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	<title>resiliência Archives - Blogueiras Negras</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>Resiliência e Rebeldia: Lições dos povos pretos em tempos de Pandemia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Yérsia Souza de Assis]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 May 2020 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negras Notáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[África]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Texto originalmente publicado na Revista Afirmativa Por Yérsia Souza de Assis -Alô, tia? Benção? Como a senhora está? Agora é quarentena! -Oi, Deus te faça feliz. Eu estou bem, sei que é quarentena. Vi na televisão. -A senhora está com medo? – Eu não. O povo brincou com Deus, agora tá vendo como é. -Eu &#8230;</p>
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		<title>Resistência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Roberta Cristina]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Oct 2018 16:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[resiliência]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existe uma tampa, uma corda sistemática que nós cala. Silenciam nossas intuições, sentimentos. Massacram nossa ancestralidade. Pra que? O silêncio é a melhor resposta, o silêncio é a força transformadora dos pensamentos que existem em nós para outros nós. Mas, a corda, a corda permanece no meu pescoço, escorre lagrimas e sangues, milenares. Ainda sim. &#8230;</p>
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		<title>Apesar de ser negra&#8230;O tributo pago pela mulher negra ao mercado de trabalho.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Viviana Santiago e Viviane Santiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Jul 2016 15:50:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilo de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[resiliência]]></category>
		<category><![CDATA[Sexismo]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nós, mulheres negras, precisamos ter esse cenário em mente, para que possamos encontrar uma relação com nosso de desenvolvimento profissional  que nos permita nos desenvolver no mundo do trabalho e não apenas sucumbir a ele.</p>
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		<title>Enegrecendo espaços acadêmicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Patricia Anunciada]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 29 Mar 2016 16:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Cotas Raciais]]></category>
		<category><![CDATA[Presença negra]]></category>
		<category><![CDATA[resiliência]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[universidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ingressar na Universidade é uma tarefa árdua para nós, mulheres negras, principalmente quando moramos nas periferias da cidade. Geralmente as melhores Universidades ficam localizadas na região central e, além da questão da distância, enfrentamos também a dificuldade financeira para ficar em dia com mensalidades, despesas com cópias, transporte e alimentação. Muitas de nós não pode &#8230;</p>
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