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	<title>Auto-amor Archives - Blogueiras Negras</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>sejamos amor hoje e sempre!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[vitória costa]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jan 2021 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Auto cuidado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>durante um tempo eu ficava me perguntando o porquêporque de eu não ter nascido branca dos olhos azuis. aliás, as meninas consideradas as mais lindas da escola nunca foram negrasforam as negras por aqui.a minha mãe sempre me falou que eu deveria me aceitar como eu sou e me amar de todas as formas.no início &#8230;</p>
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		<title>Preta, se cuide!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Drielle Rodrigues]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Jan 2021 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Auto cuidado]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Preta, se cuide!Sua coragem é o combustível de muitas.Quando você se coloca de pé, é com a força de suas ancestrais que gritam você consegue!Estude, leia!A informação te liberta de qualquer padrão que queiram te impor.Estudar é a maior ato subversivo que você pode ter.Ter consciência do seu lugar, é também fogo para a sua &#8230;</p>
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		<title>Preta eu?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wynne Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 28 Sep 2020 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-amor]]></category>
		<category><![CDATA[Autodeclaração]]></category>
		<category><![CDATA[Autoestima]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quando comecei minha trajetória na universidade pública, eu tinha 18 anos e era parda. Foi naquele espaço que pela primeira vez alguém falou comigo assim: “Tudo bom, preta?” Espantada, eu olhei para os lados e me perguntei internamente: É comigo que essa mulher está falando? Preta eu?&#160; Respondi educadamente porque não poderia deixá-la falando sozinha. &#8230;</p>
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		<title>Solitude</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Inaiana Gama]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Jun 2020 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Afeto]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-amor]]></category>
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		<category><![CDATA[Poema]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[relações afetivas]]></category>
		<category><![CDATA[solidão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A solidão me tirou pra dançar Eu não sabia o que esperar daquela dança Os passos em des-sincronia . Mãos suadas, coração acelerado e aquele aperto no peito. Depois foi minha vez e eu quem a convidei para dançar Passos lentos e firmes Eu conduzia a dança me deleitando com a solidão No dia que &#8230;</p>
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		<title>Cuide-se, para a militância não te adoecer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Caroline Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Aug 2018 16:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde e Beleza]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-amor]]></category>
		<category><![CDATA[Autocuidado]]></category>
		<category><![CDATA[Feminismo negro]]></category>
		<category><![CDATA[Militância]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há algum tempo tenho escutado: “Não abrace a fala do mundo”, “Cuide de sua saúde, ela importa”. Pensei que isso não fizesse sentido. Muito pelo contrário, fez e faz, mas até então eu não me dava conta do peso que tais falas carregavam. Era como se eu não enxergasse, por completo, a esfera na qual &#8230;</p>
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		<title>Mulher negra, não abaixe a cabeça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruna Lucarelli]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Oct 2017 15:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-amor]]></category>
		<category><![CDATA[Autoestima]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Durante anos nossos antepassados tiveram suas vontades reprimidas, e seus direitos negados, pois a escravidão não só os submetiam ao trabalho forçado e sem dignidade, mas também a falta de respeito como ser humano. Hoje mulher negra aos 21 anos, estudante em uma faculdade, vejo que a cada dia mais é necessário buscar o espaço &#8230;</p>
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		<title>Sempre o amor</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Claudia Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Oct 2017 15:00:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Amor]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-amor]]></category>
		<category><![CDATA[Negra]]></category>
		<category><![CDATA[Poema]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Matar&#8230; Um vida de amor sem anestesia&#8230; E esta incumbência é minha? Dilacerante. Se ao menos houvessem precedentes. Idas e vindas no mesmo amor, dores passadas, presentes. Mas assim, sem ao menos&#8230; Logo eu que almejo morrer de amar e não o amor a vida ceifar. Amar&#8230; construir o viver de amar de mansinho, rapidinho, &#8230;</p>
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