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	<title>Poesia Archives - Blogueiras Negras</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>Conheça Crislaine Venceslau, escritora negra quilombola de Pernambuco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Crislaine Venceslau]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Feb 2023 19:33:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sou Crislaine Venceslau, sou escritora no âmbito acadêmico por ser mestranda em Antropologia na UFPE e graduanda em licenciatura em Pedagogia na UFRPE. Sempre fui poeta, porém meus escritos estavam limitados a uma pequena parcela de amigos e colegas de sala. Artigos e outros materiais acadêmicos arquivados na biblioteca das instituições e poemas engavetados em &#8230;</p>
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		<title>ÓDIO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elisa Mattos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 Oct 2022 17:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Corpo negro]]></category>
		<category><![CDATA[corpo-território]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eu devia era abrirseu peito com um facãoarrancar seu coraçãoe jogar no lixo para os ratos comerem Eu devia era rasgar todasas suas roupastocar fogote obrigar a andar nupelas ruas que te criaram Eu devia era jogar água fervente nos seus pés para nunca mais você dar um passo adiante Eu devia era salgar seu &#8230;</p>
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		<title>O corpo-território no Rio Paraguaçú</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dheik Praia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jul 2022 17:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[corpo-território]]></category>
		<category><![CDATA[Paraguaçú]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As cidades irmãs adormecem&#160;tranquilas Acordam em silêncio sepulcral Velam a agonizante morte do Rio Paraguaçú Ou seria mais um corpo?&#160; Dessa vez não está no Morro Um corpo boiando?&#160;Mas qual sua cor?&#160; Branco que não é!&#160; Quem está clamando por socorro?&#160; O corpo ou o Rio?&#160; Por hora é apenas um cavalo selado&#160; Que empresta &#8230;</p>
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		<title>Preta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanessa Maia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Sep 2021 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[mulher negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Definiu-se como parda Até se considerou morena Alisou o cabelo durante anos Nunca se dizia negra Sempre moreninha Da pele marrom clara Mas enfim Você se encontrou Os seus traços Os seus cabelos A sua raça A sua força Os seus ancestrais Sempre estiveram presentes Você só se reconheceu Verdadeiramente E se encontrou Quando finalmente &#8230;</p>
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		<title>Vidas Negras Importam</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanessa Maia]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Aug 2021 16:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[#BlackLivesMatter]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[Poema]]></category>
		<category><![CDATA[vidas negras importam]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Corre em minhas veiasUm sangue forteDe um povo resistente&#160;Sou afrodescendente Habitam em mimAs herançasDos meus antepassadosCarrego os traçosNa pele, a melaninaNa cabeça, o cabelo afro Crespo que fez de mimReconstruçãoDesfiz os velhos conceitosTornei-me negraOlho-me e vejo a forçaOlho-me e enxergo resistência Somos negrosPersistindo e reexistindoNesse mundo racistaQue de todas as formasTentaram nos apagar Apagar as &#8230;</p>
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		<title>Escuras como a minha pele</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Driele Sampaio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jul 2021 16:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[#JulhodasPretas]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Me encanta as águas escuras da minha terra, escuras como a minha pele. Elas guardam mistérios.&#160; Lá no fundo, segredos não revelados, palavras nunca ditas, palavras que são só minhas. Sou eu nessas águas escuras, escuras como a minha pele. Me encanta a força das águas escuras da minha terra. Bravas. Frias. Destemidas. Sim, elas &#8230;</p>
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		<title>ILUSÃO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elisa Mattos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Mar 2021 16:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Poema]]></category>
		<category><![CDATA[solidão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Três histórias rondam os dias dela como bailarinas desvairadas descalças sem maquiagem nos olhos sem batom vermelho nos lábios a mais nova está apenas se desenhando mas a faz tão feliz! uma alegria tão intensa daquelas que a gente conta estrelas e sorrisos ao mesmo tempo faz a vida borbulhar nas veias cantar cantar cantar &#8230;</p>
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		<title>Que triste</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Evelyn Mariano Dias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Mar 2021 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Poema]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Que triste,Que não posso voltar no tempo.E concertar tudo o que ficou pra traz Que triste,Ter me afastado de pessoasQue eu queria bem junto de mim Que triste,Não ter valorizado as pequenas coisasE compartilhado mais amor Que triste,Não ter faladoO quanto você era importante pra mim Que triste,Não ter coragemDe descobrir minhas próprias verdades Que &#8230;</p>
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		<title>a louca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elisa Mattos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Mar 2021 16:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres poemas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É problema meu se quero carregar o peso desse amor improvável pelo resto da minha vida ninguém tem nada a ver com minhas doces dores a quem interessa saber sobre a quantidade de lágrimas que derramo no travesseiro todas as noites? as olheiras são minhas os olhos vermelhos que desfilo durante o dia só a &#8230;</p>
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		<title>Sou a alma que ontem nasceu no mundo, de mulher Preta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Andreia Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Aug 2020 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Diaspora]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Poema]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sou filha da África,Dos olhos de pérolas Negra,Do sorriso de marfim dente Branco, Dos sons dos atabaques em noite de luar, Da roda de capoeira, Do jongo ao maculelê e do axé . Sou da raça que irradia perfume de alegria mulher Preta . Sou semente da história humana,nasci berço humanidade na África.Sou aquela Mulher &#8230;</p>
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