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	<title>Maternidade Archives - Blogueiras Negras</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>O março: entre rosas e espinhos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Souza]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Apr 2023 17:02:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres Negras]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Feminismo negro]]></category>
		<category><![CDATA[Março de Lutas]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>De antemão, esse texto não tem a ambição de ser um dos mais poéticos. A antítese que acompanha o título é mais para apoiar-me na bandeira levantada por muitas de nós, a de “Não me dê flores”, quando pensamos no mês que anuncia o dia internacional da mulher. Uma outra observação que preciso partilhar é &#8230;</p>
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		<title>Ela já sabia, mesmo assim tive de contar, é racismo minha filha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Anônima]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jul 2020 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infância e Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Primeira infância]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Em reverência à Dona Maria Gregória e nossas matriarcas. Soube desde a muito tempo que esse dia chegaria. Imaginei que estaria preparada para falar com aquela menina que uma amiga chama carinhosamente de &#8220;solar&#8221; sobre o que é o racismo e como nos atravessa. Sempre fiz questão que soubesse quem é para que ninguém pudesse &#8230;</p>
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		<title>Ela apertou o botão, abandono também é crime</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Blogueiras Negras]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 02 Jul 2020 18:29:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Editorial]]></category>
		<category><![CDATA[Infância e Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[#abandonotambémécrime]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Primeira infância]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Que ela pague, que ela vá pra cadeia, atrás das grades, porque se fosse ao contrário, eu já estaria atrás das grades. Mirtes Souza, mãe de Miguel Hoje faz um mês da morte do menino Miguel Otávio, filho de Mirtes&#160;Souza, morador da Zona Norte do Recife e que sonhava em ser jogador de futebol. Passado &#8230;</p>
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		<title>Lágrimas Negras (em respeito às mães que perderam seus filhos)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Lorena Borges]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2020 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Infância e Juventude]]></category>
		<category><![CDATA[Genocídio da juventude negra]]></category>
		<category><![CDATA[infância]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aviso de gatilho: genocídio da população negra . . . Caminhei até ela com um lenço na mão, quando olhei aquelas lágrimas que teimavam em cair, percebi a pequenez do meu gesto. Quanta pretensão achar que poderia enxugar aquelas lágrimas com um simples lenço. Aquele choro vinha de longe, de além mar, vinha das despedidas &#8230;</p>
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		<title>Maternidade Negra: uma questão de amor e resistência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Adriana Rosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 May 2019 16:00:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Mães]]></category>
		<category><![CDATA[mulher negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Minha maternidade inicia muito antes do nascimento da minha filha. Nos tornamos mães muito antes da gestação ser concretizada em exames laboratoriais, consultas com obstetra ou até no parto, podemos ser mães inclusive de crianças que registralmente não somos mãe. Vivenciei com as minhas irmãs a maternagem de 4 sobrinhos. Sou a filha caçula de &#8230;</p>
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		<title>Como o Parto Natural virou Inacessível aos Pobres</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Blogueiras Negras]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 May 2018 16:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Parto]]></category>
		<category><![CDATA[Parto humanizado]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Texto originalmente publicado em População Negra e Saúde Por: Rosalynn Vega, PhD (antropóloga) Traduzido por: Eliza Williamson, MA (antropóloga) &#8211;  Artigo original  &#160; Enquanto as classes média e alta do México estão descobrindo as maravilhas do nascimento natural, as parteiras indígenas tradicionais estão sendo ativamente desencorajadas a fornecer os mesmos serviços às classes mais baixas. Pilar* &#8230;</p>
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		<title>Olá irmãs</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Rita de Cássia da Silva Reche]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Oct 2016 15:00:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Empoderamento]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Olá irmãs, Desde muito cedo senti na pele o preconceito racial, e em razão disso, ainda na adolescência passei a alisar meus cabelos que sempre foram muito cacheados e volumosos. Tive experiências que me marcaram profundamente, mas que fizeram com que me tornar uma mulher forte e empoderada das minhas origens e dos meus traços. &#8230;</p>
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		<title>Depois da dor…</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Denise Nascimento]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 04 Oct 2016 15:10:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Conto]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ninguém ouviu os gritos meio abafados vindos das imediações do riacho, de cócoras ela mordia um graveto e fazia forças, rezando para não desmaiar, não podia fraquejar agora. Assim, repetia os mesmos gestos que suas antepassadas, era desse modo que recebiam as novas vidas. Sem ajuda, sem testemunhas, apenas ela, a lua e sua dor. &#8230;</p>
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		<title>Mães também são mulheres. Às vezes é preciso dizer o óbvio.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Maria Fernanda Dias]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Sep 2016 15:48:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
		<category><![CDATA[feminismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Engravidou porque quis. Quem pariu Mateus que o embale. Quinze anos já está no terceiro filho, é uma sem vergonha! Ser mãe velha é um absurdo! Essa daí é mãe mas quer trabalhar, estudar, ir para as festinhas no final de semana; pensasse nisso antes de fazer. Na hora de revirar os olhinhos não reclamou. &#8230;</p>
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		<title>Reflexões sobre criar filhos sozinha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Eliane Oliveira]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 09 Aug 2016 16:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Crítica]]></category>
		<category><![CDATA[Culpabilização]]></category>
		<category><![CDATA[Maternidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Falar sobre maternidade não é algo fácil, muitos são os condicionantes e formas de olhar para essa questão, mas quero refletir sobre ser mãe solo, ou “mãe solteira”. Nas dores e escolhas que fazemos na vida pautando nossas filhas e filhos como mais importantes e nas muitas vezes que nos anulamos sem ter o reconhecimento &#8230;</p>
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