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	<title>Feminismo negro Archives - Blogueiras Negras</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>O fim do mundo ou fim de um mundo?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Blogueiras Negras]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Dec 2025 15:37:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Feminismo negro]]></category>
		<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Marcha das Mulheres Negras 2025]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O futuro está dado, mesmo que muitos nos queiram fazer acreditar no contrário.</p>
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		<title>O março: entre rosas e espinhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Apr 2023 17:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Feminismo negro]]></category>
		<category><![CDATA[Março de Lutas]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De antemão, esse texto não tem a ambição de ser um dos mais poéticos. A antítese que acompanha o título é mais para apoiar-me na bandeira levantada por muitas de nós, a de “Não me dê flores”, quando pensamos no mês que anuncia o dia internacional da mulher. Uma outra observação que preciso partilhar é &#8230;</p>
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		<title>O dia em que nascemos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Santiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Mar 2023 16:55:47 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Combate à Discriminação Racial]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Feminismo negro]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O dia do nascimento é um acontecimento especial. A criação é realmente uma obra esplêndida e a vida humana é capaz de trazer a este mundo várias estreias, incontáveis nascimentos. Os clichês mais lindos como o nascimento de um passarinho, a rosa que brota após semanas no sol. Nascer é contemplação. Para nós, mulheres de &#8230;</p>
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		<title>(1982) Audre Lorde &#8211; Aprendendo com os anos 60</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Larissa Santiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Mar 2021 16:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Audre Lorde]]></category>
		<category><![CDATA[Feminismo negro]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Malcolm X]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Os tempos são horripilantes. Assistimos estarrecidas falas abomináveis de presidentes genocidas e um sem fim de mensagens tristes e indignantes. E nosso desespero é inevitável!&#160; Queremos propor um respiro, aqui. Um respiro reflexivo, que puxe o ar esperançoso e resistente de uma das intelectuais e militantes mais brilhantes dos Feminismos Negros. Propomos uma conversa com &#8230;</p>
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		<title>PORQUE EU NÃO ESTOU MAIS CONVERSANDO COM GENTE BRANCA SOBRE RAÇA – DO BRASIL À GRÃ-BRETANHA O RACISMO SEGUE FIRME</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Janaína Ajala]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Sep 2020 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Feminismo negro]]></category>
		<category><![CDATA[Inglaterra]]></category>
		<category><![CDATA[Livro]]></category>
		<category><![CDATA[Livros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Enquanto a história negra britânica está faminta de oxigênio, a luta dos EUA contra o racismo é globalizada de tal forma que se torna a luta contra o racismo no qual devemos procurar inspiração – ofuscando tanto a história dos negros britânicos que nos convencemos de que a Grã-Bretanha nunca teve um problema com a &#8230;</p>
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		<title>O proselitismo é uma tecnologia do ódio?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Viviane Gomes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 May 2020 18:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Religião]]></category>
		<category><![CDATA[Feminismo negro]]></category>
		<category><![CDATA[Preta e acadêmica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Quase todos dos dias, faço uma caminhada (antes da pandemia da COVID-19) (1) de, pelo menos, uma hora. Num desses dias, havia uma grande mobilização no caminho. Jovens, mulheres e homens, vestidos com camisetas rosa, distribuiam panfletos. Uma dessas pessoas veio na minha direção estendendo o braço para que eu pegasse um papel. Só então, &#8230;</p>
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		<title>Interseccionalidade no Brasil, revisitando as que vieram antes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Emanuelle Goes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Oct 2019 16:00:08 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
		<category><![CDATA[Feminismo negro]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo negro brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[Interseccionalidade]]></category>
		<category><![CDATA[luiza bairros]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Feministas negras brasileiras aplicam a interseccionalidade mesmo antes do seu conceito ter ganhado vida pelas mãos de Kimberlé Crenshaw, denunciando a ausência das mulheres negras nas agendas políticas do movimento de mulheres e do movimento negro e além de evidenciar que as mulheres negras estão sempre em situação de desvantagem quando comparadas as mulheres brancas &#8230;</p>
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		<title>Manifesto por um feminismo negro autônomo e coletivo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Blogueiras Negras]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Sep 2019 16:30:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[As coordenadas]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Autonomia]]></category>
		<category><![CDATA[collins]]></category>
		<category><![CDATA[Feminismo negro]]></category>
		<category><![CDATA[hill]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[patricia]]></category>
		<category><![CDATA[unica voz]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“O fato é que, enquanto mulher negra, sentimos a necessidade de aprofundar nossa reflexão, ao invés de continuarmos na reprodução e repetição de modelos que nos foram oferecidos [&#8230;] Lélia Gonzáles. Já faz um tempo que percebemos   uma disrupção com o discurso da representatividade e a forma com que ele tem sido utilizado como &#8230;</p>
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		<title>O absurdo e a necessidade de ser mulher no nosso tempo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Bruna Rocha]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Mar 2019 16:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[8 de março]]></category>
		<category><![CDATA[8M]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Feminismo negro]]></category>
		<category><![CDATA[Marcha de Mulheres Negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Texto originalmente publicado na Revista Afirmativa &#160; “Carbonizadas de remédios, tapas, pontapés&#8230; escuras flores puras, putas, suicidas, sentimentais&#8230;” Não sei nem por onde começar esse texto. Cada nova reflexão sobre a situação das mulheres em todas as partes do planeta parece que estamos retornando para uma enorme espiral verborrágica do óbvio: 2019, século 21, 21 &#8230;</p>
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		<title>BRANQUITUDE E FEMINISMO: O VÍCIO DO UNIVERSALIZANTE</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Juliana Sankofa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Feb 2019 16:00:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Branquitude]]></category>
		<category><![CDATA[Feminismo negro]]></category>
		<category><![CDATA[Lélia Gonzales]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Pensando sobre a existência de feminismos e, também, sobre a origem branca e burguesa do termo. É notório o caráter racial de dominação do feminismo branco em querer se colocar como representante-mor de todos os feminismos e da unificação discursiva desse movimento a partir da lógica brancocentrica. Parece ser exagero o que eu estou expressando, &#8230;</p>
<p>The post <a href="https://blogueirasnegras.org/branquitude-e-feminismo-o-vicio-do-universalizante/">BRANQUITUDE E FEMINISMO: O VÍCIO DO UNIVERSALIZANTE</a> appeared first on <a href="https://blogueirasnegras.org">Blogueiras Negras</a>.</p>
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