de nós e autoconhecermos sobre os sentimentos, as dores ainda &#8230;</p>
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		<title>Contra o apartheid da voz, a minha palavra sorrir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Sankofa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Oct 2023 16:37:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Escrita]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo Acadêmico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ilustração: Wellington Silva &#124; Adaptação da obra &#8216;Monumento à voz de Anastácia (2019)&#8217; por Yhuri Cruz Se a minha voz incomoda, eu estou muito feliz. Quando falo incomodo, não pelo fato de fazer ofensas pessoais, mas por causar o desconforto de tensionar o status de “revolucionário” ou “desconstruidão” que algumas pessoas brancas sustentam discursivamente em &#8230;</p>
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		<title>Quanto vale ou é por quilo sua escrita? O que a gente não diz a academia nos adoece</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Kathyuscia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Jan 2022 16:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Academia]]></category>
		<category><![CDATA[Escrita]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se a escritora negra Carolina Maria de Jesus fosse examinada por uma banca de defesa de tese, cuja composição estivesse ancorada ao rigor normalista e eurocêntrico do pensamento ocidental hegemônico, certamente ela não receberia o título de Doutora.&#160; Se a personagem Ponciá Vicêncio, criada pela escritora negra Conceição Evaristo, soubesse que sua frase “preciso autorizar &#8230;</p>
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		<title>A poesia de Eli Belizário</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eli Belizario]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Aug 2018 16:00:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Escrita]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A ME PERDER DE VISTA teus olhos, teus olhos não podem reduzir minha cor a da poça de lama enquanto desejas me sentir à pele teus olhos, teus olhos não podem cobrir minha imensidão ficaram pequenos, pequenos demais o que vês, são só partes de mim o que não conheces, não podes amar. &#160; TRÊS &#8230;</p>
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		<title>DANDARA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Jun 2018 16:00:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Conto]]></category>
		<category><![CDATA[Escrita]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Maria Clara acordou cedo, escovou os dentes, tomou um café amargo e foi se arrumar. Não conseguiu se olhar no espelho, mas insistia em dizer, a si mesma, que não era tão feia quanto parecia. Enfim, encarou o espelho, pegou um vestido colorido, curto, tecido leve e vestiu. Logo depois, tirou, estava gorda demais para &#8230;</p>
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		<title>O ano mais difícil da minha vida</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jhamarrili de Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 02 Apr 2018 16:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[E.V.A - empoderamento e verdades antipatriarcais]]></category>
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		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existem momentos na vida que são impossíveis de se esquecer como primeiro amor, primeiro beijo e primeira decepção. No meu caso as decepções apareceram antes mesmo do amor, pois elas sempre vinham acompanhada por um belo sorriso,, um olhar de tirar o fôlego e uma terrível popularidade escolar. A adolescência e um período bastante complicado, &#8230;</p>
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		<title>Os textos mais lidos de 2017</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Blogueiras Negras]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Dec 2017 15:00:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ah, mais um ano mamãe. Obrigada mamãe Oxum, (mamãe) Oiá e os espelhos! (Aline Djokic)Antes de tudo, agradecemos tuas bênçãos, tuas águas e tuas armas. Que o raio toque a água, e que no amanhã continuemos a construir o passado. A ponte para o dia que vem amanhã! Preta, escute aqui! (Joyce Maria) Mais um &#8230;</p>
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		<title>Os mais lidos de 2016</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Blogueiras Negras]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Dec 2017 15:00:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>A gente começa a aquecer os tambores para a programação de final de ano com um pedido de desculpas, porque não publicamos (AINDA) os mais lidos de 2016. A gente demora, mas cumpre, viu! Vamos relembrar o que aconteceu naquele ano tão agitado! Começando pelas 25WebNegras – Que ano, senhoras!&#160;que foi de um amor que &#8230;</p>
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		<title>Carolina Maria de Jesus, a escrita como adaga</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Santiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Apr 2017 16:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Carolina Maria de Jesus]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esse texto foi escrito em janeiro de 2017. Havia acabado de ler Quarto de Despejo e estava [permaneço] impactada pela literatura de Carolina. Foram vários socos no estômago, choro, marcas, sorrisos, angústias. Tudo isso enquanto devorava sem sentir as palavras dessa doce e inteligente escritora. Escrevi querendo escrever como ela. Direta e reta, firme e emotiva tudo &#8230;</p>
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		<title>10 séries com mulheres negras como protagonistas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tania Seles]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Apr 2017 16:00:16 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Quando Viola Davis foi a primeira atriz negra a ganhar o prêmio Emmy de Melhor Atriz em Série Dramática, em 2015, pelo seu papel como Annalise Keating em How To Get Away With Murder, ela fez um poderoso discurso e disse: “A única coisa que diferencia as mulheres negras de qualquer outra pessoa é a oportunidade”. E é a mais &#8230;</p>
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