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	<title>família Archives - Blogueiras Negras</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>Às minhas, às suas, às nossas com amor, carinho, saudade e coragem</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Viviane Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Apr 2021 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[covid19]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[Mortes]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Minha família chegou a uma situação insustentável no dia 10 de fevereiro de 2021, quando todas as quatro pessoas que moram com vovó, em Fortaleza (CE), foram à UPA (Unidade de Pronto Atendimento) buscando ajuda por causa dos sintomas da Covid-19. A situação piorou para todos e, no dia 14/2, eu cheguei ao Ceará. Levei &#8230;</p>
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		<title>Ela já sabia, mesmo assim tive de contar, é racismo minha filha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anônima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2020 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infância e Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Primeira infância]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em reverência à Dona Maria Gregória e nossas matriarcas. Soube desde a muito tempo que esse dia chegaria. Imaginei que estaria preparada para falar com aquela menina que uma amiga chama carinhosamente de &#8220;solar&#8221; sobre o que é o racismo e como nos atravessa. Sempre fiz questão que soubesse quem é para que ninguém pudesse &#8230;</p>
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		<title>Retalhos de memórias via certidões de óbitos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mary do Espirito Santo]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Nov 2017 15:00:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Afeto]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Negritude]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As famílias negras são atravessadas por fragmentações, abandonos, ausências e são vistas como meras coadjuvantes no processo de construção da identidade nacional. Com a minha família não é diferente.  Minha mãe nasceu em Campos, cidade do interior do Rio de Janeiro, e saiu de casa para tentar uma vida melhor na capital. Esse deslocamento geográfico &#8230;</p>
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		<title>Raça Negra e Educação 30 anos depois: E agora do que mais precisamos falar?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carolina Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Sep 2017 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Eventos]]></category>
		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[registro]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>oa tarde, em primeiro lugar, gostaria de pedir a benção aos meus mais velhos e mais novos presentes aqui, como uma reverência religiosa, mas não só. É importante dizer que nesses três dias de Seminário pude ouvir, assim de pertinho, mulheres negras e homens negros que inspiraram toda minha trajetória acadêmica e de militância. Compartilhar &#8230;</p>
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		<title>Cadê meus primos?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bella Passos]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 May 2017 14:37:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Infância e Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[#RacismoNaInfância]]></category>
		<category><![CDATA[Escola]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>No mês da consciência, decidi contar um pouco sobre minha infância e história. Refleti sobre tudo que fez da Isabella ser o que ela é hoje e dentre muitas coisas, meus questionamentos. Dentre as coisas que formaram cada canto do meu ser, uma situação de suma importância foi a minha infância na casa dos meus &#8230;</p>
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		<title>Família: empoderamento e representatividade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joyce de Maria]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 01 Oct 2015 15:42:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negritude]]></category>
		<category><![CDATA[Empoderamento]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[representatividade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esses dias alguém me perguntou quais eram os bens imateriais que eu possuía e que me deixavam orgulhosa. Rapidamente veio em mente: minha família. Logo depois pensei no feminismo. E depois pensei em várias outras coisas que me enchem de orgulho, mesmo as coisas mais pequenas, mais simples e mais fáceis. Em menos de trinta &#8230;</p>
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		<title>O racismo nas férias</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Daniela Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Jan 2015 14:00:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[Crianças]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[Férias]]></category>
		<category><![CDATA[Preconceito]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Minha filha nasceu em 2009 e quando ela tinha 1 ano e 5 matriculei-a na escolinha, paga, porque não consegui vaga na creche, e voltei a trabalhar. Trabalhei durante quatro anos e 7 meses e, depois de muitas promessas de uma promoção que nunca veio, fui preterida por uma branca e decidi não me subordinar &#8230;</p>
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		<title>Receitas de família: arroz doce</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Nina Vieira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Dec 2014 15:00:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Culinária]]></category>
		<category><![CDATA[Infância e Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[Arroz doce]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[Festa]]></category>
		<category><![CDATA[receita]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tem receita que traz muitas lembranças à tona, essa é uma delas. Pra mim, o cheiro e o preparo do arroz-doce estão acompanhados da imagem da minha mãe mexendo calma e constantemente a colher de pau na maior panela que temos. Eu poderia ter escolhido uma das iguarias da Tia Marina, boleira de mão cheia &#8230;</p>
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		<title>Amor e Luta: A mulher negra que sempre fui e não sabia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Neiriele Marques]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Jun 2014 16:01:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Casamento]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[História]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tomei consciência do que aconteceu e ocorre com os meus irmãos. Que quantas Neirieles estão limpando bunda de neném ou servindo mesas por ai sem perspectiva nenhuma de futuro. Que meu cabelo crespo é lindo e é como música a que gosto. Só serve com o volume alto! Foram 4 anos de muita peleja e aperto e diante disso, como ter outras mulheres negras, na mesma condição que você, faz com que o caminho fique mais suave.</p>
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		<title>É belo ser irmã, é belo ser negra</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Kelly Matias]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Apr 2014 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Negritude]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[irmãndade]]></category>
		<category><![CDATA[irmãs]]></category>
		<category><![CDATA[Negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Eu me lembro como se fosse ontem o dia em que minha irmã nasceu. Minha mãe estava a trançar meus cabelos em uma tarde fria de Fevereiro quando teve que ir as pressas para o hospital. 5  anos depois uma outra surpresa, mais uma menina na minha vida, e aí começava a minha viagem de &#8230;</p>
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