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	Comentários sobre: Uma crônica sobre o passado	</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>
		Por: Cris O		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/uma-cronica-sobre-o-passado/#comment-6208</link>

		<dc:creator><![CDATA[Cris O]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Apr 2015 02:05:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Que texto lindo. Chorei... Me relembrou muita coisa d aminha própra vida:-(]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Que texto lindo. Chorei&#8230; Me relembrou muita coisa d aminha própra vida:-(</p>
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		Por: Romina Borba		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/uma-cronica-sobre-o-passado/#comment-4177</link>

		<dc:creator><![CDATA[Romina Borba]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 29 May 2014 19:05:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Natália, eu já usei até aliança falsa (comprei uma de bijouteria folheada a ouro) e usava na mão direita (de noivado) e cada vez que era assediada falava uma história de um falso noivo diferente), só pra evitar assédio.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Natália, eu já usei até aliança falsa (comprei uma de bijouteria folheada a ouro) e usava na mão direita (de noivado) e cada vez que era assediada falava uma história de um falso noivo diferente), só pra evitar assédio.</p>
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		<title>
		Por: Natália		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/uma-cronica-sobre-o-passado/#comment-3781</link>

		<dc:creator><![CDATA[Natália]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Mar 2014 22:53:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nossa... também já troquei de roupa, troco de calçada, já andei muito olhando pro chão, exatamente pelos mesmos motivos. No geral não gosto de ser olhada porque, normalmente, quando olham, o fazem com falta de discrição e porque me dá um certo medo. Às vezes até me pergunto se não estou paranóica, mas ainda prefiro me prevenir em qualquer situação.
Infelizmente, esse tratamento desrespeitoso começa/acontece nas escolas. Aos meus 9 anos de idade, na 3ª série, tive dois colegas que adquiriram a mania de tocar nas meninas e lembro de ter batido e apanhado de volta também. Com o tempo eles pararam, mas não me lembro exatamente as medidas que a escola tomou (se é que tomou =/), só me lembro que eu não compreendia bem a situação ou o que eles pensavam e que me sentia constrangida. Ao menos minha professora nos deu algum apoio na época.
O que muita &quot;gente&quot; finge não entender é que palavras machucam. Toques machucam e humilham, nos mostram muitas vezes indefesas. Olhares ofendem e relembram. Porque as palavras, toques e olhares nos lembram claramente como somos vistas por muitos, como quem vale no máximo como objeto sexual e não tem direito sobre sua vida.

E... uns meses atrás, fui abordada por um homem que parece ter o dobro da minha idade, quando voltava da feira. Mesmo depois de um não (até menti que era casada), ele continuou me seguindo e isso começou a me assustar. Ele corria na frente, por outro caminho e ficava parado &quot;me esperando&quot; Num dado momento do trajeto, resolvi parar e esperar para &quot;encara-lo&quot; e me impor, morrendo de medo. E então, entre outras coisas, ele descreveu a primeira vez que tinha me visto, que percebi que já fazia muito tempo. Eu disse algo e outro não. Mas ele continuou me seguindo, indo por outros caminhos. Consegui despista-lo entrando num mercadinho, meu medo era que descobrisse onde eu morava. Depois de chegar em casa e pensar mais um pouco, percebi que era a mesma pessoa que já havia me abordado e insistido 7 anos atrás, quando eu tinha 16 anos! Fiquei com mais medo ainda. Fiquei semanas com medo e raiva por ele ter me seguido, evitando ir à feira naquele dia e horário. Com o tempo não o vi mais, mas caso me se aproxime novamente, terei de tomar alguma providência.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nossa&#8230; também já troquei de roupa, troco de calçada, já andei muito olhando pro chão, exatamente pelos mesmos motivos. No geral não gosto de ser olhada porque, normalmente, quando olham, o fazem com falta de discrição e porque me dá um certo medo. Às vezes até me pergunto se não estou paranóica, mas ainda prefiro me prevenir em qualquer situação.<br />
Infelizmente, esse tratamento desrespeitoso começa/acontece nas escolas. Aos meus 9 anos de idade, na 3ª série, tive dois colegas que adquiriram a mania de tocar nas meninas e lembro de ter batido e apanhado de volta também. Com o tempo eles pararam, mas não me lembro exatamente as medidas que a escola tomou (se é que tomou =/), só me lembro que eu não compreendia bem a situação ou o que eles pensavam e que me sentia constrangida. Ao menos minha professora nos deu algum apoio na época.<br />
O que muita &#8220;gente&#8221; finge não entender é que palavras machucam. Toques machucam e humilham, nos mostram muitas vezes indefesas. Olhares ofendem e relembram. Porque as palavras, toques e olhares nos lembram claramente como somos vistas por muitos, como quem vale no máximo como objeto sexual e não tem direito sobre sua vida.</p>
<p>E&#8230; uns meses atrás, fui abordada por um homem que parece ter o dobro da minha idade, quando voltava da feira. Mesmo depois de um não (até menti que era casada), ele continuou me seguindo e isso começou a me assustar. Ele corria na frente, por outro caminho e ficava parado &#8220;me esperando&#8221; Num dado momento do trajeto, resolvi parar e esperar para &#8220;encara-lo&#8221; e me impor, morrendo de medo. E então, entre outras coisas, ele descreveu a primeira vez que tinha me visto, que percebi que já fazia muito tempo. Eu disse algo e outro não. Mas ele continuou me seguindo, indo por outros caminhos. Consegui despista-lo entrando num mercadinho, meu medo era que descobrisse onde eu morava. Depois de chegar em casa e pensar mais um pouco, percebi que era a mesma pessoa que já havia me abordado e insistido 7 anos atrás, quando eu tinha 16 anos! Fiquei com mais medo ainda. Fiquei semanas com medo e raiva por ele ter me seguido, evitando ir à feira naquele dia e horário. Com o tempo não o vi mais, mas caso me se aproxime novamente, terei de tomar alguma providência.</p>
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