<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Dulci Lima, Author at Blogueiras Negras</title>
	<atom:link href="https://blogueirasnegras.org/author/dulci-lima/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://blogueirasnegras.org/author/dulci-lima/</link>
	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
	<lastBuildDate>Thu, 05 Dec 2019 14:03:30 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	
<site xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">55169595</site>	<item>
		<title>Sobrevivendo apesar da falta de amor: Empoderamento afetivo da mulher negra</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/sobrevivendo-apesar-da-falta-de-amor-empoderamento-afetivo-da-mulher-negra/</link>
					<comments>https://blogueirasnegras.org/sobrevivendo-apesar-da-falta-de-amor-empoderamento-afetivo-da-mulher-negra/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dulci Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 11 Jul 2014 16:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Estilo de Vida]]></category>
		<category><![CDATA[Relações Interpessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Afetividade]]></category>
		<category><![CDATA[sororidade]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blogueirasnegras.org/?p=5883</guid>

					<description><![CDATA[<p>O tema afetividade não alude apenas às relações conjugais, mas também às relações familiares e os laços de amizade. Todos esses aspectos carecem de estudos no que concerne à população negra. A abordagem da afetividade seja através de ações e práticas sócio-culturais ou educacionais é fundamental no processo de empoderamento e fortalecimento da auto-estima das mulheres negras.</p>
<p>The post <a href="https://blogueirasnegras.org/sobrevivendo-apesar-da-falta-de-amor-empoderamento-afetivo-da-mulher-negra/">Sobrevivendo apesar da falta de amor: Empoderamento afetivo da mulher negra</a> appeared first on <a href="https://blogueirasnegras.org">Blogueiras Negras</a>.</p>
]]></description>
		
					<wfw:commentRss>https://blogueirasnegras.org/sobrevivendo-apesar-da-falta-de-amor-empoderamento-afetivo-da-mulher-negra/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>50</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">5883</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Sobre meninas e lobos</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/sobre-meninas-e-lobos/</link>
					<comments>https://blogueirasnegras.org/sobre-meninas-e-lobos/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dulci Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Mar 2014 16:00:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Infância e Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Abuso sexual]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blogueirasnegras.org/?p=5029</guid>

					<description><![CDATA[<p>Falando do meu lugar de criança do sexo feminino contra adultos do sexo masculino não tive minha voz levada em consideração. Fui orientada a me calar e não voltar a tocar no assunto. Foi o que fiz aos cinco anos, e de novo aos sete e de novo aos onze! </p>
<p>The post <a href="https://blogueirasnegras.org/sobre-meninas-e-lobos/">Sobre meninas e lobos</a> appeared first on <a href="https://blogueirasnegras.org">Blogueiras Negras</a>.</p>
]]></description>
		
					<wfw:commentRss>https://blogueirasnegras.org/sobre-meninas-e-lobos/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">5029</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Obrigada Carolina Maria de Jesus</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/obrigada-carolina-maria-de-jesus/</link>
					<comments>https://blogueirasnegras.org/obrigada-carolina-maria-de-jesus/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dulci Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Mar 2014 21:00:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negras Notáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Pessoas]]></category>
		<category><![CDATA[Carolina de Jesus]]></category>
		<category><![CDATA[Escritora]]></category>
		<category><![CDATA[Mulher]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blogueirasnegras.org/?p=4908</guid>

					<description><![CDATA[<p>Segundo as autoras de <em>Muito bem, Carolina!</em>, a escritora é descrita por seus contemporâneos como uma mulher geniosa, inquieta, explosiva, atrevida, petulante, ousada, corajosa, arredia, rebelde. Não parava em nenhum emprego era demitida ou se demitia, pois era “capaz de questionar e desafiar autoridades”. A audácia lhe rendeu o apelido de “língua de fogo”. Na favela era ela quem chamava a polícia quando havia algum problema e mediava as brigas entre os moradores, defendendo os mais fracos.</p>
<p>The post <a href="https://blogueirasnegras.org/obrigada-carolina-maria-de-jesus/">Obrigada Carolina Maria de Jesus</a> appeared first on <a href="https://blogueirasnegras.org">Blogueiras Negras</a>.</p>
]]></description>
		
					<wfw:commentRss>https://blogueirasnegras.org/obrigada-carolina-maria-de-jesus/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">4908</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Sobre como minha mãe me ensinou consciência racial</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/sobre-como-minha-mae-me-ensinou-consciencia-racial/</link>
					<comments>https://blogueirasnegras.org/sobre-como-minha-mae-me-ensinou-consciencia-racial/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dulci Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2014 15:00:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Infância e Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
		<category><![CDATA[Negritude]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blogueirasnegras.org/?p=4572</guid>

					<description><![CDATA[<p>Não me lembro de nenhum momento da vida em que não soubesse que sou negra e as implicações que isso tem. Conservo memórias dos primeiros anos de infância em que ouvia minha mãe contando suas experiências com o racismo. Ouvi essas histórias repetidas vezes, mas só muito recentemente percebi o quanto elas foram determinantes na minha vida.</p>
<p>The post <a href="https://blogueirasnegras.org/sobre-como-minha-mae-me-ensinou-consciencia-racial/">Sobre como minha mãe me ensinou consciência racial</a> appeared first on <a href="https://blogueirasnegras.org">Blogueiras Negras</a>.</p>
]]></description>
		
					<wfw:commentRss>https://blogueirasnegras.org/sobre-como-minha-mae-me-ensinou-consciencia-racial/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>10</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">4572</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Mulheres Negras e os silêncios da história</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/mulheres-negras-e-os-silencios-da-historia/</link>
					<comments>https://blogueirasnegras.org/mulheres-negras-e-os-silencios-da-historia/#comments</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dulci Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Jan 2014 15:00:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Apagamento]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blogueirasnegras.org/?p=3634</guid>

					<description><![CDATA[<p> É fato que a historiografia deixa muito a desejar quando o assunto é a história da mulher. Os livros de história – especialmente aqueles utilizados em salas de aula – insistem em contar uma história feita de grandes acontecimentos e protagonizada por homens (em sua maioria jovens, heterossexuais e brancos). A história que os livros didáticos oferecem aos seus usuários não contempla a multiplicidade da população brasileira. Aliás, não contempla nem mesmo outras regiões do mundo (permanecemos intoxicados pela tradição europeia).</p>
<p>The post <a href="https://blogueirasnegras.org/mulheres-negras-e-os-silencios-da-historia/">Mulheres Negras e os silêncios da história</a> appeared first on <a href="https://blogueirasnegras.org">Blogueiras Negras</a>.</p>
]]></description>
		
					<wfw:commentRss>https://blogueirasnegras.org/mulheres-negras-e-os-silencios-da-historia/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>13</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">3634</post-id>	</item>
		<item>
		<title>Luíza Mahin: o feminismo negro e o mito</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/luiza-mahin-feminismo-negro/</link>
					<comments>https://blogueirasnegras.org/luiza-mahin-feminismo-negro/#respond</comments>
		
		<dc:creator><![CDATA[Dulci Lima]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 28 Nov 2013 16:49:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aborto]]></category>
		<category><![CDATA[Negras Notáveis]]></category>
		<category><![CDATA[Feminismo negro]]></category>
		<category><![CDATA[Luiza Mahin]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://blogueirasnegras.org/?p=3473</guid>

					<description><![CDATA[<p>Considerada uma das figuras de maior representatividade na memória do movimento negro, Luíza Mahin – mãe do poeta, advogado e abolicionista Luiz Gama – teria sido uma das líderes do Levante dos Malês, bem como participado de inúmeras revoltas de escravos ocorridas em Salvador nos anos de 1830. Luíza Mahin tem sido exaltada como referencial de luta pelo Feminismo Negro, que lhe tem dedicado homenagens diversificadas nas últimas três décadas, sendo portanto o principal responsável por sua difusão e manutenção no imaginário afrobrasileiro.</p>
<p>Como forma de propagar a figura de Luíza Mahin, o Feminismo Negro utilizou inúmeros recursos, entre eles a literatura através de poesias publicadas nos Cadernos Negros e mais recentemente do romance Um defeito de Cor (2006) de Ana Maria Gonçalves. A primeira menção a Luíza Mahin foi feita na carta autobiográfica de Luiz Gama datada de 1880. Em 1933, Pedro Calmon publicou o romance Malês a insurreição das Senzalas situando Luíza Mahin como protagonista da Revolta dos Malês condição pela qual ela passou a ser reconhecida.</p>
<p>The post <a href="https://blogueirasnegras.org/luiza-mahin-feminismo-negro/">Luíza Mahin: o feminismo negro e o mito</a> appeared first on <a href="https://blogueirasnegras.org">Blogueiras Negras</a>.</p>
]]></description>
		
					<wfw:commentRss>https://blogueirasnegras.org/luiza-mahin-feminismo-negro/feed/</wfw:commentRss>
			<slash:comments>0</slash:comments>
		
		
		<post-id xmlns="com-wordpress:feed-additions:1">3473</post-id>	</item>
	</channel>
</rss>
