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	<title>solidão da mulher negra Archives - Blogueiras Negras</title>
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	<description>Informação para fazer a cabeça</description>
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		<title>Ainda podemos ser vendidas, compradas, comercializadas?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Liliane Martins]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Aug 2020 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Afeto]]></category>
		<category><![CDATA[Lesbianidade]]></category>
		<category><![CDATA[Mercado matrimonial]]></category>
		<category><![CDATA[solidão da mulher negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Nos tempos de quarentena e muito decepcionada com o começo de um mestrado parado, decidimos o grupo de mestrandas junto a nossa orientadora fazer um grupo de estudos e nos encontramos todas as quartas para ler e discutir o livro de Grada Kilomba, Memórias da plantação- episódios de racismos cotidianos. Eu ficaria aqui até amanhã &#8230;</p>
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		<title>Ser invisível: Solidão da mulher negra ao meu olhar.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mariana César]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 28 Apr 2020 16:00:00 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Afeto]]></category>
		<category><![CDATA[Cotidiano]]></category>
		<category><![CDATA[Racismo]]></category>
		<category><![CDATA[relacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[solidão]]></category>
		<category><![CDATA[solidão da mulher negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>. . . Por muito tempo algo tem me assombrado, devo dizer que me sinto extremamente desconfortável ao falar disso. Ser negra é sinônimo de ser invisível, irei explicar tudo desde os primórdios, mas devo relatar que angustia e tristeza que hoje assombram meu coração são de extrema relevância e periculosidade. Ainda no ensino fundamental &#8230;</p>
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		<title>Solidão da mulher negra: do singular para o plural</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mônica Santana]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 14 Oct 2016 15:00:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Afeto]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[solidão]]></category>
		<category><![CDATA[solidão da mulher negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Minha avó teve nove filhos negros, alguns mais claros, outros mais escuros. Cinco homens negros, todos casados, tendo filhos e alguns deles, mais de um casamento. As quatro mulheres, todas negras nas diferentes gradações, permaneceram solteiras, nenhuma delas tendo relacionamento mais longos, embora tendo filhos, tornando-se mães solteiras. Cresci numa casa de mulheres negras, que &#8230;</p>
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		<title>Das diferentes solidões da mulher negra: do estar sozinha ao  ser exótica.</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Layla Pedreira Carvalho]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 05 Oct 2016 15:45:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Afeto]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[Ralacionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[solidão]]></category>
		<category><![CDATA[solidão da mulher negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>“Quando nos definimos, quando eu me autodefino, o lugar em que sou como você e aquele em que não sou como você, não estou excluindo você do grupo: eu estou aumentando o grupo” (Audre Lorde, 1984, tradução livre). (1) Como falar da solidão sem soar pessoal? Como falar de solidão sem ser pessoal? Me parece &#8230;</p>
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		<title>A solidão que me cabe</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Katy Illy]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 21 Sep 2016 15:28:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Afeto]]></category>
		<category><![CDATA[Resistência]]></category>
		<category><![CDATA[solidão]]></category>
		<category><![CDATA[solidão da mulher negra]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Sou preta e só me cabe a solidão. Não vou namorar, não vou dormir de conchinha, não vou ganhar massagem. Não vou beijar no cinema, não vou ter a nossa musica, ninguém vai carregar minha bagagem. Não vou andar de mãos dadas, nem ter em quem me agarrar num filme de terror. Não vou ver &#8230;</p>
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