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	Comentários sobre: Do &#8216;cor de pele&#8217; ao &#8216;nude&#8217; (ou o mundo que queremos ser)	</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>
		Por: Natália Silva		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/do-cor-de-pele-ao-nude/#comment-2222</link>

		<dc:creator><![CDATA[Natália Silva]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Nov 2013 23:18:07 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em resposta a &lt;a href=&quot;https://blogueirasnegras.org/do-cor-de-pele-ao-nude/#comment-996&quot;&gt;malaguetta&lt;/a&gt;.

Também chorei aqui lendo. Obrigada, seu comentário reforçou o que o texto disse; francamente eu não tinha enxergado a extensão do problema apenas lendo o texto. Ler sobre o que aconteceu com sua irmã faz-nos lembrar nossa infância. Estamos no mundo, somos gente como todos, mas o mundo de maneiras sutis e explícitas nos exclui e nos ensina que estamos errados, inadequados, que não somos bonitos.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em resposta a <a href="https://blogueirasnegras.org/do-cor-de-pele-ao-nude/#comment-996">malaguetta</a>.</p>
<p>Também chorei aqui lendo. Obrigada, seu comentário reforçou o que o texto disse; francamente eu não tinha enxergado a extensão do problema apenas lendo o texto. Ler sobre o que aconteceu com sua irmã faz-nos lembrar nossa infância. Estamos no mundo, somos gente como todos, mas o mundo de maneiras sutis e explícitas nos exclui e nos ensina que estamos errados, inadequados, que não somos bonitos.</p>
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		<title>
		Por: Ana Catarine		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/do-cor-de-pele-ao-nude/#comment-2145</link>

		<dc:creator><![CDATA[Ana Catarine]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Nov 2013 02:23:18 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Minha irmã (negra) começou com essa de querer chamar esse lápis de cor-de-pele. 
Eu logo mandei um  &quot;Esse lápis é rosa claro, não cor-de-pele. Porque se fosse cor de pele, seria pele de quem? Não é da sua, não é da minha, não é do papai, não é da mamãe. E nem das suas amigas que eu duvido que tenha alguém rosa na sua sala. Então, chame ele pelo nome certo.&quot; 
Ela: &quot;Mas as pessoas chamam asssim&quot;. 
Eu: &quot;Nem sempre as pessoas são inteligentes, meu bem. E a gente não precisa ser como elas&quot;
Desde então, sempre que ela soltava esse cor-de-pele, eu corrigia.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Minha irmã (negra) começou com essa de querer chamar esse lápis de cor-de-pele.<br />
Eu logo mandei um  &#8220;Esse lápis é rosa claro, não cor-de-pele. Porque se fosse cor de pele, seria pele de quem? Não é da sua, não é da minha, não é do papai, não é da mamãe. E nem das suas amigas que eu duvido que tenha alguém rosa na sua sala. Então, chame ele pelo nome certo.&#8221;<br />
Ela: &#8220;Mas as pessoas chamam asssim&#8221;.<br />
Eu: &#8220;Nem sempre as pessoas são inteligentes, meu bem. E a gente não precisa ser como elas&#8221;<br />
Desde então, sempre que ela soltava esse cor-de-pele, eu corrigia.</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Denise Camargo		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/do-cor-de-pele-ao-nude/#comment-1552</link>

		<dc:creator><![CDATA[Denise Camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Aug 2013 19:14:30 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[corrigindo: representa e autorrepresentava, desculpem!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>corrigindo: representa e autorrepresentava, desculpem!</p>
]]></content:encoded>
		
			</item>
		<item>
		<title>
		Por: Denise Camargo		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/do-cor-de-pele-ao-nude/#comment-1551</link>

		<dc:creator><![CDATA[Denise Camargo]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 30 Aug 2013 19:11:00 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Não, não é tarde demais, felizmente! Tanto que eu transformei essa &quot;questão&quot; em um projeto fotográfico que venho desenvolvendo já há alguns anos e que tem, entre as metas, oficinas  para educadores. Para que eles, figuras essenciais nesse processo, ajudem que nos libertemos do nome desse lápis e de tudo o que ele repreenta. Hoje em dia, por força de muita briga com o fabricante, já se chama até rosa pálido, ou seja, pele de ninguém. Em breve espero ter o prazer de compartilhar os resultados com você, Zaíra. O primeiro, que foi o meu ponto de partida para enfrentar a questão é esse: meu filho, que é negro, sabe desde pequeno que é &quot;marronzinho&quot;. Eu, na idade dele, não sabia. Eu me autorepresentava com o lápis cor de pele de ninguém. Ou seja. Há tempo e trabalho! Abraço. Denise Camargo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Não, não é tarde demais, felizmente! Tanto que eu transformei essa &#8220;questão&#8221; em um projeto fotográfico que venho desenvolvendo já há alguns anos e que tem, entre as metas, oficinas  para educadores. Para que eles, figuras essenciais nesse processo, ajudem que nos libertemos do nome desse lápis e de tudo o que ele repreenta. Hoje em dia, por força de muita briga com o fabricante, já se chama até rosa pálido, ou seja, pele de ninguém. Em breve espero ter o prazer de compartilhar os resultados com você, Zaíra. O primeiro, que foi o meu ponto de partida para enfrentar a questão é esse: meu filho, que é negro, sabe desde pequeno que é &#8220;marronzinho&#8221;. Eu, na idade dele, não sabia. Eu me autorepresentava com o lápis cor de pele de ninguém. Ou seja. Há tempo e trabalho! Abraço. Denise Camargo</p>
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		<title>
		Por: Erica		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/do-cor-de-pele-ao-nude/#comment-1536</link>

		<dc:creator><![CDATA[Erica]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Aug 2013 23:56:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Nunca tinha parado pra pensar nisso até ler esse texto, mas quando criança eu pintava as pessoas de lápis marrom, todas iguais. Agora já sou mãe, meu filho pinta de verde, de azul, de vermelho, de &quot;colorido&quot; como diz ele. E quanto ao lápis &quot;cor de pele&quot;, ele sempre o chamou de &quot;cor de burro quando foge&quot;!!! kkkkkk]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nunca tinha parado pra pensar nisso até ler esse texto, mas quando criança eu pintava as pessoas de lápis marrom, todas iguais. Agora já sou mãe, meu filho pinta de verde, de azul, de vermelho, de &#8220;colorido&#8221; como diz ele. E quanto ao lápis &#8220;cor de pele&#8221;, ele sempre o chamou de &#8220;cor de burro quando foge&#8221;!!! kkkkkk</p>
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		<title>
		Por: Fernanda		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/do-cor-de-pele-ao-nude/#comment-1518</link>

		<dc:creator><![CDATA[Fernanda]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Aug 2013 02:56:01 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Esse artigo me lembrou do programa Art Attack. Pouco via quando era criança, meu pai nem minha mãe possuíam TV à cabo, mas sempre que ia na casa de algum amigo ou parente, não perdia a oportunidade. Recentemente adicionaram no Netflix, e eu pude finalmente assistir a todos os episódios que disponibilizaram. Quando eu era pequena, não reparava nesses detalhes, e por ser branca e rosada, achava normal o termo &quot;cor-de-pele&quot;, pois era a cor da minha pele. Normal! Não tinha muitos amigos, mas conforme fui crescendo e tendo contato com outras pessoas, comecei a refletir e a &quot;criticar&quot; (ainda era pequena) a Faber Castell por usar o termo &quot;cor-de-pele&quot;. Porém, assistindo ao Art Attack agora, eu reparei que, mesmo não usando esse termo, eles só usam a cor &quot;rosa pálido&quot; para a pele dos personagens nos desenhos. O apresentador não pode criar nada original, tem que fazer o que vem da sede, mas faltou uma enorme reflexão quanto a isso, não somente sobre a pele, mas sobre tantos outros detalhes &quot;americanos&quot; que simplesmente não se encaixam aqui. Neve, esquilos, renas, ursos polares, a criança daqui cresce como americana e se desapega ao seu próprio país, ao ponto de nem sequer conhecer as riquezas deste. Se ela nem ao menos conhece, como poderá um dia, valorizar? Imagino também as crianças afro-descendentes que assistiam ao programa, como elas devem ter se sentido. Uma falta de vergonha e respeito por parte da Disney, que ninguém se deu ao trabalho de mudar.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Esse artigo me lembrou do programa Art Attack. Pouco via quando era criança, meu pai nem minha mãe possuíam TV à cabo, mas sempre que ia na casa de algum amigo ou parente, não perdia a oportunidade. Recentemente adicionaram no Netflix, e eu pude finalmente assistir a todos os episódios que disponibilizaram. Quando eu era pequena, não reparava nesses detalhes, e por ser branca e rosada, achava normal o termo &#8220;cor-de-pele&#8221;, pois era a cor da minha pele. Normal! Não tinha muitos amigos, mas conforme fui crescendo e tendo contato com outras pessoas, comecei a refletir e a &#8220;criticar&#8221; (ainda era pequena) a Faber Castell por usar o termo &#8220;cor-de-pele&#8221;. Porém, assistindo ao Art Attack agora, eu reparei que, mesmo não usando esse termo, eles só usam a cor &#8220;rosa pálido&#8221; para a pele dos personagens nos desenhos. O apresentador não pode criar nada original, tem que fazer o que vem da sede, mas faltou uma enorme reflexão quanto a isso, não somente sobre a pele, mas sobre tantos outros detalhes &#8220;americanos&#8221; que simplesmente não se encaixam aqui. Neve, esquilos, renas, ursos polares, a criança daqui cresce como americana e se desapega ao seu próprio país, ao ponto de nem sequer conhecer as riquezas deste. Se ela nem ao menos conhece, como poderá um dia, valorizar? Imagino também as crianças afro-descendentes que assistiam ao programa, como elas devem ter se sentido. Uma falta de vergonha e respeito por parte da Disney, que ninguém se deu ao trabalho de mudar.</p>
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		<title>
		Por: Lara		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/do-cor-de-pele-ao-nude/#comment-999</link>

		<dc:creator><![CDATA[Lara]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 Jul 2013 02:21:27 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Ótimo texto!!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Ótimo texto!!</p>
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			</item>
		<item>
		<title>
		Por: alex landim		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/do-cor-de-pele-ao-nude/#comment-998</link>

		<dc:creator><![CDATA[alex landim]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Jul 2013 17:17:15 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Este tema uma questão pertinente para quem tem ou quer ter filhos, na minha opinião,  já no meu caso, que não quero tê-los não me diz muito mas temos que estar sim muito atentos para toda e qualquer manifestação de racismo e de preconceito, que em nosso país é muito bem&quot; camuflado&quot;.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Este tema uma questão pertinente para quem tem ou quer ter filhos, na minha opinião,  já no meu caso, que não quero tê-los não me diz muito mas temos que estar sim muito atentos para toda e qualquer manifestação de racismo e de preconceito, que em nosso país é muito bem&#8221; camuflado&#8221;.</p>
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		<title>
		Por: Camila Payn		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/do-cor-de-pele-ao-nude/#comment-997</link>

		<dc:creator><![CDATA[Camila Payn]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jul 2013 12:06:06 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Faço pedagogia e temos matérias em relação como lidarmos como a diversidade em sala de aula. Algumas acadêmicas já dão aula e uma delas dividiu conosco uma experiência em relação a &quot;lápis cor de pele&quot;. Quando ela viu as crianças brigando para usar o lápis, ela aproveitou o tema para quebrar estes esterótipos. Hoje, os alunos não usam mais este termo, por compreenderem que existem vários tons de pele e que todas são muito bonitas, aliás. Trabalhar com este tema com as crianças, questões de gênero e etc desde cedo é uma forma de quebrar padrões estereotipados. Adorei o texto!]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Faço pedagogia e temos matérias em relação como lidarmos como a diversidade em sala de aula. Algumas acadêmicas já dão aula e uma delas dividiu conosco uma experiência em relação a &#8220;lápis cor de pele&#8221;. Quando ela viu as crianças brigando para usar o lápis, ela aproveitou o tema para quebrar estes esterótipos. Hoje, os alunos não usam mais este termo, por compreenderem que existem vários tons de pele e que todas são muito bonitas, aliás. Trabalhar com este tema com as crianças, questões de gênero e etc desde cedo é uma forma de quebrar padrões estereotipados. Adorei o texto!</p>
]]></content:encoded>
		
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		<item>
		<title>
		Por: malaguetta		</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/do-cor-de-pele-ao-nude/#comment-996</link>

		<dc:creator><![CDATA[malaguetta]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 04 Jul 2013 00:27:37 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Oi, eu sou a Karolina e tenho uma irmãzinha de 6 anos. Esses dias ela veio me perguntar o porque ela não era cor de pele! Na hora eu não entendi, ai depois ela veio com o lápis salmão na mão dizendo: Essa aqui é a cor de pele, e eu não sou dessa cor! Fiquei assustada, ai ela me explicou que as amiguinhas do colégio estavam &quot;sacaneando&quot; ela porque ela não tinha a pele clara, então não poderia pintar o auto-retrato de cor de pele. 
No começo fiquei sem saber o que fazer, quando a gente passa por algo do tipo dói, mas quando é alguém que a gente ama muito, a dor é muito maior. A única coisa que me veio em mente foi pegar o lápis marrom e mostrar pra ela, e de um jeitinho bem sutil expliquei que não é o lápis que faz a cor da nossa pele, e sim nós que fazemos a cor do lápis, então ela poderia pintar o desenho dela de marrom.
Por mais incrível que pareça, a guria saiu super feliz dizendo: Que legal, a minha cor é mais colorida que a delas!!!
Depois que ela saiu eu chorei muito, não queria que minha irmã passasse por essas coisas, mas a vida é assim, as pessoas vão tentar coloca-la para baixo, e eu tenho que ser forte para coloca-la sempre para cima.
Adorei o artigo, parabéns Beijos! ;*]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Oi, eu sou a Karolina e tenho uma irmãzinha de 6 anos. Esses dias ela veio me perguntar o porque ela não era cor de pele! Na hora eu não entendi, ai depois ela veio com o lápis salmão na mão dizendo: Essa aqui é a cor de pele, e eu não sou dessa cor! Fiquei assustada, ai ela me explicou que as amiguinhas do colégio estavam &#8220;sacaneando&#8221; ela porque ela não tinha a pele clara, então não poderia pintar o auto-retrato de cor de pele.<br />
No começo fiquei sem saber o que fazer, quando a gente passa por algo do tipo dói, mas quando é alguém que a gente ama muito, a dor é muito maior. A única coisa que me veio em mente foi pegar o lápis marrom e mostrar pra ela, e de um jeitinho bem sutil expliquei que não é o lápis que faz a cor da nossa pele, e sim nós que fazemos a cor do lápis, então ela poderia pintar o desenho dela de marrom.<br />
Por mais incrível que pareça, a guria saiu super feliz dizendo: Que legal, a minha cor é mais colorida que a delas!!!<br />
Depois que ela saiu eu chorei muito, não queria que minha irmã passasse por essas coisas, mas a vida é assim, as pessoas vão tentar coloca-la para baixo, e eu tenho que ser forte para coloca-la sempre para cima.<br />
Adorei o artigo, parabéns Beijos! ;*</p>
]]></content:encoded>
		
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