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	<title>Escravidão Archives - Blogueiras Negras</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>As coincidências da manutenção do racismo nos 130 Anos da Abolição</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maria Teresa Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 30 May 2018 16:00:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[130 anos]]></category>
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		<category><![CDATA[Falsa]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A base econômica da humanidade aconteceu a partir da sucessão dos modos de produção, ou seja, o modo como essa humanidade obtinha e distribuía os recursos necessários para seu sustento. A princípio essa organização se caracterizou pela propriedade coletiva e pelo baixo nível das forças produtivas. O capitalismo e a coação extra econômica, ou seja, &#8230;</p>
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		<title>A escravidão de ontem, hoje?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lara Passos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jul 2017 16:00:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Escravidão]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A escravização de corpos negros aqui começou em meados de 1500. 1531 aportaram aqui nessa terra Brasilis os primeiros navios negreiros. Deste antes, o sangue já escorria nas Américas. Mas uma coisa que ninguém tinha como prever na história da humanidade é que no mundo moderno um regime tão intrinsecamente estuprador e desumano duraria três &#8230;</p>
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		<title>Isabel? Não, não me representa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Gieppner]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 May 2015 16:00:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Direitos]]></category>
		<category><![CDATA[Negritude]]></category>
		<category><![CDATA[13 de maio]]></category>
		<category><![CDATA[Abolição]]></category>
		<category><![CDATA[Escravidão]]></category>
		<category><![CDATA[Farsa]]></category>
		<category><![CDATA[Isabel]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>13 de maio. Poderia ser mais uma data regida sob o signo de touro. Ou o 132° dia do ano. Mas aconteceu de , em 13 de maio de 1888, uma princesa branca européia, assinar um papel que pôs fim a escravidao no Brasil. Nada contra ser branca, nem ser europeia. Por esse motivo, o &#8230;</p>
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		<title>13 de maio: vamos falar sobre exploração doméstica?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Josane Silva Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 12 May 2015 16:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[13 de maio]]></category>
		<category><![CDATA[Domésticas]]></category>
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		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Então falemos de exploração de empregada doméstica, mas antes destaco um caso que ocorreu no início do mês de maio: um jornal do Pará gerou muita polêmica, com razão, ao publicar um anúncio, no qual um casal de empresários pretendiam “adotar” uma adolescente de 12 a 18 anos para cuidar de sua bebê de 1 &#8230;</p>
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		<title>#SomosTodasMucamas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabi Porfírio]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Apr 2015 16:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Escravidão]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Ideologia]]></category>
		<category><![CDATA[Mucamas]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Capitão do mato: a figura do capitão do mato, apesar de controversa, é uma das mais emblemáticas dentro do contexto de escravidão brasileira. Os capitães do mato eram homens negros alforriados que eram pagos para saírem à procura de outros homens também negros que haviam fugido de sua condição escrava. Encontrados esses homens, eles eram &#8230;</p>
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		<title>As novas cores da escravidão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariana Assis]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 14 Apr 2015 16:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cultura]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Escravidão]]></category>
		<category><![CDATA[Haitianos]]></category>
		<category><![CDATA[Imigração]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Andar pelo centro de São Paulo sempre foi uma experiência multicultural interessantíssima, a megalópole híbrida e miscigenada se descortina diante de nossos olhos fascinados com a imensa diversidade do “País de Todos”. Obviamente é preciso ter olhos muito incautos ou ser extremamente indiferente à injustiça para manter esse deslumbramento por muito tempo. Na verdade temos &#8230;</p>
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		<title>Bem vindos ao Brasil colonial: a mula, a mulata e a Sheron Menezes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mara Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jan 2014 15:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Corpo]]></category>
		<category><![CDATA[Escravidão]]></category>
		<category><![CDATA[Midia]]></category>
		<category><![CDATA[Mulatas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sim, sabemos que 125 anos se passaram e a escravidão acabou, porém as suas práticas continuam bem vindas e são aplaudidas por muitos de nós na novela das nove e no programa do Faustão, “pouco original, mas comercial a cada ano”. No tempo da escravidão, as mulheres negras eram constantemente estupradas pelo senhor branco e carregavam o papel daquela que deveria servir sexualmente sem reclamar, nem pestanejar e ainda deveria fingir que gostava da situação, pois esse era o seu dever. Hoje nós, mulheres negras, continuamos atreladas àquela visão racista do passado que dizia que só servíamos para o sexo e nada mais.</p>
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		<title>A balada das quatro mulheres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aline Djokic]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Oct 2013 16:00:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Arte]]></category>
		<category><![CDATA[A balada das 4 mulheres]]></category>
		<category><![CDATA[Aline Djokic]]></category>
		<category><![CDATA[Escravidão]]></category>
		<category><![CDATA[Miscigenação]]></category>
		<category><![CDATA[Negritude]]></category>
		<category><![CDATA[Nina Simone]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Por Aline Djokic para as Blogueiras Negras Quando ouvi Nina Simone pela primeira vez, eu me apaixonei completamente por sua música. Quando a ouvi pela segunda, terceira e quarta vez, agora sim prestando atenção aos seus textos, eu sucumbi completamente a esse amor. Há muito o que se aprender com essa cantora, compositora e ativista &#8230;</p>
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