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	<title>Militância Archives - Blogueiras Negras</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>Cuide-se, para a militância não te adoecer</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Caroline Ferreira]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Aug 2018 16:00:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Saúde e Beleza]]></category>
		<category><![CDATA[Auto-amor]]></category>
		<category><![CDATA[Autocuidado]]></category>
		<category><![CDATA[Feminismo negro]]></category>
		<category><![CDATA[Militância]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Há algum tempo tenho escutado: “Não abrace a fala do mundo”, “Cuide de sua saúde, ela importa”. Pensei que isso não fizesse sentido. Muito pelo contrário, fez e faz, mas até então eu não me dava conta do peso que tais falas carregavam. Era como se eu não enxergasse, por completo, a esfera na qual &#8230;</p>
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		<title>Como é difícil viver o que se prega na internet, só que fora dela</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Livia Teodoro]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Apr 2018 16:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[tecnologia]]></category>
		<category><![CDATA[Discursos de ódio]]></category>
		<category><![CDATA[Internet]]></category>
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		<category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Discursos de ódio, xenofobia, racismo contra pessoas e contra religiões, gordofobia, transfobia e todas as outras “fobias” que poderiam ser resumidas como ódio ao diferente, ao não normativo, tudo isto está cada dia mais presente na internet – e fora dela. Discursos assustadores e muitas vezes vindos de “gente de bem” – que se do &#8230;</p>
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		<title>Luedji Luna e os vários Corpos no Mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Charô Nunes e Larissa Santiago]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Mar 2017 16:00:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Música]]></category>
		<category><![CDATA[Cantora negra]]></category>
		<category><![CDATA[Militância]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Ouvir Luedji cantar é fechar os olhos e ser transportada pras lembranças de saudade que não se tem notícia. Aquelas mesmas, atlânticas, escondidas e reveladas na pele, nos textos nas composições. No ano passado, seu vídeo clip Um Corpo no Mundo sacudiu a internet e impressionou a comunidade negra que adimirada conheceu o trabalho dessa artista baiana &#8230;</p>
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		<title>Juntas somos mais fortes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Regina Barbosa]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 05 Mar 2015 16:00:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
		<category><![CDATA[Política]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Esse é meu primeiro texto, não sei se irei fazê-lo bem, mas uma coisa eu já aprendi com mulheres que admiro muito e que foi sintetizada pela seguinte frase dita por uma blogueira negra em uma roda de conversa, que dizia mais ou menos assim, que “toda a história é importante e merece ser contada, &#8230;</p>
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		<title>A imposição do seu amor livre pra mim não é novidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriela Bacelar]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 12 Feb 2015 14:00:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aborto]]></category>
		<category><![CDATA[Negritude]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Para as mulheres que estudam na Universidade, ou mesmo em colégios secundaristas, que somos militantes, ou estamos de alguma forma em contato com esse meio, é muito frequente nos depararmos ou termos no nosso círculo muitos jovens que fazem sua auto propaganda de libertários, sobretudo homens, e que entendem que o relacionamento monogâmico constrange o &#8230;</p>
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		<title>Marcha das Vadias de Salvador contra a Transfobia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Blogueiras Negras]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Sep 2014 16:00:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Como reafirmamos a necessidade de dar voz a todas as mulheres para que elas possam falar por si mesmas, segue a carta escrita por nossa companheira viviane v. em relação a sua participação na Marcha das Vadias de Salvador e em resposta aos ataques transfóbicos contra a sua pessoa e, também, a todas nós como irmandade.</p>
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		<title>Por quais mulheres o feminismo radical luta?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Gabriela Pires]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jul 2014 16:00:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estou me arriscando ao escrever este texto. Estou me arriscando a ser bastante criticada, ser atacada, silenciada e acusada de falta de sororidade, como vi acontecer com muitas das minhas companheiras de militância. Mas vou abusar um pouco do meu “privilégio” de ser desconhecida no meio feminista. Vou sair um pouco da minha zona de &#8230;</p>
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		<title>Da radicalidade da militância negra. Ou sobre aprendizagens.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Claudia Isabele]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Feb 2014 16:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Resistência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É uma acusação comumente direcionada também aos debates de gênero, acusando ambos de construir rivalidades e tensões desnecessárias, como se o debate inventasse as disparidades e iniquidades que nos levam a ele, o que é preocupante para mim. Não só por perceber que, apesar de combatida, a radicalidade ainda é uma representação social habitual, como um entrave à compreensão das diversas frentes de lutas nas quais é preciso estar para combater o racismo, um dado que representa demérito em uma sociedade que já foi representada a partir da cordialidade e parece insistir em se retratar assim. Mas também porque a confiança que diversas vezes esses comentários - por vezes sussurrados - parecem significar, indica que, provavelmente, eu demonstro ser da ala das moderadas, da ala das que compreendem que “a radicalidade não é o caminho”.</p>
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		<title>O machismo nos espaços de militância</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Thatiane Almeida]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Feb 2014 15:00:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Feminismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Aliás, estamos cansadas dessa história de homens querendo nos ensinar o que é feminismo. Por que os mesmo que reclamam dos brancos que tentam ensinar o que é racismo, querem nos dizer o que é machismo? Como se não bastasse ocupar grande parte das lideranças de outros movimentos, homens ainda querem estar na linha de frente do feminismo? Não, obrigada. Não precisamos disso, precisamos de pessoas que tenham compreensão com a nossa luta e saibam reconhecer seus privilégios, respeitar as nossas causas e a nossa liberdade.</p>
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		<title>Um olhar sobre o machismo e as consequências em saúde para militantes negras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Carla Akotirene]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Jan 2014 15:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Aborto]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Estou escrevendo sobre isso porque hoje, aos 33 anos, sei que a minha reconciliação com minha mãe e tias somente foi possível a partir deste aprendizado no movimento negro. Ouvindo com atenção as mulheres negras, curando-me de mágoas e repensando politicamente minhas relações afetivas com as demais mulheres. Lembro-me que desde os meus 13 anos, passando pelos 15, minhas tias, devido às alianças com seus seduzidos companheiros pela minha adolescência negra, me isolavam do convívio mútuo, não falavam comigo, ainda que a oralidade e a roda de diálogos sejam expressões singulares africanas, inclusive na diáspora, como terapia comunitária e reconstrução da espiritualidade e das emoções.</p>
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