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	<title>Poesia Archives - Blogueiras Negras</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>O corpo-território no Rio Paraguaçú</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Dheik Praia]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jul 2022 17:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Bahia]]></category>
		<category><![CDATA[corpo-território]]></category>
		<category><![CDATA[Paraguaçú]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As cidades irmãs adormecem&#160;tranquilas Acordam em silêncio sepulcral Velam a agonizante morte do Rio Paraguaçú Ou seria mais um corpo?&#160; Dessa vez não está no Morro Um corpo boiando?&#160;Mas qual sua cor?&#160; Branco que não é!&#160; Quem está clamando por socorro?&#160; O corpo ou o Rio?&#160; Por hora é apenas um cavalo selado&#160; Que empresta &#8230;</p>
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		<title>Preta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Wanessa Maia]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 30 Sep 2021 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Identidade]]></category>
		<category><![CDATA[mulher negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Definiu-se como parda Até se considerou morena Alisou o cabelo durante anos Nunca se dizia negra Sempre moreninha Da pele marrom clara Mas enfim Você se encontrou Os seus traços Os seus cabelos A sua raça A sua força Os seus ancestrais Sempre estiveram presentes Você só se reconheceu Verdadeiramente E se encontrou Quando finalmente &#8230;</p>
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		<title>Escuras como a minha pele</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Driele Sampaio]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 14 Jul 2021 16:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[#JulhodasPretas]]></category>
		<category><![CDATA[Literatura]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Me encanta as águas escuras da minha terra, escuras como a minha pele. Elas guardam mistérios.&#160; Lá no fundo, segredos não revelados, palavras nunca ditas, palavras que são só minhas. Sou eu nessas águas escuras, escuras como a minha pele. Me encanta a força das águas escuras da minha terra. Bravas. Frias. Destemidas. Sim, elas &#8230;</p>
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		<title>Só era você</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Evelyn Mariano Dias]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 10 May 2021 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Porma]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As lembranças me acorrentam A um passado Que quero esquecer, Esquecer quem eu fui Quando contigo fiquei, Não era mais eu Só era você Sai de mim Vivi você. E quando tudo acabou O que restou, Nada, Nem o amor sobrou Pois ele nunca existiu Só me iludiu Traiu, Partiu&#8230;</p>
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		<title>ILUSÃO</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elisa Mattos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 29 Mar 2021 16:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Poema]]></category>
		<category><![CDATA[solidão]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Três histórias rondam os dias dela como bailarinas desvairadas descalças sem maquiagem nos olhos sem batom vermelho nos lábios a mais nova está apenas se desenhando mas a faz tão feliz! uma alegria tão intensa daquelas que a gente conta estrelas e sorrisos ao mesmo tempo faz a vida borbulhar nas veias cantar cantar cantar &#8230;</p>
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		<title>a louca</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elisa Mattos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 15 Mar 2021 16:30:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres negras]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres poemas]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>É problema meu se quero carregar o peso desse amor improvável pelo resto da minha vida ninguém tem nada a ver com minhas doces dores a quem interessa saber sobre a quantidade de lágrimas que derramo no travesseiro todas as noites? as olheiras são minhas os olhos vermelhos que desfilo durante o dia só a &#8230;</p>
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		<title>Cheiro de feijão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Elisa Mattos]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 02 Oct 2020 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Literatura]]></category>
		<category><![CDATA[Mulheres poemas]]></category>
		<category><![CDATA[Poema]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia preta]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sinto falta de tudo que era meu. Tudo. Da rua sem asfalto iluminada pelo sol seco. Do apito do carrinho do senhorzinho que conserta panelas. De assistir a casca da laranja se transformar num espiral perfumado e infinito. Saborear cada gomo sem pressa pra vida. De sentir o cheiro do feijão refogado na casa da &#8230;</p>
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		<title>Sinto que o mundo pisa em pescoço</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Roberta Cristina]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Oct 2018 16:00:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Corpo político]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sinto que o mundo pisa em pescoço. Quando tiro os pés. Vem o joelho e com força. Quando tiro o joelho vem os cotovelos, as cotoveladas. Quando tiro os cotovelos, vêm as mãos. Quando tiro as mãos, penso que acabou, vem os olhares. Quando vêm os olhares, encaro até se desviarem. Quando vêm as palavras, &#8230;</p>
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		<title>Resistência</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Roberta Cristina]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Oct 2018 16:00:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[resiliência]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Existe uma tampa, uma corda sistemática que nós cala. Silenciam nossas intuições, sentimentos. Massacram nossa ancestralidade. Pra que? O silêncio é a melhor resposta, o silêncio é a força transformadora dos pensamentos que existem em nós para outros nós. Mas, a corda, a corda permanece no meu pescoço, escorre lagrimas e sangues, milenares. Ainda sim. &#8230;</p>
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		<title>o cuíerlombo da palavra (y da palavra queerlombo…)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Tatiana Nascimento dos Santos]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Sep 2018 16:00:45 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[ver(te)b(r)al]]></category>
		<category><![CDATA[Descolonizar]]></category>
		<category><![CDATA[Itan]]></category>
		<category><![CDATA[LGBTQI]]></category>
		<category><![CDATA[Orixá]]></category>
		<category><![CDATA[Poesia]]></category>
		<category><![CDATA[Queerlombo]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>&#62; poesia preta lgbtqi de denúncia da dor até direito ao devaneio “tingi tudo de preto” (kika sena) em 2015, integrando a coletiva otim de lésbicas negras diaspóricas com as sapatonas pretas jess oliveira y annie ganzala, propusemos uma oficina de recontação de itans num festival queer de pessoas negras e de cor que aconteceu em &#8230;</p>
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