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	<title>Trabalho Doméstico Archives - Blogueiras Negras</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>A pergunta é: de que Maid estamos falando?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maria Teresa Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Oct 2021 16:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Televisão]]></category>
		<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Identidade negra]]></category>
		<category><![CDATA[série]]></category>
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		<category><![CDATA[Trabalho Doméstico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Porque ficamos tão tocadas e invocamos nossa sororidade, nos sentindo tão atravessadas quando deparamos com uma mulher branca de olhos claros, com uma menina tão linda e tão clara quanto ela, enfrentando um dia duro de faxina para sobreviver? Maid fala do que acontece todos os dias nas periferias, morros, comunidades e favela do Brasil &#8230;</p>
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		<title>Joguei do alto do terceiro andar, quebrei a cara e me livrei do resto dessa vida¹</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Heloisa Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Sep 2021 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Violência]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[FENATRAD]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho Doméstico]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A trabalhadora doméstica Raiane Ribeiro da Silva, 25 anos, mulher negra jovem que sofreu agressão e foi mantida em cárcere privado em um bairro nobre da cidade de Salvador, precisou pular do terceiro andar do prédio onde trabalhava para se livrar das agressões de uma patroa. Não dá para descrever o sofrimento físico e emocional &#8230;</p>
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		<title>O Tempo das Mulheres Negras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Blogueiras Negras]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Mar 2021 16:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[8M]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho Doméstico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Texto publicado em julho de 2017 no blog #AgoraQueSãoElas da Folha de São Paulo Há algum tempo atrás algum branco postulou a teoria da relatividade, numa compreensão progressiva de que dois referenciais diferentes oferecem visões perfeitamente plausíveis, ainda que distintas, de um mesmo efeito.&#160; Proponho aqui com este texto que pensemos então na relatividade do &#8230;</p>
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		<title>Adeus dará</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anônima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Sep 2020 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos trabalhistas]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho Doméstico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em reverência às nossas matriarcas. Escrito em 18 de maio de 2016 Somente há pouco tempo, pude conhecer sua estória. Ela sempre foi muito quietinha. Não reservada, não indisponível, mas distante. Seus cabelos estão cada vez mais brancos, num corte bem curto. Os olhos atentos, um sorriso discretamente acolhedor. Por uma dessas afinidades que se &#8230;</p>
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		<title>A solidão de não ter ninguém para te servir</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ingrid Farias]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Apr 2020 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho Doméstico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quero falar sobre as solidões e abandonos vividos em tempos de livre trânsito pela cidade, abandonos e solidões cotidianos antes da pandemia se instalar, mas invisibilizados por quem somos, de onde viemos. Muitas pessoas foram forçadas pelo momento a estarem sós, não apenas da sociedade e das ruas, mas daqueles que você sempre explorou nos &#8230;</p>
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		<title>Coronavrírus nas periferias 002 Pela Vida das nossas Mães</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Blogueiras Negras]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Apr 2020 20:45:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Podcast]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[CoronaVirusNasPeriferias]]></category>
		<category><![CDATA[covid19]]></category>
		<category><![CDATA[empregadas domésticas]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho Doméstico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Áudio exclusivo de conversa com Laura Cristina. Edição e parceria: Rádio Aconchego. Dá o play! Carta-menifesto publicada em 23 de março pelo Instituto Humanitas Unisinos Manifesto das filhas e filhos de empregadas domésticas e diaristas. Ao poder público, empregadores e empregadoras de domésticas e diaristas, e toda sociedade civil. Esta carta manifesto tem como objetivo &#8230;</p>
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		<title>De ama à baba: mulheres negras e a racialização do cuidado</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/de-ama-a-baba-mulheres-negras-e-a-racializacao-do-cuidado/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Marjorie Chaves]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Sep 2014 16:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho Doméstico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Não basta colocar o cuidado como questão política, se não houver questionamento sobre quem se beneficia desse serviço. A “mucama permitida” (GONZALEZ, 1980) precisa dar lugar a outras possibilidades de existência de mulheres negras.</p>
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		<title>Exclusão no Espaço Doméstico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Stephanie Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 15 Jul 2014 16:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Estilo de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Urbanidade]]></category>
		<category><![CDATA[Quarto de empregada]]></category>
		<category><![CDATA[Segregação]]></category>
		<category><![CDATA[Senzala]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho Doméstico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para se pensar numa cidade mais democrática no campo social e racial, temos que também pensar nesses pequenos espaços que nada mais são que resquícios da Senzala, que até hoje são reproduzidos por profissionais da arquitetura.</p>
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		<title>O Feminismo surgiu para que Margarida pudesse ser mais! E o Feminismo Negro, para que Margarida pudesse ser ela mesma!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariana Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Feb 2014 17:28:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aborto]]></category>
		<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Feminismo negro]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho Doméstico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“’Margarida era rosa, bela, cheirosa e grampola Tipo casa das camélia, gostosa! Bromélia, toda prosa, a me enlouquecer Bela, tipo um ipê, frondosa É um lírio, causa delírios, mire-a Vicio é vigiar, chique como orquídeas Cabelos como samambaia e xaxim flor Perto dela as outras são capim, pô Girassol, violeta, beleza violenta Passou aqui como &#8230;</p>
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		<title>Trabalho doméstico: &#8216;ela é da família&#8217; não é amor, é navalha na carne</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/trabalho-domestico-ela-e-da-familia/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Charô Nunes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Dec 2013 15:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Domésticas]]></category>
		<category><![CDATA[Pec das Domésticas]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho Doméstico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A lógica que constroi a ideia de que o trabalho doméstico é feminino é a mesma que o direciona para a mulher negra. O machismo tem um irmão e o nome dele é racismo. Um dos primos de primeiro grau atende pelo nome de classismo. Quando estão todos de mãos dadas, são as mulheres negras que sofrem. Mais ainda quando a opressão se dá portas adentro, espaço tão hostil à urbanidade, onde estamos vulneráveis. Porque algumas mulheres e alguns trabalhos são mais importantes que outros a ponto de ser lucrativo pagar alguém, quase sempre negra, para emancipar a patroa quase sempre branca. Esse texto é sobre tudo isso. Não é sobre família. É sobre outra coisa.</p>
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