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	<title>Cláudia Kathyuscia, Author at Blogueiras Negras</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>Retomar o amor, reflorestar os afetos: notas para adiar a monogamia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Kathyuscia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 28 May 2025 18:34:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Afeto]]></category>
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		<category><![CDATA[Poéticas Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Afeto anticolonial não se conquista,não é prêmio 1,2 e 3.Se cultiva feito a terra,com mãos semluvas.(Bárbara Kariri, 2024, p.17) Crescem as cercas imaginárias da busca pelo relacionamento perfeito, as idealizaçõesdo par romântico que há de chegar para preencher todos os sentidos. O contrato nupcial comogarantia da estabilidade financeira, a checklist das condutas de um casal, &#8230;</p>
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		<title>PODE UMA PRETA NÃO MONOGÂMICA?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Kathyuscia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jan 2025 17:25:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Afeto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Das insurgências amorosas a escolha de si [Território Beija-Flor] Acendo um incenso de capim-limão, ponho a água do café no fogo enquanto ela dorme abraçada com meu travesseiro. Ouço os cantos dos pássaros da minha janela, vejo que meu lírio da paz deu flor. Colho a poesia de um domingo preguiçoso enquanto passo o café. &#8230;</p>
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		<title>Bem querer y as possibilidades insurgentes de amar mulheres negras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Kathyuscia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Nov 2023 16:39:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Afeto]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres Negras]]></category>
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		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>bell hooks num domingo é como trazer o sol para um dia de chuva. Minha neblina não é a do personagem Riobaldo de Guimarães Rosa. Vai muito além das angústias “platônicas” de sua paixão por Diadorim.&#160;&#160; A neblina, aqui, em minha mente, é semelhante ao céu de Ponciá [da Conceição Evaristo] quando se avista o &#8230;</p>
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		<title>Não diga que estamos mortas, pois ainda somos palavra Resistência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Kathyuscia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Oct 2022 17:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Ancestralidade]]></category>
		<category><![CDATA[Genocídio]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Dizem que estamos mortas, mas esquecem que de onde viemos o culto a morte gera vida. Morrer para renascer. Ancestralizar para resistir. Por isso que resistência é valor de búzio que confirma ou não nossos caminhos de existir.<br />
Não diga que estamos mortas, pois ainda somos palavra Resistência.</p>
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		<title>Desobedecer a morte, reinventar a vida: palavras de uso diário para se manter viva</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Kathyuscia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Jun 2022 17:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Bem viver]]></category>
		<category><![CDATA[Morte]]></category>
		<category><![CDATA[resistência negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Ícaro às avessas:minhas asasincandescem o SolAsasque por meu corpo esperam:o que souse cumpre num voo.[…]”(Mia Couto, in: Águia, 2011) Se a palavra se fez verbo nem todas as conjugações estão para quem vive fora dopadrão. Viver não foi a palavra para os povos pretos na diáspora. Sobreviver se tornou seuverbo. Mergulhar nas memórias amorfas de &#8230;</p>
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		<title>Quanto vale ou é por quilo sua escrita? O que a gente não diz a academia nos adoece</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Kathyuscia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Jan 2022 16:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Academia]]></category>
		<category><![CDATA[Escrita]]></category>
		<category><![CDATA[universidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se a escritora negra Carolina Maria de Jesus fosse examinada por uma banca de defesa de tese, cuja composição estivesse ancorada ao rigor normalista e eurocêntrico do pensamento ocidental hegemônico, certamente ela não receberia o título de Doutora.&#160; Se a personagem Ponciá Vicêncio, criada pela escritora negra Conceição Evaristo, soubesse que sua frase “preciso autorizar &#8230;</p>
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		<title>Meu queloide dói, mas não sangra mais: memórias de violação sexual</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Kathyuscia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 May 2020 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Violência]]></category>
		<category><![CDATA[Estupro]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
		<category><![CDATA[mulher negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aviso de gatilho &#8211; Violência psicológica e sexual . . . Lesão traumática é a definição aurélia de queloide. Trago comigo marcas de violações sexuais que acompanharam as minhas três fases de desenvolvimento humano. Das memórias conscientes que trago da infância, foram três abusos sexuais cometidos por figuras masculinas que assumiram – na ausência dos &#8230;</p>
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