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	<title>Lesbianidade Negra Archives - Blogueiras Negras</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>Dos afetos contidos&#8230;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Liliane Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Sep 2021 16:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Afeto]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Lesbiandade]]></category>
		<category><![CDATA[Lesbianidade]]></category>
		<category><![CDATA[Lesbianidade Negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Da dura arte de fazer da vida cotidiana uma troca de afetos para quem tem no DNA a resistência, a luta, a desconfiança e a certeza de que demonstrar afeto poderia ser cobrado com a própria vida. Pois em tempos de escravidão, ao menor sinal de demonstração de afeto as mulheres negras poderiam ser vendidas, &#8230;</p>
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		<title>Descortinando a heteronormatividade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maria Teresa Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Oct 2020 16:00:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Afeto]]></category>
		<category><![CDATA[Desconstrução]]></category>
		<category><![CDATA[Heteronormatividade]]></category>
		<category><![CDATA[Lesbianidade]]></category>
		<category><![CDATA[Lesbianidade Negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A vida tem me ensinado, não sem dor, a ter calma comigo, com as limitações da minha alma e do meu entendimento. Venho caminhando estradas internas há algum tempo. Algumas densas, outras mais etéreas, todas com significados ímpares. Agosto mês da visibilidade lésbica trouxe-nos, para além das questões cotidianas que nos expõem a inúmeras violências, &#8230;</p>
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		<title>O afeto como um sinônimo de liberdade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Aline Silveira e Ariane Fernandes]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2020 16:00:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Afeto]]></category>
		<category><![CDATA[Lesbianidade Negra]]></category>
		<category><![CDATA[visibilidade lésbica]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Se eu não me definisse por conta própria, seria esmagada nas fantasias alheias sobre mim e comida viva” AUDRE LORDE A mulher negra sofre diferentes tipos de preconceitos, e se tratando de mulher negra e lésbica nos deparamos com mais um marcador violento: a lesbofobia. A trajetória de quem é preto é permeada de opressões. &#8230;</p>
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		<title>Amar uma mulher negra é um ato político</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dara Ribeiro]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Feb 2020 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Relações Interpessoais]]></category>
		<category><![CDATA[Lesbianidade]]></category>
		<category><![CDATA[Lesbianidade Negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Venho trazer uma provocação: Bem sabemos que ser preterida é algo comum para nós mulheres negras, sabemos que muitas de nós só beijamos a primeira vez muito tempo depois que colegas brancas, somos preteridas por brancos e negros &#8211; nada de novo sob o sol. A provocação que eu trago é se as mulheres lésbicas &#8230;</p>
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		<title>Negras Lésbicas: o que somos na escrita? O que a escrita é para nós?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Graziely Lemes]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 07 Dec 2018 15:00:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Lesbiandade]]></category>
		<category><![CDATA[Lesbianidade]]></category>
		<category><![CDATA[Lesbianidade Negra]]></category>
		<category><![CDATA[Lésbica negra]]></category>
		<category><![CDATA[Lesbofobia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A escrita como (r)existência ​Sempre que me deparo com a tarefa de iniciar um texto confesso que, apesar da urgência das palavras que me exigem pronúncia, todas as teias de aranha da kitnet onde vivo parecem subitamente me incomodar e a necessidade de interromper a escrita se faz quase inevitável. As amáveis palavras de Glória &#8230;</p>
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		<title>Uma Self com Filtro Feminista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Viviane Angelica]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 29 Jun 2016 15:50:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Empoderamento]]></category>
		<category><![CDATA[Lesbianidade Negra]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Visibilidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Bailamos à resistência e nos trançamos numa rede tão grande e poderosa quanto a crina da égua que me trouxe a galope pela cordilheira. E assim deixamos um rastro infinito de arco-íris, porque afinal de contas, pavão também voa.</p>
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		<title>Lesbianidade negra e a dificuldade de encontrar semelhantes</title>
		<link>https://blogueirasnegras.org/lesbianidade-negra-e-a-dificuldade-de-encontrar-semelhantes/</link>
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		<dc:creator><![CDATA[Nênis Vieira]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 22 May 2014 16:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Sexualidade]]></category>
		<category><![CDATA[Lesbianidade Negra]]></category>
		<category><![CDATA[Lésbica]]></category>
		<category><![CDATA[Lésbicas]]></category>
		<category><![CDATA[Lésbicas negras]]></category>
		<category><![CDATA[sexualidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Desde a minha adolescência, sempre me senti muito diferente das minhas amigas e colegas da escola e do prédio. Não sabia muito bem o motivo, sempre andava com os moleques, jogava bola, ia pro telhado empinar pipa. E quando me descobri lésbica, e até hoje, ainda tenho uma enorme dificuldade em me sentir representada e &#8230;</p>
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