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	<title>Academia Archives - Blogueiras Negras</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>Quanto vale ou é por quilo sua escrita? O que a gente não diz a academia nos adoece</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Cláudia Kathyuscia]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 31 Jan 2022 16:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Academia]]></category>
		<category><![CDATA[Escrita]]></category>
		<category><![CDATA[universidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Se a escritora negra Carolina Maria de Jesus fosse examinada por uma banca de defesa de tese, cuja composição estivesse ancorada ao rigor normalista e eurocêntrico do pensamento ocidental hegemônico, certamente ela não receberia o título de Doutora.&#160; Se a personagem Ponciá Vicêncio, criada pela escritora negra Conceição Evaristo, soubesse que sua frase “preciso autorizar &#8230;</p>
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		<title>Eu não conheço a Angela Davis</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Nov 2019 16:00:18 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Academia]]></category>
		<category><![CDATA[Angela Davis]]></category>
		<category><![CDATA[Luta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nasci nos anos 80, em uma favela do Rio de Janeiro e tive uma infância Normal. Normal dentro do que se acha ser&#160; normalidade para uma criança pobre: comia, bebia, brincava… Estava tudo ok. Mas não! A gente vive perdendo coisas que nem chegamos a ganhar (epistemicídio, sabe do que se trata?). A vinda de &#8230;</p>
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		<title>Quando ainda há esperança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tai Sousa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jan 2019 15:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[2019]]></category>
		<category><![CDATA[Academia]]></category>
		<category><![CDATA[Cenário]]></category>
		<category><![CDATA[Conceição Evaristo]]></category>
		<category><![CDATA[Educação antiracista]]></category>
		<category><![CDATA[Educadores]]></category>
		<category><![CDATA[Esperança]]></category>
		<category><![CDATA[Preta e acadêmica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Diante das resoluções de ano novo e do medo instaurado pelo “novo” cenário nacional, senti pousar em meus ombros, assim como nos de outras tantas mulheres negras do meu convívio, uma sensação de intranquilidade e desesperança. Os dias vindouros pareciam mais nublados do que nunca e o futuro se fazia cheio de reservas e imagens &#8230;</p>
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		<title>O ambiente acadêmico nos mira na cabeça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Sankofa]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Nov 2017 15:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Academia]]></category>
		<category><![CDATA[Branquitude]]></category>
		<category><![CDATA[universidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A “intelectualidade” branca me aborrece. Pessoas brancas não sabem dialogar conosco sem desqualificar o nosso conhecimento teórico, ainda tem a mania infame de dizer as mesmas coisas que dizemos e dizer que não foi daquele jeito que havíamos enunciado. Isto compõe uma das dimensões do epistemicídio. Acredito que ainda há no âmbito da intelectualidade brasileira &#8230;</p>
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		<title>&#8220;Uma típica menina negra&#8221;: Negras e Universitárias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Barbara Paes]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Feb 2015 16:20:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Academia]]></category>
		<category><![CDATA[Cotas]]></category>
		<category><![CDATA[Intelectuais]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[universidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esses dias eu vi um monólogo sensacional da Ernestine Johnson, chamado “The Average Black Girl”. Ernestine conta de quando ela conheceu a família branca do seu ex-namorado e como sua ex-sogra se surpreendeu com sua eloquência, dizendo que ela não era uma “típica menina negra”, pois “falava como branca”. Esse tipo de elogio atravessado e &#8230;</p>
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