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	<title>sexualidade Archives - Blogueiras Negras</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>Sobre (os) nós: Mulheres negras e afetos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dara (Simone Cristina Silva Simões)]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Dec 2019 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Afeto]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Beatriz Nascimento]]></category>
		<category><![CDATA[sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para quem vive a negritude e/ou expressa sua sexualidade e afetividade de forma não correspondente ao padrão de normatividade social, tem em seu corpo representações de militância constantes. Porque seu existir já vem carregado de elementos que contradizem a norma, e por serem entendidos enquanto uma ferida nesse padrão &#8211; heterossexual, branco, masculino, monogâmico e &#8230;</p>
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		<title>Céu negro, constelação bi</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mohara Valle]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Sep 2019 16:00:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Afeto]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[biafetidvidade]]></category>
		<category><![CDATA[Bissexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[semana da visibilidade bi]]></category>
		<category><![CDATA[sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As diversas formas de ser bissexual nas declarações de personalidades negras. Publicado originalemente na CABINE plataforma de arte negra LGBT. Editado por Bruno F. Duarte A&#160;visibilidade bi&#160;está em uma crescente a ponto da pauta ser cada vez mais discutida e o 23 de setembro —&#160;dia da visibilidade bissexual&#160;— ganhar mais espaço e ser de fato &#8230;</p>
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		<title>“Escrevivendo” afetos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lorena Varao]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Aug 2018 16:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[#JulhodasPretas]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[visibilidade lésbica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“porque a gente, que você amaldiçoa  em nome do seu amor doentio  normativo,  segregador,  a gente que é amante,  a gente é que vive y espalha amor”. Tatiana Nascimento dos Santos &#160; bell hooks, em Vivendo de Amor¹, afirma que “muitas mulheres negras sentem que em suas vidas existe pouco ou nenhum amor”. As “dororidades²” &#8230;</p>
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		<title>A solidão de ser uma mulher negra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Heide Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Jul 2018 16:00:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Afeto]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[solidão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não vou dizer que isso é um chavão, mas uma dura e penosa realidade. Falo desse lugar, do preterimento pelas mulheres que são brancas, pela sociedade que é segregacionista, a cobrança que essa cor de pele traz de que as negras além de ter que se superar, tem de ser poderosa e de fazer tudo &#8230;</p>
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		<title>Legalização do aborto, uma luta das mulheres negras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Emanuelle Goes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 11 Jul 2018 16:00:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Corpo]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Aborto legal]]></category>
		<category><![CDATA[Descriminalização]]></category>
		<category><![CDATA[Despenalização]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>texto originalmente publicado em População Negra e Saúde &#160; O aborto inseguro é uma realidade que persegue o cotidiano das mulheres em suas trajetórias reprodutivas, cerca de 22 milhões de abortos inseguros ocorrem todo ano no mundo, e estima-se que 47 mil mulheres morram anualmente de complicações decorrentes do recurso a práticas inseguras para a &#8230;</p>
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		<title>Insubmissa existência ancestral, um corpo negro no mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dai Costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Jul 2018 16:00:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Corpo]]></category>
		<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Ancestralidade]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Um corpo negro no mundo. Um corpo negro e feminino no mundo. Ser negra é continuar desbravando o mundo cheia de ferida aberta não curada. Ser mulher é lutar diariamente para não virar estatística do feminicidio. Nesse eterno looping cansativo, nossos corpos negros precisam de curas diárias para continuar a caminhada. Começar uma escrita falando de dores &#8230;</p>
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		<title>Preterimento afetivo e o paradoxo da mulher branca: ‘parecer legal’ ou se gabar do privilégio da preferência masculina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Sueria Dantas]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jun 2018 16:00:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Afeto]]></category>
		<category><![CDATA[Branquitude]]></category>
		<category><![CDATA[Feminismo negro]]></category>
		<category><![CDATA[sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há poucos anos ingressei num grupo de estudos, inicialmente sentia que pela primeira vez poderia estar entre pessoas negras (e não ser apenas a única do curso todo de todas as turmas) dentro de um contexto acadêmico, onde compartilharíamos além de novas epistemologias, nossas vivências em comum enquanto mulheres e homens negros. Logo de início, &#8230;</p>
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		<title>Carta aberta às pessoas que amam mulheres negras</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/carta-aberta-as-pessoas-que-amam-mulheres-negras/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Andressa Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 May 2018 16:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Afeto]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamento]]></category>
		<category><![CDATA[sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A vocês que amam mulheres negras, que se relacionam com elas de qualquer maneira, seja no amor, no trabalho, na universidade ou na vida. Esta carta é para cada um de vocês.  Entender o papel e as vivências de mulheres negras periféricas não é uma tarefa tão fácil. Compreender angústias, medos e inseguranças que permeiam &#8230;</p>
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		<title>Silêncios rompidos: A hipersexualização da mulher negra na obra de Maria Lídia Magliani</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/silencios-rompidos-a-hipersexualizacao-da-mulher-negra-na-obra-de-maria-lidia-magliani/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Izis Abreu]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jul 2017 16:00:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pinceladas bem marcadas desnudam três mulheres negras, ou melhor, três esculturais corpos negros femininos repousam sobre a areia clara do que parece ser uma praia. Sobre eles, a frieza opressiva de um céu azul/lilás que também cumpre a função de dar perspectiva a paisagem. A pintura é da artista gaúcha Maria Lídia Maglini (1946-2012), primeira &#8230;</p>
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		<title>Tem um abusador ao (do) seu lado</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/tem-um-abusador-ao-do-seu-lado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Elisa de Sena]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 02 May 2017 16:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Denúncia]]></category>
		<category><![CDATA[Violência]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>
		<category><![CDATA[violência contra as mulheres]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sim, eu já fui abusada. E isso não é de forma alguma algo incomum, embora seja sim motivo de tristeza e também combustível para seguirmos na luta contra o sistema machista opressor que vivemos atualmente. Mas esse relato não é para falar de algum dos abusos que sofri por parte de um ex-namorado, ou de algum &#8230;</p>
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