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	<title>Thais Pereira, Author at Blogueiras Negras</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>Será o fim do mundo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 03 Feb 2026 20:15:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigo Novo]]></category>
		<category><![CDATA[Pós-Pandemia]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Krenak]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estamos vivendo o fim do mundo? Ou o mundo em que vivemos (e conhecemos) está ruindo, desmoronando em nossa frente? A pandemia do coronavírus, a COVID-19, expõe as fragilidades do neoliberalismo e evidencia as desigualdades de gênero, raça e classe em todo o planeta e, em especial, no Brasil. Entretanto, o objetivo do presente ensaio &#8230;</p>
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		<title>Elaborar o passado. Por quê?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jun 2020 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Histórias]]></category>
		<category><![CDATA[Passado]]></category>
		<category><![CDATA[Ressignificado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O que significa elaborar o passado para negros e indígenas no Brasil? Por que a memória é elemento importante para produzir conhecimento para tais grupos? Para refletir brevemente sobre algumas das minhas angústias formuladas nos questionamentos iniciais, apropriamo-nos da entrevista da série Vozes da Floresta conduzida pelo Le Monde Diplomatique Brasil com o ambientalista Aílton &#8230;</p>
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		<title>Blogueiras Negras, James Baldwin e o texto que me fez chorar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thais Pereira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Jan 2020 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Autoras]]></category>
		<category><![CDATA[Blogueiras negras]]></category>
		<category><![CDATA[dissertação]]></category>
		<category><![CDATA[epistemologias negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Ninguém nasce mulher, torna-se mulher” (BEAUVOIR, 2016, p.11). Da mesma forma, apesar do fenótipo ou genótipo, não se nasce mulher negra, torna-se uma. O caminho é árduo, pois, como afirma Gomes (2005, p.43), “construir uma identidade positiva em uma sociedade que, ensina aos negros, desde cedo, que para ser aceito é preciso negar a si &#8230;</p>
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