Marca, doce marca.

Aviso de cuidado – Esse texto é recomendado para maiores de 16 anos.

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Você me toca e instantaneamente meu corpo reage, como se já  tivesse decifrado todos os códigos dele. Eu apenas vou, porque  você sabe onde me levar, então quanto mais perto, mais eu te sinto em mim. Suas mãos passeiam, pegam rotas, atalhos, caminhos, mas seu destino é sempre o mesmo, é me ter, me tem de lado, ao contrário, ao avesso, me tem. Você aperta minha cintura, me beija e me olha como se dissesse que fazer turismo fosse a ação mais divertida, tendo como apreciação de monumento, tudo que te entreguei entre minhas coxas, entre meu íntimo, entre a distância de sua língua e meu úmido. O grande espetáculo começa, você é o maestro da orquestra, e assim como em uma, todos os seus comandos criam uma melodia de agudos e graves. Todo meu corpo fica quente e treme, então você me aperta, apressando seus movimentos, como se tivesse pressa para me encontrar, mas eu entendo, não é pressa, é desejo, seu desejo de me encontrar me deixa em ápice. Em ápice eu te molho, me derramo, nos amamos. Sinto impulsos que não controlo, minha cintura segue a sequência que você dá e assim meu íntimo dança, junto com minhas mãos que querem você, procuro seu toque, porque eu preciso que me segure. Você entra em mim, mexe e vasculha pelo ponto de partida, toda vez que encontra, tem total controle sobre mim, meu ser se excita, minha alma transfigura, transfigurou, ficou transfigurada desde o seu encontro. Tenho em memórias, arrepios, suspiros e incontroláveis atos de puxar tudo ao meu alcance, quero que me tenha de novo.

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