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	<title>Funk Archives - Blogueiras Negras</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>Representatividade importa  – Ludmilla é a nova Regina George</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Jennifer Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 May 2017 16:00:50 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Funk]]></category>
		<category><![CDATA[Ludmilla]]></category>
		<category><![CDATA[Música negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O clipe do single “Cheguei” em que a Ludmilla é a nova Regina George, abelha rainha da escola onde o filme Meninas Malvadas (2004) acontece, foi ao ar na semana passada e todo mundo só falava disso. Dessa vez, a popular da escola é negra, tem amiga transsexual e é admirada por: brancos. “Tá, Jennifer, &#8230;</p>
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		<title>Entre o silencio e o reconhecimento: Funk e sua legitimidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Heloisa Rosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 Aug 2016 16:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Funk]]></category>
		<category><![CDATA[Identidade negra]]></category>
		<category><![CDATA[Legitimidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sempre que é pronunciada a palavra “Funk”, uma série de estereótipos recai na conversa. Esse estilo musical que não ocupa o mesmo posto de admiração e respeito que outros estilos, de musica, como o rock, musica clássica e tantos outros estilos, leva consigo, um espaço e um público determinante, sendo esses respectivamente a periferia e &#8230;</p>
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		<title>Ser preto tá na moda?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mara Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 10 Jul 2014 16:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Apropriação cultural]]></category>
		<category><![CDATA[Black music]]></category>
		<category><![CDATA[Funk]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Rap]]></category>
		<category><![CDATA[rock]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Precisamos acima de tudo perceber que o racismo continua impregnado dentro desses movimentos que dizem que “o preto está na moda”. Só porque a classe média branca gosta do que o negro produz não quer dizer que ela gosta de conviver com o negro nos seus espaços diários, que ela não pratique racismo todo o dia com seu porteiro, com sua empregada.</p>
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		<title>Poéticas do gueto</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariana Assis]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Jul 2013 16:00:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Funk]]></category>
		<category><![CDATA[Gueto]]></category>
		<category><![CDATA[Nossa Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Rap]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estamos escrevendo uma nova realidade para o povo preto. É absolutamente contagiante ver o orgulho nos olhos dos nossos irmãos se sentindo cada vez mais bonitos, admirando sua quebrada sem perder a consciência de que a luta pela dignidade e pela liberdade é todo dia. Se alguém ainda tem muita dificuldade para entender essa dinâmica, para acompanhar a diversidade criada pela criatividade de nosso povo, não se preocupem, para isso estamos nas suas universidades, para tentar explicar pra ver se vocês entendem e conseguem deixar de separar a luta, a politica, a militância da sensibilidade, da beleza, do lirismo.</p>
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