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	<title>Identidade Archives - Blogueiras Negras</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>A simetria de um olhar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Marilea Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 May 2025 15:46:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Sociedade]]></category>
		<category><![CDATA[Autoestima]]></category>
		<category><![CDATA[Corpo e Cabelo]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Este título se deu a partir de uma conversa, em que me questionava a simetria do meu olhar.Sim! Parei para questionar a simetria do meu olhar rsrsrs. Não sei vocês, mas por muito tempo me questionava o que o outro pensava sobre mim. Era como se precisasse de alguma aprovação, mesmo quando sabia que não &#8230;</p>
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		<title>Educação, Cultura e Pretuguês: conheça o projeto BN Conexões pela Educação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thayz Athayde]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Dec 2024 17:01:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Educação Antirracista]]></category>
		<category><![CDATA[PNE]]></category>
		<category><![CDATA[Pretuguês]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Imagem: Helida Costa / Sandir Costa A Lei 10.639/03 foi uma conquista significativa para a educação brasileira, ao estabelecer a obrigatoriedade do ensino da história e cultura afro-brasileira e africana nas escolas. Em vigor desde 2003, a lei ainda enfrenta muitos desafios para ser implementada nas escolas, apesar dos seus mais de 20 anos. Segundo &#8230;</p>
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		<title>A escravidão epistêmica: o espaço acadêmico é uma plantação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Okúm Omobirin]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 May 2023 18:57:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo Acadêmico]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[Negritude]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo acadêmico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esses dias tenho pensado no privilégio acadêmico de pessoas brancas e como ele contribui com o epistemicídio e impede a diversidade de pensamentos nas Universidades, não só no Brasil, estou falando em termos globais, a partir das experiências que tive enquanto imigrante e pelos relatos de colegas. A branquitude acadêmica acrítica produz em círculos, reiteram &#8230;</p>
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		<title>A ancestralidade negra e indígena: a importância da coletividade, da preservação cultural e da luta contra a demonização das religiões de matriz africana</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lays Araujo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 12 May 2023 15:36:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Ancestralidade]]></category>
		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Candomblé]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nossa comunidade precisa sempre lembrar da importância e da necessidade de cuidarmos uns dos outros. A nossa coletividade foi o ponto-chave fundamental para chegarmos até aqui como sociedade. O conceito de individualidade é uma criação recente, limitada, arcaica, ocidental e branca! Todos nós dependemos uns dos outros e devemos valorizar essa co-dependência e tornando vivo &#8230;</p>
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		<title>Há orientadoras brancas não racistas?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Okúm Omobirin]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Apr 2023 17:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo Acadêmico]]></category>
		<category><![CDATA[Branquitude]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo acadêmico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A minha orientadora branca trata os(as) orientandos(as) brancos(as) de forma diferente da forma que me trata. Eu vejo o quanto ela adere às ideias deles mais facilmente do que as minhas, além dos elogios motivados por qualquer coisa que eles façam e da voz carinhosa que faz pra cada um. No mínimo, meus/minhas colegas brancos(as) &#8230;</p>
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		<title>Racismo acadêmico: o relato de uma quase sobrevivente</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/racismo-academico-o-relato-de-uma-quase-sobrevivente-2/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Okúm Omobirin]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 05 Nov 2022 17:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo acadêmico]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Alerta de gatilho &#8211; O texto a seguir trata de como o racismo acadêmico afeta nossos corpos e nossas mentes, nos levando a pensamentos que causam ainda mais sofrimento. Caso sinta necessidade procure apoio antes e depois de prosseguir com a leitura. . . . . . . . . Esses dias têm sido caóticos, &#8230;</p>
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		<title>200 anos da Independência: Brasil não superou narrativa do povo subalterno</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Ana Flávia Magalhães Pinto]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Sep 2022 17:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Negritude]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando o ministro Alexandre de Moraes, atual presidente do TSE (Tribunal Superior Eleitoral),&#160;vetou o vídeo da campanha do governo federal em comemoração ao bicentenário da independência no final de agosto, a&#160;preocupação dele era com o &#8220;viés político&#8221; do conteúdo. Uma vez retirado o trecho que reproduzia um lema da campanha eleitoral do candidato à reeleição &#8230;</p>
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		<title>À mulher que queria ser branca, aquela que eu fui</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thayz Athayde]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 27 Jul 2022 13:22:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Autodeclaração]]></category>
		<category><![CDATA[Autoestima]]></category>
		<category><![CDATA[Feminismo e política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante muito tempo eu tive tanto medo que não conseguia me reconhecer, me via num ideal embranquecido, que tinha como promessa chegar em um lugar onde tudo seria melhor. E durante toda a minha vida eu só ouvi que ser melhor era ser branco. Ninguém dizia que ser negro era ruim, mas também não era &#8230;</p>
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		<title>A minha reza é fogo nos racistas</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/a-minha-reza-e-fogo-nos-racistas/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Sankofa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jun 2022 19:15:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Fogo]]></category>
		<category><![CDATA[racistas]]></category>
		<category><![CDATA[ressitência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É necessário calmaria e não passividade. Repito isso todos os dias para mim mesma no intuito de não deixar morrer em mim a indignação. A minha raiva é algo constante e dizem que é ela que me adoece, contudo, o que me adoece é uma estrutura social com mecanismos de poder racistas os quais se &#8230;</p>
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		<title>Pedagogia Feminista Negra: primeiras aproximações</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/pedagogia-feminista-negra-primeiras-aproximacoes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Blogueiras Negras]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 May 2022 17:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura negra]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura negrobrasileira]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura preta]]></category>
		<category><![CDATA[Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De Carolina Maria de Jesus à bell hooks, as mulheres negras tem se reinventado no jeito, nas teorias e práticas de ensino-aprendizagem. Há quem diga que os movimentos de mulheres negras &#8211; sejam eles feministas ou não &#8211; não tem paciência, não se fazem “pedagógicos”. O fato é que há pelo menos 500 anos estamos &#8230;</p>
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