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	<title>Mariana Barbosa, Author at Blogueiras Negras</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>Pantera Negra e a renovação da África no imaginário da diáspora</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariana Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Feb 2018 16:00:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cinema]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Filme]]></category>
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		<category><![CDATA[Pantera Negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O presente texto não tem por objetivo fazer uma resenha crítica ou uma análise cinematográfica do filme Pantera Negra, mas sim destacar algumas discussões que reverberam na minha cabeça após assistir ao filme mais esperado pela comunidade negra nos últimos tempos. E é esse o ponto de partida, a expectativa gerada pelo filme, que parece &#8230;</p>
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		<title>“Dear White People” não é sobre vocês</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariana Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jun 2017 16:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Televisão]]></category>
		<category><![CDATA[Dear white people]]></category>
		<category><![CDATA[Netflix]]></category>
		<category><![CDATA[série]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#160; texto contendo spoliers &#160; Finalmente consegui terminar de assistir “Cara Gente Branca” ou “Dear White People”, uma série inspirada em um filme homônimo, que narra conflitos raciais em uma universidade de ponta nos EUA no que eles chamam de era “pós-racial”. Antes de começar a tecer infindáveis comentários sobre os conflitos da série, preciso &#8230;</p>
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		<title>Internet como um apêndice da resistência negra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariana Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Oct 2016 17:40:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Resistência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Fui acusada de ter um discurso panfletário, típico de quem faz &#8220;feminismo blogueiro&#8221; e participa de &#8220;movimento social de internet&#8221;. À PRIORI fiquei extremamente ofendida. Como alguém que não conhece os aspectos pessoais do que eu acredito, em termos políticos, pode me acusar de estar restrita a uma conduta falsa e pretensamente revolucionária; quando eu &#8230;</p>
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		<title>Querida pessoa branca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariana Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Jan 2016 15:00:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Relações Interpessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Afeto]]></category>
		<category><![CDATA[Branquitude]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Querida pessoa branca, Eu te amo. Te amo, mas talvez nossa relação não tenha futuro. Eu te amo. Mas não te amo “por” quem você é. Eu te amo “apesar de” quem você é. Não me entenda mal. Eu te amo. Amo porque amor não tem explicação. Amo; apesar de amar com prazo de validade. &#8230;</p>
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		<title>18 de Novembro de 2015 – Marcha das Mulheres Negras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariana Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 01 Dec 2015 15:00:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Marcha das Mulheres Negras 2015]]></category>
		<category><![CDATA[Bem viver]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[violência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eu cheguei às 8h da manhã. Não queria perder um minuto sequer de toda aquela experiência. Quando eu cheguei, fui logo dar uma volta pelo alojamento, pra conhecer aquelas mulheres que vieram de longe pra marchar. Algumas ainda estavam dormindo. Uma senhora enrolada num edredom, de calça jeans e tênis, deitada num colchonete fininho, resistia &#8230;</p>
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		<title>Existe algo mais execrável que o Movimento Estudantil?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariana Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2015 16:00:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
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		<category><![CDATA[Movimento estudantil]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[universidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Deve existir. Mas, pessoalmente, ainda desconheço. Inevitavelmente, as universidades são um espaço de contato e envolvimento político. Não há como dissuadir a sua passagem numa Universidade, do mínimo contato com os seguintes termos: ME (Movimento Estudantil), DCE (Diretório Central das/dos Estudantes), CA/DA (Centro/Diretório Acadêmico). Junto com tais termos, há pessoas, grupos políticos pré-estabelecidos ou grupos &#8230;</p>
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		<title>Depressão é coisa de branco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariana Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 May 2015 16:00:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negritude]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Depressão]]></category>
		<category><![CDATA[Doença mental]]></category>
		<category><![CDATA[Neuroatípica]]></category>
		<category><![CDATA[População negra]]></category>
		<category><![CDATA[Psique]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>[TW] Trigger Warming &#8211; Depressão, sofrimento; . . . . . . . &#160; 5h46 da manhã. Depressão é coisa da branco! Eu preciso dormir. Vou tirar o som da TV. Virar pro lado da parede! Depressão é coisa de branco! Preciso dormir! Preciso dormir! A claridade vai chegar&#8230; Preciso dormir&#8230; Preciso escrever! Depressão é &#8230;</p>
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		<title>#MonogamiaPraQuem?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariana Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Sep 2014 16:10:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Casamento]]></category>
		<category><![CDATA[Monogamia]]></category>
		<category><![CDATA[Não monogamia]]></category>
		<category><![CDATA[relações raciais]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Monogamia. Substantivo Feminino. De acordo com o dicionário: “Sistema no qual o homem não pode ser, simultâneamente, esposo de mais de uma mulher, e a mulher esposa de mais de um homem.” Há algum tempo, desde que eu me entendo por gente, para ser mais precisa, eu me enquadro no campo das pessoas que não &#8230;</p>
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		<title>Sobre Negritude e amor próprio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariana Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Apr 2014 16:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Beleza]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde e Beleza]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O amor, tal qual a militância, é um exercício diário. E amar a nós mesmas talvez seja a modalidade mais difícil desse exercício. Tenho certeza de que aquele momento de crise em que a gente se sente um lixo e pensa que mudar tudo; da cor do esmalte à forma de se vestir, seja a &#8230;</p>
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		<title>O Feminismo surgiu para que Margarida pudesse ser mais! E o Feminismo Negro, para que Margarida pudesse ser ela mesma!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariana Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Feb 2014 17:28:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aborto]]></category>
		<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Feminismo negro]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho Doméstico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“’Margarida era rosa, bela, cheirosa e grampola Tipo casa das camélia, gostosa! Bromélia, toda prosa, a me enlouquecer Bela, tipo um ipê, frondosa É um lírio, causa delírios, mire-a Vicio é vigiar, chique como orquídeas Cabelos como samambaia e xaxim flor Perto dela as outras são capim, pô Girassol, violeta, beleza violenta Passou aqui como &#8230;</p>
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