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Blogueiras Negras

6 comments
  1. Quero saber e não sei como! Como faço para que uma foto minha apareça quando eu fizer um comentário!? não encontro no blog um caminho para fazer isso. Se é possível é claro! Por favor alguém pode me responder!? Obrigado.

  2. COMENTÁRIO SOBRE O TEMA DO ARTIGO: DEIXAR DE SER RACISTA, MEU AMOR, NÃO É COMER UMA MULATA!

    “Você é uma morena muito bonita” – Essa eu já vivi muitas vezes – me dizem – vc é “cabo verde”, Ah! Vc não é negra vc é “morena” – preta é da cor de “carvão ou disco”(vinil). E muitas vezes que fiz como você e disse eu sou n.e.g.r.a, acharam que eu estava com baixa estima, era como eu tivesse me depreciando, se pudessem me indicavam um acompanhamento psicológico – “calma não é bem assim… preta é preta vc é morena”.
    “Seu cabelo é muito bonito, posso pegar?” – Esse também, eu já vivi, e vivo por algumas vezes. Eu conversando com uma colega(eu sempre ando de cabelo com torço) , frente a frente com ela, minha cabeça pesou soltei o cabelo e instintivamente ela meteu os dedos na minha cabeça, e falou meio espantada – “meninaaa! eu pensei que era mega”. E outros comentários como – “esse cabelo é seu mesmo!?”.
    “Você tem os traços delicados” – Devo confessar que, embora saiba que é um comentário racista cometo muitas vezes, porém algumas vezes é que não sinto na mulher preta linda a sua identidade de negra, aí tento reforçar sua negritude dizendo – “Nossaaa vc é uma N.E.G.R.A linda!”. Falando serio sempre é com esta intenção e ai quem está de parte pode ate pensar que é racismo. Muito em-bora eu não acho todo negro ou negra [email protected], assim como não acho [email protected], quando eu digo que é lindo, o são pelos meus padrões(construções do que é lindo e feio).
    Os outros itens que você citou, eu não lembro de usar, pelo menos não só com mulheres negras. Contudo seu texto é muito bom para reforçar que todos somos em alguma medida racistas (mesmo negando, já que não somos de Marte nem Vênus…etc, somos fruto da cultura que vivemos), às vezes nas praticas, outras nos discursos, e vejo isso como um processo, já que fomos por toda uma vida ensinadas que o [email protected] é feio, é o mal, é o que tem de ruim no mundo, são os que não tem inteligência, que são uma raça inferior, e no séc XVIII nem alma tínhamos . Ou seja todas essas construções socioculturais contribuíram para naturalizar as nossas conceituações sobre @s [email protected], Principalmente com a dicotomia organizada maquiavelicamente por nossa sociedade como forma de nos manter submissos e subjugados, assim sendo penso que nossas construções ainda hoje são como diria Bell Hooks o “reflexo da opressão e impacto da colonização racista”, motivo pelo qual, nós, principalmente mulheres negras somos frequentemente desmerecidas, menosprezadas, humilhadas e mutiladas em uma ideologia que (tenta) nos aliena(r). EU SOU PRETA.

    Edna Pinho
    [email protected]

  3. “Lá vou eu, sem mais aquela, cabelo pixaim e bela.
    Uma bunda grande sem qualquer trela que cubra ela.
    Bela sei que sou e vou bela.
    […] E lá vou eu de novo, em busca de um lugar onde eu
    possa ser bela.
    Cabelo pixaim, bela, bunda grande sem qualquer trela
    que cubra ela, bela”
    Sônia Fátima Conceição
    , Cadernos Negros,
    n° 6, 1983, p. 55

  4. Salve Os Negros, Baianos, Brancos, Amarelos, Salve toda a Humanidade.
    Sou um Homem de meia idade Branco com uma Alma Feminina, (não sou homossexual, ok) Sou Espírita da Umbanda, estava lendo no seu blog sobre,
    DEIXAR DE SER RACISTA, MEU AMOR, NÃO É COMER UMA MULATA!
    29 de maio de 2013 • por Charô • em Feminismo, Preconceito, Sexualidade
    Em relação a tudo o que foi falado por incrível que pareça ainda no Brasil exista esse tipo de racismo e isso por incrível que pareça vem de berço, vou explicar:-
    Sou filho mais velho de uma família de cinco filhos sendo que todos nasceram loiros, descendente de Italianos, Portugueses e Argentinos, meu Pai nascido no Interior de São Paulo veio muito pequeno para a Capital (São Paulo) e nessa época meus avós filhos de agricultores com escolaridade um analfabeto e outro com segundo ano primário, uma família humilde.
    Meu Pai por sua vez as suas amizades sempre foram com negros, ele era trabalhador em Metalúrgicos e na década de 70 muito Baianos e Cearenses vieram pra São Paulo tentar a sorte e com isso o seu circulo de amizade também começou a crescer, me recordo que na época ele comprou uma Mercearia que ficava muito próximo de uma favela grande no Bairro do Jaguaré eu na época com sete anos de idade e lá eu conheci muita gente humilde e de todas as raças desse Brasil por muitas vezes eles me pegavam e me levavam para suas casas a onde eu brincava com seus filhos e ainda acabava almoçando tive uma infância maravilhosa com todo esse povo me lembro uma vez que fui com ele a feira e encontramos com um amigo dele negro que tinha um defeito de nascença nas orelhas, elas eram muito pequenas, quando nos afastamos meu Pai me contou o porquê de ele ter as orelhas daquela forma, me disse que quando a sua mãe estava grávida dele ela viu um rapaz com defeito nas orelhas e acabou zombando com o rapaz e foi um tipo de castigo que a mãe teve por zombar de outro ser humano e ele me falou nunca zombe de ninguém se puder ajudar, ajude se não puder fazer nada pelo menos não zombe, por isso e muitas outras coisas o admirei e o admiro muito.
    Quando eu tinha 18 anos foi quando entrei a primeira vez em um terreiro de Umbanda meu Pai era ateu, vamos dizer assim! Ele tinha a Bíblia na cabeceira de sua cama e me falava não precisa ir a uma Igreja para falar com Deus, Ele olhou pra mim e me perguntou, você esta gostando? Se sente bem? Em tão faça o que tem a fazer, Ele não gostava de Padre e um dia me explicou o porquê, ele me contou que estava na rua e viu um homem negro mexer com o padre falando da saia do padre e o mesmo se revoltou pegou um Guarda da Policia e o fez prender o rapaz, ele ficou indignado com a atitude do Padre, voltando a Umbanda foi a onde aprendi muitas coisas o respeito a todos a humildade de trabalhar com o Pai Thomaz, Preto Velho (Negro), Um Caboclo, Sr Pena Cinzenta (Índio), com o Sr Severino das Encruzas (Baiano) e tantos outros, sou apaixonado pelo o que faço amo a minha religião aprendi com meu pai o quanto se deve dar o respeito seja lá pra quem for, namorei muitas mulheres Negras e todas têm o seu Encanto, Beleza, Magia, a Magia do amor, do carinho, respeito, são Mulheres Maravilhosas, uma coisa muito importante olhar, admirar nunca fez mal a ninguém, não fale uma besteira a uma mulher seja qual for a cor de sua pele.

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